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Brasil recicla 98,2% das latas de alumínio vendidas

Reciclagem das latinhas movimentou R$1,3 bilhão no Brasil em 2009; quantidade de recicladas aumentou quase 20%.

O Brasil atingiu no ano passado mais um recorde de reciclagem de latas de alumínio. Foram reutilizadas 98,2% das latas vendidas. Ao todo, 198,8 mil toneladas de alumínio, das 202,5 mil toneladas vendidas, foram recicladas.

Os dados constam do balanço da coleta do material divulgado hoje (28) pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas). Com o resultado, segundo as entidades, o Brasil conquista pela nona vez consecutiva o posto do país com maior índice de reciclagem de latas do mundo.
Na comparação entre 2009 com o ano anterior, a quantidade de latas recicladas aumentou 19,9%. Em 2008, foram reutilizadas 91,6% das latas vendidas pela indústria, o que representa cerca de 165 mil toneladas.
Em 2009, a reciclagem das latas de alumínio movimentou R$ 1,3 bilhão. Deste total, R$ 382 milhões foram gerados só com trabalho de coleta do material.
“Se toda coleta de latas fosse feita por uma empresa só, ela estaria entre as mil maiores do país”, complementou Henio de Nicola, presidente da Abal, em entrevista coletiva em São Paulo.
Com a reciclagem do alumínio das latas, também foram economizados 2,9 mil gigawatts-hora (GWh). Com esta energia, seria possível atender a demanda anual de uma cidade como Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, que tem 1,2 milhão de habitantes.


(fonte: Portal Exame)

As Diversas Faces da Inovação

Por Lucas Margotti


A inovação, que teve como principal conceito a criação de algo novo, passou a ser usada como uma definição para uma característica empreendedora. Distanciando de conceitos adicionados a sorte, a inovação visa a ser uma ferramenta para atuar junto a uma oportunidade e capacitar o conhecimento dos empreendedores para novos desafios, que muitas vezes, vem por acaso. Muitas estratégias são observadas e trabalhadas nas organizações, e estas, buscam novos perfis de pessoas para comprometerem a esses tipos de desafios. 

Atualmente a inovação nas organizações está ligada à criação de novos produtos e serviços ou o aperfeiçoamento do que já existe, sendo algo novo e ousado. Assim, de fato, a inovação foi confundida muitas vezes com a sorte, sendo que seu sentido, de fato, não era esse. A inovação vem a ser o meio em que os empreendedores exploram a situação de mudança como uma oportunidade de crescimento ou evolução. Assim, criam algo novo, diferente e ousado a partir de uma necessidade, tornando-se único ou diferente. Essa oportunidade pode vir a ser a melhoria de algo existente ou o aperfeiçoamento do que já existe por algo ainda melhor.

Necessariamente a capacidade de inovação de uma pessoa não está ligada a sua capacidade de inventar coisas. O inovador tem a capacidade de criar e desenvolver algo totalmente novo agindo juntamente com suas capacidades gerenciais. Ele busca conhecer o processo por onde essa nova invenção deve prosseguir e criar meios de aprimorá-los até chegar ao consumidor final e, assim, realizar o seu objetivo. Um inventor pode ter a capacidade de criar algo novo, e vir a ser um inovador, porém, como não possui habilidades técnicas e conhecimento no negócio, a inovação se perde e a invenção não prospera.

Muitas vezes, a inovação pode vir por acaso, através de um novo evento que afeta a organização e necessita de novas medidas para sua sobrevivência. A partir disso, a organização começa a pensar como aproveitar essa situação e conseguir estabelecer algumas metas por cima de um problema. De várias formas também, a inovação pode vir de um acidente, que ocasiona a idéia e criação de um novo produto. Por isso é de extrema importância aos administradores e empreendedores prestarem atenção nos eventos que acontecem ao redor do trabalho, pois um simples comentário entre funcionários, acidente na produção, entre outros meios, pode vir a ser uma oportunidade de inovação. E ainda, é importante observar as mudanças populacionais para saber quais são as novas tendências e as novas características das pessoas na atualidade.

Hoje as organizações estão buscando estratégias de inovação para se manterem no mercado e continuarem atendendo a demanda dos consumidores que não são fixos e nem de longo prazo. Uma dessas estratégias é a criação de novos negócios a partir do negócio atual. Outra estratégia é a aquisição de novas empresas que podem ser inovadoras, concorrentes ou que possuem um rápido crescimento no mercado. Essa ultima estratégica está sendo muito utilizada por várias empresas no mundo por mostrar uma forma de ganhar mais mercado, sem ter que desenvolver certas competências necessárias ao sucesso do mercado.

Porém, a transposição de valores da empresa mãe para as empresas controladas pode comprometer o desempenho do negócio, por ter que mudar toda a filosofia de trabalho que a organização atuava por outro. Dessa forma, é preferível que quando a empresa principal deixe a empresa comprada agir de forma autônoma do mesmo modo que anteriormente. A colocação de membros de uma empresa atuando com membros da outra empresa também não é uma idéia muito satisfatória. A busca por um método de trabalho em conjunto com valores diferentes também são algo a se pensar no desenvolvimento da organização por demandar de tempo para dar certo. 

Dessa forma, muito se pensa sobre a colocação de pessoas com perfis empreendedores e inovadores para atuar nessas organizações e contribuírem para o desenvolvimento dela, destacando o perfil de visão estratégica, novas habilidade, conhecimento e capacidade de gerenciamento dos projetos com se fosse um novo negócio. A inovação deixa de ser uma palavra para conceituar o que é novo e passa a aprimorar uma característica de pessoas ou organizações que misturam a criatividade com conhecimentos gerenciais. Atualmente todas as organizações buscam e necessitam desse modelo para atuar nas constantes mudanças de um mercado completamente instável. 

Teorias da Administração: Teorias Iniciais (Parte 2)

Continuação de Teorias da Administração...
(Vide postagem anterior)


 Administração Científica

A abordagem básica da Escola da Administração Científica é a ênfase colocada nas tarefas. O termo Administração Científica é devido às tentativas de aplicar os métodos da ciência aos problemas da Administração, a fim de alcançar uma eficiência industrial, que são aplicados, principalmente, através da observação e mensuração. Essa escola foi iniciada por Frederick Winslow Taylor, que provocou uma verdadeira revolução no pensamento administrativo e no mundo industrial de sua época. Sua principal preocupação foi a eliminação do desperdício e das perdas sofridas pelas industrias, e elevar os níveis de produtividade por meio da aplicação de métodos e técnicas da engenharia industrial. Taylor iniciou suas experiências através do trabalho do operário progredindo até chegar a engenheiro. Devido aos conflitos entre patrões e empregados, Taylor começou a estudar o problema de produção para tentar uma solução que atendesse a ambos. Seu primeiro período corresponde à época de publicação de seu livro Shop Management onde se preocupa exclusivamente com as técnicas de racionalização do trabalho do operário, através do estudo de tempos e movimentos.

Através de seu livro Shop Management, Taylor diz:
1. O objetivo de uma boa Administração era pagar salários altos e ter custos unitários de produção.
2. Para realizar tal objetivo, a Administração deve aplicar métodos científicos de pesquisa e experimentos para formular princípios e estabelecer processos padronizados que permitam o controle das operações fabris.
3. Os empregados devem ser cientificamente colocados em seus postos com materiais e condições de trabalho adequados para que as normas possam ser cumpridas.
4. Os empregados devem ser cientificamente treinados para aperfeiçoar suas aptidões e executar uma tarefa para que a produção normal seja cumprida.
5. A administração precisa criar uma atmosfera de intima e cordial cooperação com os trabalhadores, para garantir a permanência desse ambiente psicológico.


Frederick W. Taylor

O segundo período de Taylor corresponde à época da publicação de seu livro Princípios da Administração Científica (1911), quando concluiu que a racionalização do trabalho operário deveria ser logicamente acompanhada de uma estruturação geral da empresa e que tornasse coerente a aplicação dos seus princípios. Nesse segundo período, desenvolveu os seus estudos sobre a Administração geral, a qual denominou Administração Científica, sem deixar sua preocupação com relação à tarefa do operário. Para Taylor, três males padeciam as indústrias de sua época:

1. Vadiagem sistemática por parte dos operários, que reduziam propositadamente a produção a cerca de um terço da que seria normal, para evitar a redução das tarifas de salários pela gerência. Há três causas determinantes da vadiagem no trabalho, o engano disseminado entre os trabalhadores, o sistema defeituoso de administração que força os trabalhadores à ociosidade no trabalho e os métodos empíricos ineficientes utilizados nas empresas. 
2. Desconhecimento, pela gerência, das rotinas de trabalho e do tempo necessário para sua realização.
3. Falta de uniformidade das técnicas ou métodos de trabalho.

