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Marketing Apelativo 3: Segurança

3M Company (antiga Minnesota Mining and Manufacturing Company até 2002) é um grupo econômico multinacional americano de tecnologia diversificada, organizado em unidades de negócios reunidas em 6 grandes mercados: Indústria & Transporte; Saúde; Consumo & Escritório; Segurança; Produtos Elétricos & Comunicação; Controle de Tráfego & Comunicação Visual. Seu portfólio contabiliza mais de 55.000 produtos, incluindo adesivos,abrasivos, fitas adesivas, equipamentos de proteção, blocos Post-it, esponjas Scotch-Brite, produtos médicos e dentários, produtos automotivos, entre outros. São cerca de 45 plataformas tecnológicas que a tornam uma das empresas mais diversificadas do mundo. A 3M possui mais de 45.000 patentes (registradas ou em processo)em sua história. São mais de 7.000 cientistas no mundo todo, alocados em laboratórios corporativos, divisionais e em alguns países determinados, representando um investimento médio anual de 6% das vendas.

Assim, recentemente foi publicado essa foto na internet. Não exige explicações, mas demonstra como uma simples idéia proporciona maior confiabilidade para os clientes. Essa imagem obteve bastante sucesso na internet e provavelmente, sucesso com os clientes da empresa.

Marketing apelativo 2: Negócios em casamentos americanos

Versão traduzida

Pai: Filho! Eu quero que você se case. Porém, com a moça que eu escolher.
Filho: Nãoo!
Pai: Filho, a moça é filha do Bill Gates!
Filho: Hmmm... então ok!
O pai vai ao encontro de Bill Gates...
Pai: Eu quero que sua filha case com meu filho.
Bill Gates: Nunca!
Pai: Tem certeza? Pois meu filho é CEO do World Bank.
Bill Gates: Hmmm... Então Ok!
O pai vai ao encontro do Presidente do World Bank...
Pai: Indique meu filho como o CEO do World Bank.
Presidente do WB: Nãoooo!!
Pai: Mas meu filho é genro do Bill Gates...
Presidente do WB: Hmmm... então ok!

Esse é o verdadeiro espírito do negócio! Será?




Encontrado na internet e adaptado por TutorExecutivo.com

"Pode ser?": A transição de posicionamento da Pepsi no Brasil

Por Lucas Margotti


Na tentativa de aumentar o consumo de seu refrigerante no Brasil, a Pepsi tem trabalhado bastante para aumentar sua participação no mercado brasileiro, que é liderado pela Coca-Cola. A última postura adotada pela empresa está criando uma visão bilateral devido ao duplo sentido adotado pela campanha da empresa, em que tenta por meio da alternativa, oferecer algo melhor ao consumidor quando não há a primeira opção desejada pelo mesmo.




Acredito que é raro um estabelecimento não possuir Coca-Cola, mas caso não haja, a próxima opção seria oferecer a Pepsi. E consciente disso, a Pepsi vem tentando demonstrar que a alternativa pode ser melhor que a primeira opção. Assim, a marca convida as pessoas a experimentar algo que possa ser melhor e surpreendente para os consumidores. Mas no mercado brasileiro, essa promoção pode estar sendo considerada um fracasso pelos próprios consumidores. Essa campanha representou quatro anos de planejamento e pesquisa, segundo a AlmapBBDO e a Pepsi, na qual a empresa se reposiciona no mercado na tentativa de aumentar sua participação, que não é significativa quando comparada com a Coca-Cola.

Marketing apelativo 1

Comercial Dafiti: Exemplo de comercial bem feito

Comercial da empresa de vendas online de moda feminina e masculina DAFITI. Simples e muito bem bolado, onde a idéia da empresa é eficientemente passada de forma cômica.Video que fará você assisti diversas vezes de tão bacana que é. Confiram abaixo:

Estoque de Sentimentos: Futebol e ações estratégicas de clubes e organizações como forma de dispêndio de emoções

Por Lucas Margotti

Nos últimos anos tivemos nossos sentimentos ligados a diversas ações de empresas e demais organizações, as quais descarregam inúmeras informações do mundo e nos ditam como as coisas devem ser seguidas. Desde ações de marketing de novelas até clubes de futebol, somos incentivados a gastar nossas emoções em coisas que são supérfluas, incapazes de agregarem valores úteis para nós consumidores, apenas simbólicos.


Marketing: o verdadeiro vencedor do campeonato brasileiro

Com cifras milionárias e recordes em patrocínios, o esporte se tornou o "queridinho" de marcas e empresas para veicular sua imagem

Por Portal Administradores

Dois times entram em campo com chances reais de conquistar o Brasileirão 2011. A promessa é de jogos cheios de emoção. A final, para levar o título, Corinthians e Vasco da Gama enfrentam seus principais rivais.