Taylor defendia que a organização e a administração deveriam ser estudadas e tratadas cientificamente e não empiricamente. Para ele, administração científica é uma combinação de ciência no lugar do empirismo, e os elementos para sua aplicação são:
  • Estudo de tempo e padrões de produção; 
  • Supervisão funcional; 
  • Padronização de maquinas, ferramentas, instrumentos e materiais; 
  • Planejamento das tarefas e dos cargos; 
  • Princípio da exceção; 
  • Prêmios de produção pela execução eficiente das tarefas; 
  • Definição da rotina de trabalho. 
Portanto, o principal objetivo da Administração é assegurar o máximo de prosperidade ao patrão e, ao mesmo tempo, o máximo de prosperidade ao empregado. A tentativa de substituir métodos empíricos e rudimentares pelos métodos científicos em todos os ofícios recebeu o nome de Organização Racional do Trabalho (ORT). Para Taylor, o operário não tem capacidade, nem formação, nem meios para analisar cientificamente o seu trabalho e estabelecer racionalmente qual o método ou processo mais eficiente. Geralmente, o supervisor comum deixava ao arbítrio de cada operário a escolha do método ou processo para executar o seu trabalho, para encorajar sua iniciativa. Entretanto, com a Administração Cientifica ocorre uma repartição de responsabilidades, onde a administração (gerência) fica com o planejamento (estudo minucioso do trabalho do operário e o estabelecimento do método de trabalho) e a supervisão (assistência contínua ao trabalhador durante a produção), e o trabalhador fica com a execução do trabalho.

A organização racional do trabalho (ORT) se fundamenta na Analise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos, no estudo da fadiga humana, na divisão do trabalho e especialização do operário, no desenho de cargos e tarefas, nos incentivos salariais e prêmios de produção, no conceito homo economicus, nas condições ambientais de trabalho, na padronização de métodos e de máquinas, e na supervisão funcional. A preocupação de racionalizar, padronizar e prescrever normas de conduta ao administrador levou os engenheiros da administração científica a pensar que tais princípios pudessem ser aplicados a todas as situações possíveis. Dentre a profusão de princípios defendidos pelos autores da Administração Científica, os mais importantes são os Princípios da Administração Científica de Taylor, os Princípios Implícitos de Administração científica também de Taylor, os Princípios de Eficiência de Emerson, os princípios básicos de Ford e o princípio da Execução de Taylor.

A conseqüência imediata da Administração Científica foi uma redução revolucionária no custo dos bens manufaturados. Aquilo que antes era luxo acessível somente aos ricos tornou-se rapidamente disponível para todas as classes. Além disso, ela também modificou toda a estrutura e incrementou a composição da força de trabalho. Porém, a obra de Taylor e seus seguidores é susceptível de críticas. A mentalidade reinante e os preconceitos, tanto dos dirigentes como dos empregados, a falta de conhecimentos sobre a administração, a precária experiência industrial e empresarial não apresentavam condições propícias para a formulação de hipóteses nem o suporte adequado para a elaboração de conceitos rigorosos. As críticas sobre sua abordagem se referem ao fato dela ser muito mecanicista, de superespecializar o operário, de ter uma visão microscópica do homem, não ter nenhuma comprovação científica, sua abordagem organizacional ser incompleta, prescritiva e normativa, e ainda ser de sistema fechado e seu campo de aplicação ser limitado. Entretanto, essas limitações e restrições não apagam o fato de que a Administração científica foi o primeiro passo na busca de uma teoria administrativa, e ainda, um passo pioneiro e irreversível.

Teoria Clássica da Administração

A Teoria Clássica da Administração surgiu em 1916 na França, espraiando-se rapidamente pela Europa. Se a Administração Científica se caracterizava pela ênfase na tarefa a ser realizada pelo operário, a Teoria Clássica se caracterizava pela ênfase na estrutura que a organização deveria possuir para ser eficiente. Ambas as teorias, tanto a clássica quanto a científica, tinham o mesmo objetivo: a busca pela eficiência das organizações. Para a Administração Científica, essa eficiência seria alcançada por meio da racionalização do trabalho e, na Teoria Clássica, partia-se de todo organizacional e da sua estrutura para garantir eficiência a todas as partes envolvida. Henri Fayol, engenheiro francês, fundador da Teoria clássica da Administração, partiu de uma abordagem sintética, global e universal da empresa, inaugurando uma abordagem anatômica e estrutural que rapidamente suplantou a abordagem analítica e concreta de Taylor. 

Henri Fayol defendia que todas as empresas apresentavam funções técnicas, comerciais, financeiras, de segurança, contábeis e administrativas. Porém, a visão que Fayol tinha sobre as funções básicas está ultrapassada. Atualmente elas recebem outros nomes mais específicos. Fayol também definiu as funções do administrador, como prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Assim, estabeleceu que a previsão, organização, comando, coordenação e o controle são atividades administrativas essenciais para que um administrador alcance a eficiência. 

Em relação à proporcionalidade das funções administrativas, Fayol alega que a função administrativa não se concentra exclusivamente no topo da empresa, nem é privilégio dos diretores, mas é distribuída proporcionalmente entre todos os níveis hierárquicos. Para Fayol, a Administração é um todo do qual a organização é uma de suas partes. A organização abrange somente o estabelecimento da estrutura e da forma, sendo, portanto, estática e limitada. A partir daí, a palavra organização passa a ser usada com dois significados diferentes. Um como uma entidade social na qual as pessoas interagem entre si para alcançar objetivos específicos, e outro como função administrativa e parte do processo administrativo na qual organização se torna sinônimo de organizar, estruturar e alocar os recursos e os órgãos incumbidos de sua administração e estabelecer as atribuições de cada um deles e as relações entre eles.


A Administração, como ciência, deve ser basear em leis ou princípios. Assim, Fayol tentou definir os “princípios gerais” de Administração, e tais princípios são maleáveis e adaptam-se a qualquer circunstância, tempo ou lugar. Segundo Fayol, os 14 Princípios Gerais de Administração são:

· Divisão do trabalho;
· Autoridade e responsabilidade;
· Disciplina;
· Unidade de comando;
· Unidade de direção;
· Subordinação dos interesses individuais aos gerais;
· Remuneração do pessoal
· Centralização
· Cadeia escalar
· Ordem
· Equidade
· Estabilidade do pessoal
· Iniciativa
· Espírito de equipe

A teoria clássica caracteriza-se por seu enfoque prescritivo e normativo: prescreve quais os elementos da administração e quais os princípios gerais que o administrador deve adotar em sua atividade. Esse enfoque prescritivo e normativo sobre como o administrador deve proceder no trabalho constitui o filão da Teoria Clássica. O ponto de partida dos autores da Teoria Clássica é o estudo científico da Administração, substituindo o empirismo e a improvisação por técnicas científicas. Pretendiam-se elaborar uma Ciência da Administração. Fayol afirma a necessidade de um ensino organizado e metódico da Administração, de caráter geral para formar administradores, a partir de suas aptidões e qualidades pessoais.

A estrutura organizacional constitui uma linha de autoridade que interliga as posições da organização e define quem se subordina a quem. Essa cadeia se baseia no princípio da unidade de comando, que significa que cada empregado deve se reportar a um só superior. Para a Teoria Clássica, a estrutura organizacional é analisada de cima para baixo e do todo para as partes, ao contrário da Abordagem Científica. A organização se caracterizava por uma divisão de trabalho claramente definida. Essa divisão conduz à especialização e à diferenciação das tarefas, ou seja, à heterogeneidade. A idéia básica era a de que as organizações com maior divisão de trabalho seriam mais eficientes do que aquelas com poucas divisões de trabalho. Para a Teoria Clássica, a divisão do trabalho pode dar-se em duas direções, verticalmente, onde toda organização deve haver uma escala hierárquica de autoridade onde há autoridade de um superior sobre um superior, e horizontalmente, onde em um mesmo nível hierárquico, cada departamento ou seção passa a ser responsável por uma atividade específica própria.

Fayol incluíra a coordenação como um dos elementos da Administração. Para ele, a coordenação é a reunião, a unificação e a harmonização de toda a atividade e esforço. Ela deve ser baseada em uma real comunhão de interesses. A pressuposição básica era de que quanto maior a organização e quanto maior a divisão do trabalho, maior será a necessidade de coordenação, para assegurar a eficiência da organização como um todo. Fayol preferia pela organização linear, que constitui um dos tipos mais simples de organização, onde ela se baseia nos princípios de unidade de comando ou supervisão única, unidade de direção, centralização de autoridade e cadeia escalar. A organização linear é um tipo de estrutura organizacional que apresenta uma forma piramidal. Nela, os órgãos que a compõem, seguem rigidamente o principio escalar, porém, tornam-se necessários outros órgãos prestadores de serviços especializados denominados de órgãos de staff ou de acessória. A autoridade de staff é mais estreita e inclui o direito de aconselhar, recomendar e orientar. Essa autoridade é uma relação de comunicação, onde os especialistas de staff aconselham os gerentes em suas áreas de especialidade.

Urwick defendia que os elementos da administração, ou seja, as funções do administrador são: a investigação, previsão, planejamento, organização, coordenação, comando e controle. Para Luther Gulick, defendia que o planejamento, organização, acessória, direção, coordenação, informação e orçamento eram os elementos da Administração. Fayol defendeu os 14 princípios de Administração, e outros autores também se propuseram a criar e Urwick defendia 4 princípios: Princípio da especialização, de autoridade, da amplitude administrativa, da definição.

Entretanto, há varias críticas à Teoria Clássica. Todas as teorias posteriores se preocuparam em apontar as falhas da abordagem clássica. As principais críticas são que ela é uma abordagem extremamente simplificada da organização formal, não há comprovação científica para confirmar as afirmações dos autores clássicos, que os autores clássicos se preocupam com a apresentação racional e lógica das suas proposições, sacrificando a clareza das suas idéias, foi considerada teoria da maquina pelo fato de considerar a organização sob o prisma do comportamento mecânico de uma maquina, ela preocupou somente com a organização formal, descuidando-se da informal, sendo assim, considerada uma abordagem incompleta da organização e ainda, de ser uma abordagem de sistema fechado, composta por poucas variáveis perfeitamente conhecidas e previsíveis de alguns aspectos que podem ser manipulados por meio de princípios gerais e universais de Administração.

A abordagem normativa e prescritiva da Teoria Clássica se fundamenta em princípios gerais de Administração, uma espécie de receituário de como o administrador deve proceder em todas as situações organizacionais. Contudo, as várias críticas atribuídas à Teoria Clássica são válidas, porém, elas não empanam o fato de que a ela devemos as bases de moderna teoria administrativa.

Teorias da Administração: Teorias Iniciais (Parte 1)

Acadêmico: Teorias da Administração

Fonte: Antecedentes Históricos da Administração, Administração Científica de Frederick Winslow Taylor e Administração Clássica de Henri Fayol, ambos fragmentos de "Introdução à teoria da Administração" (Chiavenato). 

O trabalho da administração existe desde a história da humanidade, porém a administração é recente. Desde seus primórdios, ela se desenvolveu lentamente, mas só após o século XX é que ela surgiu e apresentou um desenvolvimento de notável força e inovação. Hoje a sociedade é movida por organizações, já no final do século XIX, as organizações eram poucas e pequenas. A administração teve suas primeiras definições a partir dos pensamentos de filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles. Muitos princípios da administração surgiram por meio de pensamentos filosóficos da época. Porém, a filosofia antiga preocupava-se muito com as questões organizacionais, o que deixa de ser objeto de preocupação da filosofia moderna. A administração foi influenciada pela filosofia desde os tempos da antiguidade. Sócrates expõe seu ponto de vista da administração como uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência. Platão analisou os problemas sociais e políticos decorrentes do desenvolvimento social e cultural do povo grego e expôs em sua obra “A República”, a forma democrática de governo e de administração dos negócios públicos. Aristóteles em seu livro “Política” distingue as três formas de administração pública:

  1. Monarquia ou Governo de apenas um – Tirania
  2. Aristocracia ou Governo de uma elite – Oligarquia
  3. Democracia ou Governo do povo – Anarquia
   No período em que a filosofia voltou-se para uma variedade de preocupações distanciadas dos problemas administrativos, Francis Bacon mostra a preocupação prática de se separar experimentalmente o que é essencial do que é acidental ou acessório – Administração como princípio da prevalência do principal sobre o acessório. Já René Descartes, na filosofia, descreve seu método filosófico denominado método cartesiano, cujos princípios são:

  1. Princípio da dúvida sistemática ou da evidência: Não aceitar como verdadeira coisa alguma enquanto não se souber com evidência aquilo que é realmente verdadeiro.
  2. Princípio da análise ou de decomposição: Dividir e decompor cada dificuldade ou problema em tantas partes, quantas sejam possíveis e necessárias a sua adequação e solução, e resolvê-las cada uma, separadamente.
  3. Princípio da síntese ou da composição: Conduzir ordenadamente nossos pensamentos e nosso raciocínio, dos fáceis e simples, gradualmente para os difíceis.
  4. Princípio da enumeração ou da verificação: Recontagens, verificações e revisões tão gerais que se fique seguro de nada haver omitido ou deixado à parte.
Hobbes defende o governo alegando que em sua ausência, os indivíduos tendem a viver em guerras e conflitos para obter meios de subsistência. Jean-Jacques Rousseau desenvolveu a teoria do contrato social, um acordo entre ambos de uma sociedade pelo qual reconhecem a autoridade igual sobre todos de um regime político, governante ou de um conjunto de regras. Para ele, o homem é bom e afável e a vida em sociedade o corrompe. Karl Marx e Friedrich Engels dizem que o poder político e do estado nada mais é do que o fruto da dominação econômica do homem pelo homem. O estado vem a ser uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora.

As normas administrativas e os princípios da organização pública foram lentamente se transferindo para a igreja católica e organizações militares. Ao longo dos séculos, a igreja católica estruturou sua organização de forma simples e eficiente, de tal maneira que sua organização mundial pode operar sob comando de apenas uma pessoa, o Papa. Essa estrutura da igreja católica serviu de exemplo para várias outras organizações.

A organização militar influenciou o aparecimento das teorias da administração. A organização linear, o princípio da unidade de comando, a escala hierárquica, são todos aspectos típicos utilizados nas organizações militares. Com as guerras de maior alcance e âmbito continental, houve a centralização do comando e descentralização da execução. Outra contribuição foi o princípio de direção que preceitua que todo soldado deve saber perfeitamente o que se espera dele e o que ele deve fazer. Assim, surge o pensamento estratégico e a necessidade de disciplina e planejamento, acreditando-se que o incerto deveria ser esperado, mas o seu planejamento deviria reduzir o seu impacto.

A invenção da maquina a vapor fez surgir uma nova concepção de trabalho, que mudou toda a estrutura social e comercial da época, chamada Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra e dividida em duas fases:
1780 a 1860: 1ª Revolução Industrial ou Revolução do Carvão e do Ferro
1860 a 1914: 2ª Revolução Industrial ou Revolução do Aço e da Eletricidade

A revolução industrial surgiu como uma bola de neve em aceleração crescente, passando por quatro fases:
1ª fase: Mecanização da indústria e da agricultura
2ª fase: Aplicação da força motriz à indústria
3ª fase: Desenvolvimento do sistema fabril
4ª fase: Aceleramento dos transportes e das comunicações

A segunda parte da revolução industrial teve como característica a substituição do ferro pelo aço; substituição do vapor pela eletricidade e derivados do petróleo como fonte de energia; maquinaria automática e especialização do trabalhador; domínio da indústria pela ciência; transformações radicais nos transportes e nas comunicações; organização capitalista; expansão industrial; etc. A revolução industrial decorreu da necessidade dos empresários de atender a demanda em expansão. A administração deve tão somente à revolução industrial o conceito de organização da empresa moderna, devido ao avanço tecnológico e a descoberta de novas formas de energia, mudando o modo artesanal por um industrial de produção.

Após o século XVII, várias teorias econômicas baseadas em dados empíricos surgiram para explicar os fundamentos empresariais. Essa reação para o liberalismo culmina com a ocorrência da revolução francesa. De acordo com o liberalismo, a ordem natural das coisas é a ordem mais perfeita. A livre concorrência é o postulado principal do liberalismo econômico. Adam Smith funda a economia clássica, com ponto principal voltado para a competição. Para ele, o mercado funciona espontaneamente garantindo a alocação mais eficiente dos recursos sem haver excesso de lucros. Assim, defende que o papel econômico do governo é a intervenção na economia quando o mercado não existir ou deixar de funcionar em condições satisfatórias - sem competições livres. A partir daí, Adam Smith observa a necessidade de racionalizar a produção (especialização e divisão do trabalho).