E não foi diferente, as torcidas se agitaram ao longo da semana, as provocações entre torcedores não pararam e, durante os 90 minutos das partidas, a emoção frequentou de forma intensa as arquibancadas, bares e a casa de milhares de pessoas. Com o apito final, o Corinthians consagrou-se o campeão brasileiro 2011, após somar 71 pontos em 38 partidas.

No entanto, tem muita gente além da torcida do Corinthians comemorando o Brasileirão. Esse ano, o vencedor antecipado para todos os envolvidos com o esporte foi o Marketing. Nunca houve tanto investimento e arrecadação por empresas e marcas nesse segmento e a tendência é melhorar ainda mais. 

A receita com patrocínio no futebol brasileiro deve atingir o patamar de 790 milhões de reais em 2014, segundo projeções da Crowe Horwath RCS, consultoria em gestão esportiva. Em um cenário mais otimista, a consultoria afirma que o faturamento pode ultrapassar a margem de um bilhão de reais dentro de quatro anos.

Inclusive, o tamanho de um clube de futebol não é necessariamente avaliado apenas pelo número de títulos conquistados, mas também pelo prestígio e alcance de sua marca. E nesse quesito, o Corinthians também ganha o título de clube com a marca mais valiosa do Brasil em 2011, de acordo com estudo da BDO RCS. Confira abaixo o valor da marca dos clubes brasileiros em 2011:

Outros esportes
Mas engana-se quem considera o futebol como a única plataforma de bons negócios no esporte. Várias modalidades estão chamando cada vez mais a atenção de torcedores e, consequentemente, das empresas que querem associar seu nome a elas. Além dos tradicionais esportes como voleibol, basquete e natação, as lutas de MMA, por exemplo, tem registrados picos consideráveis de audiência, principalmente, com a boa participação dos lutadores brasileiros. E isso, tem gerado patrocínios milionários e retornos consideráveis para empresas.

Há, ainda, a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, ambas com sede no Brasil, que também prometem esquentar ainda mais o mercado. Além da construção civil e do turismo - que injetarão recursos de US$ 200 bilhões – existem outras áreas com grandes oportunidades de crescimento e, com isso, o marketing voltado para o esporte deve alavancar consideravelmente.

Para José Estevão Cocco, diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy e da Academia Brasileira de Marketing Esportivo, existirá uma ampla oportunidade de negócios e milhares de oportunidades para micro, pequenas, médias e grandes empresas. "Num trabalho recente, o SEBRAE identificou mais de 800 oportunidades para as pequenas e médias empresas. A mídia terá, e já está tendo, um acréscimo brutal em suas receitas de patrocínios e veiculação de comerciais", ressalta José Estevão.

Aliás, a gestão comercial das marcas e o segmento esportivo nunca estiveram tão próximos. De um tempo para cá, criou-se um ciclo, em que uma alimenta a outra, por meio do aproveitamento das oportunidades geradas por ambas.

Competitividade por meio de aplicações logísticas: Intralogística, Manutenção preventiva total e Método 5 S's

Por Lucas Margotti

O desenvolvimento do mercado atual se baseia essencialmente pelo princípio da competitividade, que vem a ser uma capacidade capaz de promover a troca de informações no mercado para atender o cliente da forma mais satisfatória para o mesmo. Conceitualmente, Porter (1993) define a competitividade como a “habilidade ou talento resultante de conhecimentos adquiridos capazes de criar e sustentar um desempenho superior ao desenvolvido pela concorrência”. A estratégia consiste em basicamente desenvolver as atividades de uma empresa, buscando agregar valor aos seus produtos e serviços, desenvolvendo uma oferta única no âmbito de todo o mercado, oferecendo produtos e serviços com atributos distintos e valorizados pelos clientes (PORTER, 1986). 

Analisando o histórico das empresas no cenário internacional, pode-se perceber que muitas delas buscaram diversos meios para se tornarem competitivas no mercado e que muito desses meios foram desenvolvidos em uma dimensão interna da empresa. Mesmo que, conceitualmente, alguns temas têm sido incentivados recentemente, suas aplicabilidades demonstram terem origem nos primórdios da organização industrial. A intralogística representa esse fato, já que sua área de estudo é relativamente nova, obtendo grande espaço e importância devido aos ganhos obtidos nos processos de redução de custos, mas que de fato, existe desde os primórdios da civilização, quando os recursos disponíveis não estavam ao alcance do homem, fazendo que o mesmo buscasse meios de movimentar e armazenar tais recursos. Quando analisado as características essenciais para a competitividade, baseando-se na intralogística, pode-se perceber que é uma área de estudo muito importante, capaz de promover redução de custos e praticidade na organização. É uma ferramenta capaz de construir controle e organização dentro dos processos internos da organização, reduzindo custos e promovendo qualidade e sofisticação nos processos logísticos da empresa. Dentro da logística, ela é um recurso essencial e principal nos processos produtivos.