A partir da segunda metade do século XIX, o liberalismo econômico perde sua influência enquanto o capitalismo cresce surpreendentemente, aparecendo assim, o “novo capitalismo”, em produções em larga escala de maquinarias e mão-de-obra, criando problemas de organização de trabalho, concorrência econômica, padrão de vida, entre outros. Karl Marx e Friedrich Engels concluíram na obra “Manifesto Comunista”, que a luta de classes é o motor da história, e que o capitalismo, é um modo de produção transitório e sujeito à crises econômicas cíclicas devido a suas contradições internas e constitui uma etapa do desenvolvimento da sociedade em direção ao modo de produção socialista e ao comunista. O socialismo e o sindicalismo obrigam o capitalismo a aperfeiçoar todos os fatores de produção envolvidos e sua adequada remuneração. Dessa forma, surgem os primeiros esforços no sentido de racionalização do trabalho como um todo.

No século XIX, inúmeras mudanças e inovações ocorreram no cenário empresarial, consolidando condições necessárias para o surgimento da “Teoria Administrativa”. As ferrovias nos Estados Unidos permitiram o desbravamento do território, provocando o aumento da urbanização, e assim, as novas necessidades como habitação, alimentação, roupa, luz e aquecimento, o que fez aumentar as empresas de consumo direto. Grande parte eram empresas de família onde um membro exercia inúmeras funções. Logo após, surgem os gerentes profissionais, os primeiros organizadores que se preocupavam mais com a fábrica do que com as vendas. Na década de 1880, que surgem as organizações próprias de vendas (marketing) assumindo a organização do tipo funcional, onde se preocupam com os meios de redução de custos. Entre 1880 e 1890, os meios para redução de custos diminuíram e as empresas passaram a procurar novos mercados através da diversificação de produtos. Com a queda da velha estrutura funcional, surge a “empresa integrada e multidepartamental”, aparecem as holding’s(alianças e sociedades) e o mercado de distribuições se torna mais acessível ao cliente final. Em seguida inúmeras fusões ocorreram como meio de utilização racional das fábricas e redução de preços. Devido a essas fusões, começaram a aparecer os primeiros oligopólios.


Chegamos ao ponto onde o empreendedorismo se depara com a falta de organização, e entre 1860 e 1900, aconteceu um enorme desenvolvimento tecnológico e atentou-se para o valor da pesquisa. Todos esses fatores impulsionaram a busca pelas bases científicas que melhorariam a prática empresarial e daria espaço para o surgimento da “Teoria Administrativa”.

Continua...

32,7% das empresas preveem contratações

Segundo a FGV, as expectativas dos empresários industriais em outubro para os meses seguintes sobre o nível de emprego são as melhores desde maio de 2010

A melhora na disposição dos empresários em efetuar novas contratações para os próximos meses foi um dos destaques na composição do Índice de Confiança da Indústria (ICI), que subiu 0,5% em outubro ante setembro. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo do indicador, as expectativas dos empresários industriais em outubro para os meses seguintes em relação ao nível de emprego são as melhores desde maio de 2010. 

Segundo a FGV, das 1.191 empresas consultadas em outubro, 32,7% pretendem ampliar o quadro de pessoal ocupado na empresa no trimestre de outubro a dezembro e 8,2% preveem demissões para o mesmo período. Em setembro, os porcentuais para estas mesmas respostas haviam menos otimistas, de 28,8% e de 9,0%, respectivamente. 

No que se refere às respostas dos empresários sobre o momento presente, a fundação informou que a satisfação com nível atual da demanda foi o único tópico entre os pesquisados a apresentar bom desempenho, de setembro para outubro. Na análise da FGV, o resultado satisfatório deste quesito está associado à evolução favorável da demanda interna e à recuperação gradual da demanda externa. A fatia de empresas pesquisadas que consideram o nível atual da demanda como forte subiu de 24,8% para 27,4% de setembro para outubro. Já a parcela das companhias pesquisadas que avaliam a demanda atual como fraca caiu de 11,3% para 10,1%.

Início de uma nova Nação: Brasil

Lula visita navio da Petrobras e diz que ‘século 21 é o século do Brasil’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou nesta quinta-feira (28) o navio-plataforma da Petrobras que será responsável pelo início da prospecção de petróleo na camada do pré-sal no Campo de Tupi, na Bacia de Santos. Ao ser homenageado com uma placa por engenheiros e técnicos da estatal, Lula defendeu investimentos na Petrobras e disse que o “século 21 é o século do Brasil”. O presidente molhou as mãos em petróleo e marcou os macacões de funcionários, inclusive o do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli.

“O século 21 vai ser inexorável. Eu digo sempre que o século 19 foi dos europeus, o século 20 foi dos Estados Unidos e o final do século 21 foi da China. O século 21 é o século do Brasil e da América Latina”, afirmou. Para Lula, o país desperdiçou as oportunidades do século passado. “Eu digo sempre que o Brasil jogou fora o século 20. Não soubemos aproveitar as oportunidades. Muitas vezes por descrença, complexo de inferioridade. Uma nação colonizada demora mais para ter autoestima.” Segundo Lula, a Petrobras contribuiu para elevar a autoestima dos brasileiros e consolidar a soberania do país. “Eu vejo a Petrobras mais do que uma empresa. Acho que a Petrobras é a afirmação de uma nação. É a prova mais contundente que o brasileiro é capaz”, disse. De acordo com o presidente, “se a Petrobras não estiver bem, o Brasil não estará tão bem. Se a Petrobras estiver bem, o Brasil sempre estará bem.”
Potência
Mais tarde, no Rio de Janeiro, durante cerimônia alusiva à primeira extração de petóleo do pré-sal no Campo de Tupi, Lula afirmou que os avanços no setor, com as novas descobertas de petróleo levarão o Brasil a se tornar uma potência mundial. "Vamos transformar o Brasil numa grande potência mundial a partir do pré-sal", disse. O presidente contou que, em 2006, quando os diretores da Petrobras o informaram da descoberta do pré-sal, ele não acreditou que fosse possível buscar petróleo em uma profundidade de 7 mil metros. "Quando você [Sérgio Gabrielli] e o Estrella [diretor de Produção e Exploração da Petrobras], em 2006, foram à minha sala dizer que tinham descoberto o pré-sal, a gente não tinha noção de que tão rapidamente a gente iria começar a fazer a exploração comercial do nosso petróleo do pré-sal. Porque, quando vocês me entregaram aquela planilha de estudos [...] eu fui para casa pensando: como é que pode alguém imaginar que vai conseguir pegar uma coisa que está a 7 mil metros de profundidade, que tem que furar dois quilômetros de sal, que tem que furar dois quilômetros de rocha, que tem que descer dois quilômetros de lâmina d’água?", indagou. "[Eu pensei] Esse cara é besta! Eu acho que esse Estrella e esse José Sergio Gabrielli estão delirando. Eu falei: 'surtaram', porque eu não imaginava que a gente tivesse competência e, em apenas quatro anos, a gente está aqui [...] mostrando o primeiro tonelzinho de petróleo da exploração em definitivo da nossa querida Petrobras e do nosso querido pré-sal", disse Lula.

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem reproduziu erroneamente a declaração do presidente. Lula falou em "profundidade de 7 mil metros", e não em "profundidade de 7 mil quilômetros".)Lula disse se sentir a pessoa "mais feliz do mundo" com o progresso da Petrobras. "Hoje simboliza a autossuperação, a soberania do Brasil. Eu me sinto hoje o ser humano mais feliz da face da terra. Não tem hoje no mundo um presidente mais feliz do que eu." O presidente voltou a lembrar que no governo anterior foi cogitado mudar o nome da Petrobras para Petrobrax. "A Petrobras foi criada, mas teve muitos sobressaltos de lá para cá, teve momentos em que queriam mudar o nome da Petrobras, houve momentos difíceis, mas a Petrobras conseguiu provar que ela está entre as mais importantes ", disse.
O presidente defendeu ainda a valorização do salário de executivos da Petrobras para manter engenheiros e administradores competentes nos quadros da empresa. Segundo ele, bons executivos têm a oportunidade de trabalhar em empresas privadas por salários muito maiores.