Atualmente muitas empresas têm buscado o aperfeiçoamento de suas capacidades a partir de perspectivas externas à empresa. Equivocadamente, muitas dessas empresas investiram em pesquisas com base no mercado para descobrir meios de alavancar suas operações, sem levar em consideração qualquer fator interno que não estivessem contribuindo para o desenvolvimento eficiente das operações da empresa. A partir dessa perspectiva, o entendimento de processos de melhoria contínua demonstra ser um princípio viável para qualquer medida inicial que a empresa possa tomar. A Manutenção Produtiva Total (TPM), por exemplo, é uma excelente ferramenta de análise e melhoria dos sistemas produtivos da empresa. Criada no Japão em 1970, essa ferramenta é resultado da evolução de outros três tipos de processos anteriores, tais eles a “manutenção corretiva”, utilizada até hoje, desenvolvida a partir de falhas já existentes, a “manutenção preventiva”, baseada na manutenção de máquinas e equipamentos com o intuito de evitar falhas inesperadas, e a “manutenção preditiva”, a qual busca um momento adequado para interferir nos equipamentos.

Essencialmente, o objetivo da “Manutenção Produtiva Total” é a melhoria da estrutura da empresa em termos materiais e humanos, buscando o rendimento operacional global. Da mesma forma que a “Intralogística”, a “TPM” é uma ferramenta capaz de colaborar com o desenvolvimento interno da organização promovendo melhorias para equipamentos de produção e práticas de manutenção eficientes, aperfeiçoando os processos logísticos da empresa. Essa abordagem possui papel fundamental dentro da estratégia política da organização, já que está diretamente envolvida aos enormes valores financeiros que são movimentados por ela. 

Finalmente, dentro do contexto de competitividade, baseado na logística interna como melhoria contínua dos processos produtivos da empresa, outra ferramenta essencial para o desenvolvimento da empresa é o método “5 S’s”. A brusca concorrência vivida ultimamente pelas organizações levou as empresas a buscarem constantemente o aperfeiçoamento da qualidade não só nos produtos e serviços, mas nos processos produtivos. Nesse contexto, o programa 5’s é uma ferramenta criada no Japão após a segunda guerra mundial que tinha como objetivo a reconstrução do país. Sendo assim, seus objetivos iniciais se baseavam na reorganização das indústrias, melhorando a produção devido à competitividade no período pós-guerra. Porém, hoje é um programa utilizado como um agente de conscientização da importância da qualidade no ambiente do trabalho. Seus principais atributos consistem na eliminação do desperdício, do custo excessivo, do desgaste, da falta de produtividade e dos problemas relativos à saúde, sendo capazes de promoverem o crescimento e desenvolvimento de uma empresa. Os conceitos dos cinco S’s estão relacionados à senso utilização e descarte, de organização, de limpeza, de saúde e higiene, e ao senso de autodisciplina.

Com o intuito de promover benefícios para a empresa e torná-la uma referência em questões de organização, esse programa é capaz de proporcionar maior eficiência no trabalho e na produtividade, melhoria no clima organizacional da mesma e maior lucratividade, já que, com maior satisfação dos clientes fiéis à empresa, novos clientes poderão surgir e aumentar seus resultados futuros, proporcionando uma vantagem competitiva para a empresa, além de ser uma referência para o aperfeiçoamento dos processos logísticos. Nesse aspecto, o programa “5 S’s” têm sido incentivado como uma ferramenta de orientação às práticas eficientes eminentemente de caráter participativo. 

Dentro dos conceitos de Porter sobre as características essenciais de competitividade das organizações, é possível perceber que os processos produtivos internos são os maiores responsáveis pela competitividade da empresa. Incentivando a melhoria interna continuamente por meio da Intralogística, Manutenção Produtiva Total e do Programa 5 S’s, pode-se dizer que o sucesso da empresa será viável, já que a mesma consegue eficientemente melhorar seus processos internos, reduzindo custos e, principalmente, promovendo elementos diferenciais na competição do mercado.