Campo de Tupi
O navio-plataforma visitado nesta tarde por Lula tem capacidade para produzir até 100 mil barris/dia de petróleo e processar até cinco milhões de metros cúbicos de gás.
De acordo com a Petrobras, o navio, chamado "Cidade de Angra dos Reis", será a primeira unidade programada para produzir em escala comercial no pré-sal da Bacia de Santos. Da plataforma, será produzido óleo leve de alto valor comercial.
No Campo de Tupi, foram perfurados, até o momento, nove poços exploratórios, que confirmaram o alto potencial de óleo leve e gás natural da jazida. Segundo a Petrobras, até dezembro deste ano, serão perfurados mais dois novos poços de exploração.
(Fonte: Portal Exame)

65% dos brasileiros querem governo no controle de grandes empresas

Estudo da Ernst & Young mostra que para a maioria dos entrevistados brasileiros, governo deve administrar companhias em setores estratégicos como infraestrutura



Um estudo elaborado pela consultoria multinacional Ernst & Young mostra que 65% dos entrevistados brasileiros querem que o governo tenha o controle de grandes companhias. A consultoria, que ouviu 500 pessoas no país, ainda não divulgou o perfil dos participantes.

A pesquisa, que também foi realizada em outros 23 países, revela que as economias em desenvolvimento são as que apresentam maior parcela da população defendendo o controle estatal de empresas estratégicas. Os percentuais de Rússia (93%), Índia (68%) e China (72%) mostram um pouco do modo como pensam os cidadãos do Bric.
Fato curioso é que este mesmo grupo de brasileiros reconhece, em sua maioria (91%), que as grandes empresas estatais são administradas com forte viés político. Para 60% do grupo, as empresas privadas são mais eficientes que as estatais. Nas entrevistas, a Ernst & Young não levou em conta casos específicos, como os recentes escândalos no governo envolvendo a Casa Civil e empresas e cargos públicos.
"Esta é uma questão cultural. Os cidadãos querem que o governo esteja presente na prestação de serviços estratégicos, como defesa, infraestrutura de transportes, geração e distribuição de energia", diz Liliana Junqueira, sócia líder da área de governo e setor público da Ernst & Young Terco em Brasília.

Crise
A percepção dos entrevistados sobre o assunto também parece ter sido impactada pelos efeitos da crise mundial. Eles responderam que preferem uma menor presença do Estado justamente em setores que precisaram ser socorridos durante o pior da recessão nas economias desenvolvidas, como o de seguros e o automobilístico.
Para os participantes do estudo, o envolvimento do poder público nestas áreas não deve ser "mais do que temporário". Por outro lado, eles disseram que a presença permanente do governo no setor financeiro é uma necessidade.

Unicab, o projeto do novo táxi para Nova York


Se você foi a Nova York, ou assistiu a qualquer filme rodado na metrópole norte-americana, já percebeu como os táxis amarelos são símbolos da cidade. Depois de um questionário iniciado em 2008, as organizações americanas divulgam, no início de novembro, os detalhes do projeto para o novo “taxicab”.
O objetivo do concurso, realizado pela Comissão de Táxi e Limousine de Nova York, foi o de identificar um novo automóvel através de um concurso internacional de design. Hoje, 16 tipos tipos de táxi circulam na cidade. Futurista, o Unicab saiu das mãos do designer australiano Chris Burrell e servirá como base para as discussões que serão ministradas, no próximo dia 09 de novembro, no museu da cidade de Nova York.
Entre os pontos fortes desse projeto, que será revelado afundo nessa palestra, está a acessibilidade para todos os passageiros. O Unicab possui um interior espaçoso, portas largas e rampas que deslizam até o chão, facilitando a vida das pessoas com dificuldade de locomoção. Para se ter uma ideia, o carro pode acomodar até três usuários de cadeira de rodas e também proporciona segurança para os ciclistas e pedestres que estão na rua.
(Fonte: Portal Exame)

Coca-Cola e Vale na busca de trainees

Coca-Cola recruta trainees

Salário oferecido para recém-formados está na faixa de R$ 4 a R$ 5 mil




São Paulo – Até o dia 7 de novembro, a Coca-Cola Femsa recebe inscrições para seu programa de trainee. Ao todo, são 17 vagas para as cidades de São Paulo, Jundiaí (SP) e Belo Horizonte (MG).

Há oportunidades para recém-formados nas áreas de Marketing, Vendas, Recursos Humanos, Finanças, Suprimentos, Industrial e Logística.

Para participar, os candidatos devem ter terminado a graduação entre 2007 e fim de 2010 nos cursos de Administração de Empresas (geral e com ênfase em Marketing ou Comércio Exterior), Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Engenharia (todas das especialidades), Estatística, Publicidade e Propaganda, Propaganda e Marketing, além de Comunicação Social.

Fluência em inglês, bons conhecimentos em espanhol e disponibilidade para viajar ou residir fora do estado ou país são alguns dos itens exigidos pela Coca-Cola.

O programa tem a duração de 18 meses. Nesse período, os trainees farão treinamentos técnicos e de competências, além de passar por um processo de rotação de funções.

Ao fim do programa, os participantes devem apresentar um projeto de negócios para a diretoria e presidência da Coca-Cola FEMSA.

As inscrições devem ser feitas até 7 de novembro pelo site do portal Vagas.com.

Responsável pela produção e distribuição dos produtos Coca-Cola, Sprite, Fanta e Água Crystal, entre outros, a Coca-Cola emprega mais de 12 mil pessoas no Brasil.

Empresa do Grupo Vale oferece R$ 4 mil para trainee


Estão abertas as inscrições para o programa de trainee da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), empresa controlada pela Vale. O salário inicial é de 4 mil reais.

Para participar, é preciso ter se formado entre 2008 e fim de 2010 nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Marketing e Relações Internacionais.

Entre os requisitos mínimos para aprovação estão nível de inglês fluente e disponibilidade para viagens e mudanças de estado.

O programa tem duração de um ano. Nesse período, os trainees participarão de cursos nas áreas as áreas de logística, gestão e operação ferroviária ministrados pela Fundação Dom Cabral, Instituto Ilos e INDG.

As inscrições devem ser feitas no site de Trainee da Ferrovia Centro-Atlântica até 31 de outubro.

 O processo de seleção conta com provas online e dinâmicas presenciais, que serão realizadas entre 4 e 19 de novembro. Na última semana de novembro, acontece o painel final com a diretoria da empresa.

A FCA possui mais de 8 mil quilômetros de extensão e abrange sete estados brasileiros, além do Distrito Federal. A frota da FCA conta com cerca de 500 locomotivas e 12 mil vagões.


Vale anuncia investimentos de US$  24 bilhões no próximo ano




A vale anunciou que investirá 24 bilhões de dólares no ano que vem. O montante foi divulgado nesta quinta-feira (28/10), durante a teleconferência com analistas para a apresentação dos resultados do terceiro trimestre. “O capex foi definido com base nas expectativas de retorno e seguindo nossa disciplina financeira”, afirmou o diretor financeiro da companhia, Guilherme Cavalcanti.
O orçamento veio dentro da faixa esperada pelo mercado. Na semana passada, o presidente da mineradora, Roger Agnelli, afirmou que os investimentos ficariam entre 23 bilhões e 28 bilhões de dólares, durante o Vale’s Day, na Bolsa de Nova York.
Segundo a companhia, o montante é 125,1% maior que os 10,662 bilhões de dólares investidos nos 12 meses encerrados em 30 de setembro de 2010. Os projetos enfatizam o crescimento orgânico da empresa. Dos 24 bilhões de dólares previstos, 83% serão aplicados em pesquisa, desenvolvimento, projetos greenfield e ampliações de plantas já existentes. Nos últimos cinco anos, essas atividades consumiram 74,4%, em média, do capex.
Ainda durante a teleconferência, a Vale afirmou que espera uma taxa média de crescimento de sua produção de 16% ao ano, entre 2011 e 2015. No planejamento da Vale, 18 grandes projetos entrarão em operação até 2012.

Fonte: g1.com e Portal Exame

O Inventor da Compra Coletiva

Pioneiro e Criativo!
"Andrew Mason, criador do Groupon, primeiro site de compras coletivas, criado há menos de dois anos e já próximo de faturar US$ 1 bilhão: o modelo americano bem-sucedido inspirou brasileiros a entrar na onda e já são mais de 20 os endereços que oferecem o serviço".


Com apenas 29 anos e sem jamais ter estudado uma linha de programação, o americano Andrew Mason deverá protagonizar, nos próximos meses, um feito e tanto no mundo dos negócios. O Groupon, site de compras coletivas criado por ele há menos de dois anos, deve faturar US$ 1 bilhão em 2011. Se isso ocorrer (e tudo indica que sim), a empresa entrará para a história do mundo corporativo como a que mais rápido ultrapassou o primeiro bilhão – e com lucro. Marca semelhante só foi atingida pelo YouTube, que até hoje patina para encontrar uma forma de ser rentável. 

A estratégia criada por Mason tira proveito de duas tendências do comportamento do internauta: 1) a pesquisa por barganhas e 2) a participação em redes sociais. O Groupon procura parceiros interessados em divulgar sua marca e que, para tal, se disponham a oferecer um produto ou serviço a um preço baixo. A oferta é anunciada durante 24 horas no site, por meio do qual também se faz a transação para a compra. A pegadinha, porém, é que o negócio só se concretiza se um número mínimo de pessoas, indicado no site, efetuar a compra. Um link que conecta o site com redes sociais como Twitter e Facebook faz com que cada oferta logo seja disseminada. O Groupon ganha uma comissão de 50% sobre o valor do produto vendido. 

Desde a fundação já foram feitas mais de 12 milhões de transações nos 29 países onde atua, com vendas de US$ 500 milhões em 2010. “O grande apelo do nosso site é que todos ganham”, disse Mason a Época NEGÓCIOS. “Nós ganhamos a comissão, os clientes pagam menos pelo produto e os parceiros conseguem um retorno em larga escala para seus serviços ou produtos.” 

O modelo bem-sucedido do Groupon desembarcou no Brasil no início deste ano, quando três jovens montaram o Peixe Urbano. Capitaneado pelo carioca Julio Vasconcelos, que deixou um emprego no Vale do Silício para montar o negócio, a empresa atingiu, no mês passado, a marca de 1 milhão de transações realizadas. “Vi esse movimento ocorrendo nos Estados Unidos e imaginei que tinha tudo para dar certo também no Brasil, já que o brasileiro gosta ainda mais de redes sociais que os americanos”, diz Vasconcelos. 

Estima-se que pelo menos um novo site de compras coletivas surja a cada 15 dias no país. Começa a se repetir aqui o que ocorreu nos Estados Unidos, onde o Groupon tem hoje mais de 300 concorrentes. Esse crescimento explica-se pelo fato de o modelo de negócios ser de fácil aplicação. E o retorno é quase imediato. “Colocamos à venda uma diária de fim de semana em um chalé no interior de São Paulo. Cada cota custava R$ 80 e, em 24 horas, vendemos 7 mil tíquetes”, diz Vasconcelos. 

Para o consumidor, sites desse tipo são vistos como serviços de compras. Para quem vende trata-se de um investimento em marketing, pois os sites são vistos como uma ferramenta eficiente para divulgar o estabelecimento, o produto ou um novo serviço. “É um investimento baixo. Se um restaurante quer fazer uma promoção para aumentar o fluxo nos horários em que está mais vazio, ele não precisa investir nada”, diz Pedro Guimarães, do Imperdível, presente em 28 cidades. “Queremos ter todos os tipos de negócio no nosso port¬fólio. Mas restaurante é o que de longe mais vende”, diz Daniel Funis, diretor executivo do braço brasileiro do Groupon. 

Por unir o online ao serviço oferecido por um local físico, os sites possuem uma versão diferente para cada cidade. Um paulistano acessa as ofertas relativas a São Paulo, que são diferentes das do Rio de Janeiro. É daí que surge uma possível limitação para a expansão deste modelo de negócios. Não se sabe ainda se o formato pode ser replicado em cidades menores. Até agora, todos os sites estão em cidades com mais de 150 mil habitantes, onde o crescimento tem sido fulminante. “Tem dia que chega funcionário novo e falta computador para ele trabalhar”, diz Marcelo Macedo, presidente do ClickOn, que em três meses de criação já conta com uma equipe de 80 pessoas. 

Quando a oferta não atinge o número mínimo de clientes, o dia é tido como perdido: o cliente não recebe o produto, o site não ganha a comissão e o estabelecimento não vende.

Especial: Google II - Carreiras

Primeiramente gostaria de ressaltar um exclarecimento. Novamente é uma postagem sobre o Google mas tenho certeza que essa é de extrema importância. O blog não tem nenhum vínculo com o google, e nossa ideia sobre o projeto "TUTOR EXECUTIVO" ainda está em formação, mas essa reportagem tirada do portal exame é muito interessante e pode contribuir muito à vocês leitores. O grupo está em constante estudo e sempre procurando capacitar o conhecimento nos negócios, então, nossa ideia é totalmente séria e cooperativa. Portanto, participe. Existe uma barra de comentários abaixo de cada matéria e também tem nosso email: grenad.management@gmail.com
Participe! Vamos tentar fazer do blog uma rede de networking!
No mais, gostaria de agradecer imensamente o apoio dos membros e maiores colaboradores até o momento, Rodrigo Fazionato e Gustavo Nogueira, ambos alunos e amigos de turma da Administração/UFSJ. O apoio deles tem sido fundamental na formação da ideia e principalmente na existência do Grupo. Muito Obrigado!
Lucas Margotti



Sete passos para fazer carreira no Google
Diretora de Recursos Humanos do Google para Latino América descreve qual o perfil profissional cobiçado pela gigante da internet
por Talita Abrantes

Conheça o perfil dos Googlers
São Paulo – As razões para que o Google brilhe como uma das empresas mais cobiçadas por profissionais do mundo inteiro não estão ligadas apenas à popularidade do grupo na internet.

Com um ambiente descontraído, rotinas flexíveis e espaço para criatividade, a companhia desenhou à risca empregos coerentes com os critérios para uma carreira dos sonhos.

No início do ano, o Google abandonou suas operações na China justamente em um momento em que os negócios na internet brasileira mostram-se bastante promissores.

Estima-se que, só em 2009, o Google tenha faturado cerca de 700 milhões de reais no país. Neste cenário, fazer carreira no Google é quase sinônimo de uma trajetória profissional para lá de promissora.

Para que você possa se preparar para o rigoroso processo de seleção da empresa, conversamos com Mônica Santos, diretora de Recursos Humanos do Google para Latino América. Ela mostrou quais os sete critérios avaliados pelos headhunters da empresa:


1. Primeiro aluno
O papo de que as notas conquistadas na faculdade não determinam sucesso profissional não vale para o contexto do Google.

“A empresa começou dentro de uma universidade. Por isso, procuramos profissionais que tenham sido alunos aplicados”, afirma a diretora. “Não adianta ter estudado em uma universidade top, mas apresentar um desempenho medíocre”.

Isso significa que profissionais com uma formação acadêmica mais consistente, com MBA ou alguma especialização, ficam em destaque nos processos de seleção do Google. “Para nós, parar de estudar não é uma opção”.


2. Tagarelice trilíngue
Como toda empresa com caráter global, a rotina de trabalho diária dos funcionários do Google é toda organizada em torno das relações com pessoas de unidades de outros países.

Fato que (como já era de se esperar) torna a fluência em inglês um atributo fundamental para quem sonha entrar para o time dos googlers, como os funcionários da gigante de buscas são chamados.

Para completar, a operação latino americana do Google é comandada pela unidade brasileira. Por conta disso, o domínio do espanhol também é um requisito essencial para os candidatos a uma oportunidade na empresa.

Mas, de acordo com a diretora de RH do Google para Latino América, inglês e espanhol não são suficientes. O domínio de um terceiro idioma é um diferencial.

3. Seja geek, mas não se exiba
Em uma empresa ligada a internet, paixão por tecnologia é essencial. Mas não é necessário exibir uma porção de aparelhos eletrônicos de última geração durante a entrevista de emprego.

A estratégia, portanto, é demonstrar o quanto atualizado você está sobre assuntos pertinentes ao universo tecnológico. Mas cuidado para não bancar o bitolado em tecnologia. “Nós buscamos diversidade entre os nossos funcionários”, afirma a diretora.

4. Dance conforme a música
Flexibilidade é palavra de ordem dentro das quatro paredes dos escritórios do Google espalhados pelo mundo.

“Nosso negócio está em constante mudança, precisamos estar prontos para lidar com o inesperado e com desafios que ainda não existem”, afirma a diretora.

Essa premissa se reflete na própria estrutura de trabalho cultivada pela companhia. Com uma rotina flexível e descontraída, a proposta do grupo, segundo Mônica, é proporcionar que os funcionários “trabalhem duro, mas que se divirtam”.

O desafio diário, neste ponto, ganha um caráter malabarista: quem trabalha no Google precisa, desde sempre, aprender a equilibrar diversão e cumprimento de metas.

“O gênio que fica o dia todo sentado em uma sala e não tem outros interesses não cabe no perfil do Google”, diz Mônica.

5. Don´t be evil
De acordo com Mônica, quem quer trabalhar no Google precisa comprovar com suas experiências anteriores que é coerente com o lema da empresa “Don´t be evil”. “Nós esperamos que os profissionais tomem decisões corretas e éticas”, afirma.

Por conta disso, o processo de seleção do Google é rígido. De acordo com uma regra mundial, um candidato deve ser submetido a até oito entrevistas.

Participação em projetos sociais, em movimentos estudantis e até em organizações esportivas pode render pontos positivos para os candidatos. “Mais do que bons líderes, procuramos profissionais que realmente saibam trabalhar em equipe”, diz.

6. Os inconformados
Criatividade, curiosidade e inovação são três dos atributos mais valorizados pela companhia de Larry Page e Sergey Brin. “Procuramos pessoas inconformadas, que pensem fora da caixa”, diz Mônica.

Isso não significa que, para trabalhar no Google, é preciso andar com a cabeças nas nuvens. Mas, sim, ter ideias originais e saber como tirá-las do papel.

Nesse aspecto, de acordo com a diretora de RH, profissionais que desenvolveram projetos inovadores durante toda a sua trajetória profissional ganham atenção dos recrutadores da companhia.

 7. Em alta
“O mercado de internet é muito recente”, afirma Mônica. “Por isso, temos uma certa dificuldade para encontrar pessoas que conheçam esse mercado com profundidade”.

Por isso, de acordo com a especialista, engenheiros de software e especialistas em marketing digital estão entre os profissionais mais cobiçados pelo Google.

EUA enfrentam nova crise no mercado de imóveis

Bancos credores tiveram de congelar processos e acumular prejuízos. 

 

"Raiz do problema está em números que não fecham".

Às vésperas da eleição que definirá a nova composição do Congresso americano, o caos se instalou nos setores imobiliário e bancário dos Estados Unidos. Por negligência, ações de despejo movidas às pressas e sem o rigor exigido pela lei acabaram suspensas pela Justiça, para o alívio de milhões de inadimplentes.
Responsáveis pelos erros, os três principais bancos credores do país tiveram de congelar os processos e acumular prejuízos não esperados. O atraso na conta que os devedores terão de inevitavelmente pagar, avisam especialistas, acentua a incerteza no mercado e tarda a recuperação econômica do país.
A raiz do problema está em números que não fecham nos setores que provocaram a crise de 2008. No primeiro trimestre deste ano, cerca de 5 milhões de tomadores de empréstimos imobiliários estavam inadimplentes por mais de 90 dias. Desse total, 2,5 milhões tinham sido despejados e a propriedade dos imóveis havia sido repassada aos bancos. Outros 7,5 milhões de imóveis registravam valores de mercado menores que as hipotecas - um indicador de que seus proprietários poderiam parar de pagar aos bancos em qualquer momento.
Ao longo do ano, o ritmo de aumento dos estoques de casas assumidas pelos bancos foi menor que a capacidade de essas instituições cobrarem os inadimplentes. Além disso, o mercado estava desaquecido demais para que os bancos viessem a revender, em seguida, os imóveis tomados de inadimplentes.
A cada mês, desde março do ano passado, 300 mil proprietários de imóveis nos EUA receberam a notícia de que seriam despejados e perderiam suas casas para os bancos credores, de acordo com a consultoria RealtyTrac. A maioria deles em situação de desemprego ou de trabalho precário. Em setembro deste ano, 347,4 mil pessoas passaram por essa situação - 2,53% mais do que em agosto. Desse total, apenas 31,1 mil foram vendidas, a um preço médio de US$ 173,3 mil.
"O processo de despejo é doloroso para toda a sociedade. Mas terá de continuar. Senão, teremos uma nova década perdida", afirmou Christopher Leinberger, especialista em mercado imobiliário do Brookings Institution.

 

Twitter é considerado a rede mais usada por empresas

Microblog está presente em 84% das empresas, seguido pelo YouTube (62%) e o Facebook (61%)

As redes sociais, que antes se mantinham distante dos escritórios das empresas, passam agora a mudar o cenário e a ganhar cada vez mais espaço. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc), 65% das empresas já apostam nessas ferramentas. O estudo contatou 251 companhias.
Os números, que colocaram em cheque 11 redes sociais, deixaram o Twitter no topo do ranking como o mais usado. O microblog está presente em 84% das empresas, seguido pelo YouTube (62%) e o Facebook (61%). O estudo revelou ainda que 46% das companhias usam as funcionalidades para monitorar o mercado, 45% para acompanhar o comportamento dos clientes e 39% para monitorar a concorrência.
A Imbramerc indicou também que a aposta nesse novo modelo levou ao mercado profissionais especializados. Os dados mostram que 25% das empresas selecionam um funcionário exclusivamente para cuidar das redes sociais da companhia. No entanto, a maioria delas (42%) não há nenhum colaborador dedicado exclusivamente a esse trabalho.

250 mil alemães pedem remoção de imagens do Street View

Serviço que exibe imagens panorâmicas de ruas enfrenta resistência na Alemanha por invadir privacidade de moradores.



Quase 250 mil alemães pediram ao Google para apagar as imagens de suas casas do serviço Street View, que permite visualizar fotos panorâmicas de ruas no Google Maps. A funcionalidade, disponível em 20 países, entre eles o Brasil, ainda não foi lançada na Alemanha, o que deverá ocorrer em breve, anunciou a empresa nesta quinta-feira (21).
Por conta da resistência da população em relação à implantação do Street View, a empresa abriu espaço antes mesmo do lançamento da ferramenta para que qualquer morador da Alemanha solicite que imagens de suas casas sejam borradas para que não sejam identificadas. As fotos são coletadas desde 2009 e o procedimento é alvo de protestos e investigação no país.
Na Alemanha o Street View trará imagens das 20 maiores cidades. Segundo o Google, foram fotografadas, no total, 8.458.084 residências das quais 244.237 terão as imagens removidas, o que equivale a 2,89%. "Dada a complexidade do processo, haverá algumas casas que as pessoas pediram que borrássemos mas que estarão visíveis quando lançarmos as imagens em algumas semanas. Trabalhamos exaustivamente para fazer com que esse número seja o mais baixo possível, mas em qualquer sistema como esse pode haver enganos", afirma Andreas Türk, gerente de produto do Google na Alemanha.
Ele explica que em alguns casos, moradores pediram para remover a imagem de suas casas, mas não informaram a localização com precisão. Nesses casos, a solicitação poderá ser feita novamente após a publicação das fotos, por meio do botão “Informar um problema”.
Problemas referentes à privacidade são discutidos em todos os países em que o Street View é implantado. Na Alemanha, no entanto, a questão ganha contornos diferentes, em parte por conta de aspectos culturais. “A Alemanha tem uma experiência histórica muito especial de invasão de privacidade, com a dupla ditadura, nazista e depois comunista”, declarou recentemente à AFP Falk Lüke, especialista de internet da associação de consumidores VBVZ.
No Brasil, o Street View foi disponibilizado no dia 30 de setembro. No mesmo dia, internautas encontraram a foto do corpo de uma pessoa estendida em uma avenida do Rio de Janeiro, o que levou o Google a apagar a imagem no serviço.



Especial: Google


Inicio:

1995: Larry Page e Sergey Brin, futuros fundadores da Google se conhecem em um curso de graduação da universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Após discussões ferrenhas devido à diferentes pontos de vista , Larry e Segey acabam chegando à idéias em comum sobre um dos grandes desafios da computação: a obtenção de dados relevantes em grandes quantidades de informações. Em outras palavras: a busca.

1996: Em Janeiro, inicia-se o projeto BackRub, o ancestral do Google. O projeto recebeu esse nome devido à sua habilidade única de rastrear os links na web. Larry, que se destacava por sua habilidade com hardware, formula uma arquitetura de servidores baseada em máquinas de baixo custo.




1998: Continuando seus trabalhos, os amigos adquirem um terabyte em discos rígidos, uma capacidade de armazenamento muito grande para a época. Surge o primeiro data center (centro de dados) da Google, localizado no quarto de um dos fundadores. O Google ganhava popularidade e consumia a largura de banda da universidade como um pequeno monstrinho. Enquanto as aranhas – programas de computador que mapeiam a web – trabalhavam, a internet de toda a universidade simplesmente parava. O projeto deveria ganhar uma nova sede. Encorajados por David Filo, fundador do portal Yahoo!, Page e Brin continuaram seus trabalhos. Estavam endividados devidos aos gastos com a companhia e precisavam de um investidor. Esse investidor era Andy Bechtolsheim, um dos fundadores da Sun. De Andy, os dois amigos ganharam um cheque no valor de $100,000 dólares. O Cheque estava endereçado à Google Inc (que ainda não existia). Larry e Sergey foram obrigados a formalizar a empresa. A primeira sede foi uma garagem. No final do ano, o sistema de busca já respondia a 10.000 requisições por dia.

1999: O Google atinge surpreendentes 500,000 acessos diários e se move para uma nova sede. Haveria uma segunda troca neste mesmo ano. Em 21 de setembro, o serviço sai da fase de testes e o ‘BETA’ é removido do logotipo..

2000: O Crescimento da Google continuava. Pouco a pouco formava-se uma cultura única de trabalho. Em uma empresa que já contabilizava 60 empregados, as lava lamps eram a principal decoração. As mesas dos empregados eram bastante simples e não haviam paredes (como ocorre ainda hoje). Em cima dessas mesas, computadores de alto desempenho. O Clima de informalidade favorecia a troca de idéias entre os empregados. A velocidade inigualável e os recursos do portal atraiam usuários de forma astronômica.
Em Maio, após o recebimento de dois prêmios, o Google torna-se o maior portal de buscas da web, ao atingir o surpreendente número de um bilhão de sites em seu índice. Na mesma época, um sistema revolucionário de anúncios era criado. Logo viriam os primeiros lucros, por meio do o AdWords. Graças à uma parceria, a Google passa à fornecer seus serviços aos usuários do Yahoo!. Naquele mesmo ano surgiria ainda a Google Toolbar.

2001: Este foi considerado o ano das inovações, devido às dezenas de recursos introduzidos pela empresa em sua procura incansável por uma informação livre e sem barreiras. Surgiam:
  • Usenet archive, o maior grupo de discussão da web, comprado e remodelado pela google.
  • Google Zeitgeist: Estatísticas à respeito das palavras mais procuradas.
  • Google Image Search Busca de Imagens na web.
  • Google Catalog Search
Ao final do ano, já haviam três bilhões de sites catalogados.
2002: O Crescimento continuava. Diversos empresários passaram a buscar formas de adicionar a tecnologia Google aos negócios. A resposta veio em forma de Google Mini. As novidades não parariam por ai. No mesmo ano, foram lançadas as APIs, permitindo que desenvolvedores utilizassem recursos do Google em seus aplicativos. Mais tarde, a empresa adiciona recursos de computação de cluster à Google Toolbar, permitindo que os usuários colaborassem na pesquisa científica. O já popular AdWords foi atualizado. Surgiam Google Labs, Google News e Froogle.

2003: Foi criado o AdSense, sistema que permitia aos webmasters obterem fundos por meio de anúncios de texto. A busca também foi incrementada. De acordo com a palavra-chave digitada, a tradicional caixa de texto do Google já era capaz de rastrear vôos em aeroportos, realizar operações matemáticas e muito mais.

2004: Seguindo a expansão da companhia, a nova sede em Mountain View é inaugurada. Surgem os serviços de busca personalizada e Local Search, no Google Labs. No dia 1º de abril, são revelados planos para uma sede na lua, prevista para um futuro próximo. Neste mesmo dia, era anunciado o GMail, serviço de correio eletrônico que provocou uma revolução na web, ao oferecer 1 Gigabyte de espaço aos usuários gratuitamente. Parecia mentira. Mas não era. Num esforço para promover meios de organizar imagens e fotos, a Google adquire o Picasa, serviço voltado para o gerenciamento e organização de imagens.
Algum tempo depois, é lançada ao público a primeira versão do Google Desktop Search, um pequeno utilitário para realização de buscas rápidas no computador. Surge também o Google SMS, permitindo que usuários realizem buscas diretamente de seus celulares.

Expandindo os horizontes
Buscando novos caminhos e novas informações a serem organizadas, a Google adquire a Keyhole, empresa de mapeamento global e inicia os trabalhos no Google Earth. Dezembro traria novidades, com o anuncio oficial do Google Print seguido de uma tremenda atualização do Google Groups.

2005: A quantidade de recursos continuava a crescer. Surgia o My Search History, capaz de manter um histórico dos últimos termos pesquisados pelo usuário e o Google Web Accelerator, software para acelerar a navegação na internet. Seguindo uma tendência de personalização, a empresa anuncia o serviço Personalized Homepage, permitindo que cada usuário criasse sua própria página personalizada. Pouco menos de um ano após a compra da KeyHole, o Google Earth é apresentado aos usuários. Procurando trazer novidades ao já popular GMail, a empresa anuncia o Google Talk, um comunicador instantâneo bastante simples que fez surgirem críticas e elogios. A segunda geração do Google Desktop dá as caras, tendo como principal novidade a SideBar, uma barra de ferramentas lateral que busca integrar os serviços oferecidos pela empresa. O Google Blog Search completa o ciclo de inovações.

2006: O ano começa com a novíssima Google Video Store, loja de video criada pela empresa. Através dela, produtores de video passam a definir preços e licenças de uso para o conteudo.
O Google Desktop 3 dá as caras, com a capacidade de exibir os painéis da sidebar em qualquer lugar da àrea de trabalho. Poucas semanas depois uma nova versão é lançada em 15 idiomas.
Rumores a respeito do Google Calendar se fortalecem e pouco a pouco imagens começam a surgir na web. No dia 13 de abril, o serviço é lançado. O Google Talk ganha temas e imagens de exibição, conquistando cada vez mais usuários. Em parceria com a Nike, surge Joga.com , o portal dos amantes de futebol.
Na china, os conflitos com o governo se agravam e a Google acaba censurando seu mecanismo de busca. Revoltados, cerca de 20 usuários protestam na sede da empresa. O Planeta marte é mapeado e o Google Earth Ganha uma versão para macs. Nasce o Finance com informações sobre negócios. O GMail ganha recursos de chat. Já são mais de 25,270,000,000 páginas indexadas.


Google completa 12 anos de história

No dia 27 de setembro de 2010, a empresa de Mountain View completou 12 anos de sucesso inquestionável no mundo da internet e da tecnologia. Há doze anos atrás, Larry Page e Sergey Brin começaram algo que provavelmente eles não tinham noção do quão gigante seria. O dia 27 de setembro é a data oficial de aniversário da Google Inc., a responsável por revolucionar o método de buscas pela internet.
A Google está presente em todas as nossas ações na internet, e viver sem ela parece ser uma missão impossível. Não só utilizamos o site de buscas, mas, também o Orkut, YouTube, Google Reader, Maps e Earth, além de Gmail e Gtalk, entre (muitos) outros serviços. Google.com tornou-se o endereço mais conhecido e acessado do mundo virtual, onde milhares e milhares de pessoas encontram respostas para dúvidas e problemas dia após dia. É fonte de informação, pesquisa, notícias, curiosidades, etc.


Larry Page e Sergey Brin Fundadores do Google

Inicialmente, o projeto foi chamado de Backrub, para em 1998 ser registrado oficialmente como Google – o nome vem da palavra “googol”, que corresponde a um termo da matemática que designa um número 1 seguido de 100 zeros.


A Google está no mundo virtual e também no mundo da tecnologia com aplicativos desktop como Picasa, o navegador Chrome e até o sistema operacional Android, para smartphones e tablets. Seja como for, o usuário da internet já não pode escapar dos serviços desta superempresa.  

Google, o melhor lugar do mundo para trabalhar

O Google foi classificado como a melhor empresa para se trabalhar na América



O Google foi classificado em uma pesquisa realizada pela revista Forbes em 2007 como a melhor empresa para se trabalhar na América. A empresa que começou há apenas 10 anos atrás numa garagem com 7 pessoas contrata uma média de 9 novos funcionários por dia. Pessoas de ternos dentro do edifício do Google, geralmente são empresários visitantes. A roupa mais comum são jeans, T-shirt, blusas e de vez em quando pijamas. Onze lanchonetes servem comida de graça pelo menos 3 vezes por dia. Outras mini-cozinhas oferecem coffee-breaks com todos os tipos de lanches, cereais, frutas, doces e dezenas de bebidas incluindo o auto serviço de capuccino e máquinas de soda. Um ginásio oferece uma completa academia, com salas de massagens,  piscina, video games, máquinas de pimball, snookers, ping-pong. Almofadões estão por todos os cantos, para quem quiser tirar um cochilo. Outras regalias incluem cabeleireiros, lavanderia, babás para crianças e 5 médicos para fazer chek up dos funcionários...gratuitamente. E acredite... os empregados podem levar seus cães para o trabalho. Ah!... a única exigência é limpar a sujeira dos animais.

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