Perfil do Profissional de Marketing no Brasil

A àrea de marketing é uma das mais importantes dentro de uma organização. Muitos proprietários dão pouca importância para essa disciplina sem levar em consideração sua aplicabilidade como elemento estratégico no mercado. Muitos se limitam ao entendimento e execução de suas bases mais simples, sem levar em consideração o universo de informações e ferramentas que o Marketing pode oferecer. Da mesma perspectiva, o profissional de marketing é um elemento chave para o desenvolvimento mercadológico da organização, sendo sua responsabilidade o entendimento e análise mercadológica com o intuito de agir de acordo com as necessidades do mercado onde a empresa atua.

As maiores marcas globais de 2011

Encaminhando um link interessante do site "InterBrand.com" com o valor de mercado das maiores marcas do mundo. A Coca-Cola lidera o ranking mostrando que sua marca, só o ativo intangível, vale quase U$ 72 milhões. Confira o ranking geral no link abaixo:

2011 Ranking of the Top 100 Brands




Esse ranking mostra as 100 maiores marcas do mundo de acordo com seu valor de mercado, sendo classificadas em ordem decrescente. Tal ranking é desenvolvido anualmente pela interbrand.com.

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Atitudes e comprotamentos baseados na conquista individual

(Mini-artigo motivacional)

Por Lucas Margotti

Constantemente estamos lidando com pressões e obstáculos que nos desmotivam ou nos fortalecem. Nem sempre os maiores obstáculos são os mais difíceis de serem derrubados, e da mesma forma, os que são pequenos podem exigir muito mais de nós do que qualquer outro. 


Motivando seus funcionários: Cinco maneiras de fazê-los mais felizes

Matéria extraída do Portal Exame mas muito importante para que micro e pequenos empresários, onde estão inseridos a maioria dos trabalhadores brasileiros, tenho acesso às informações apresentadas aqui e pratique essas atitude para melhorar tanto aspectos da empresa quanto do trabalhador. É até um pouco óbvio a apresentação das cinco maneiras de motivar os funcionários mas acredito que essas são apenas algumas e que as necessidades de um bom profissional, vão além dos atributos que um chefe ou patrão pode oferecer. 

Acredito que além dessas maneiras de "alegrar" o funcionário, podemos considerar que oferecendo um ambiente digno de trabalho, conforto, remuneração adequada ou superior, confiança, respeito e ética, todo funcionário estará "satisfeito" com a empresa. Suponho ainda que esse texto propõe esses meios como uma forma de "alegrar" o funcionário, o que considero um pouco equivocado, já que, em minha opinião, essa forma de lidar com os funcionários é essencial e o mínimo que se pode oferecer à um trabalhador. 

Confiram a seguir:

Cinco maneiras de fazer seus funcionários mais felizes







Em um ambiente de forte competição por talentos, pequenas empresas muitas vezes enfrentam dificuldades para fazer frente aos salários e benefícios oferecidos pelos gigantes do mercado. Mas é possível incentivar os funcionários com medidas simples, que além de deixar o dia a dia da empresa mais agradável, podem aumentar a produtividade e a capacidade de inovação do seu negócio.

Conheça, a seguir, práticas adotadas por empresas de pequeno e médio porte para fazer seus funcionários mais felizes:

1. Reconhecimento

Trimestralmente, o Peixe Urbano faz uma pesquisa de clima para medir a satisfação dos funcionários. “Estamos crescendo em ritmo acelerado e consideramos importante avaliar como isso afeta os nossos funcionários”, explica Maria Fernanda, diretora de gente e gestão.

Como parte do processo de avaliação, a empresa decidiu identificar, na última edição, aqueles funcionários que melhor refletiam os valores da companhia, de acordo com seus próprios pares. Os cinco nomes mais votados foram reconhecidos por meio de um vídeo em que os gestores da companhia ressaltavam suas qualidades.

Segundo Maria Fernanda, prêmios “simbólicos”, como ingressos para cinema e shows e créditos para serem usados em compras no Peixe Urbano, fazem parte de política de recompensa da empresa, mas o fator mais importante é o reconhecimento. “O principal e colocar o profissional em evidencia e a mostrar que ele faz a diferença”, diz.

2. Incentivo

Reconhecimento é bom, mas, acompanhando de um bônus, é ainda melhor. Todos os anos, a Beneficência Portuguesa, de São Paulo, presenteia os 1,3 mil médicos e assistentes que fazem parte da equipe do hospital no Dia do Médico. “É uma maneira de dizer que estamos gratos e que estamos aqui para cuidar deles”, diz Cida Papai, gerente comercial do hospital.

Neste ano, a instituição presenteou seus funcionários com uma caixa da Viva! Experiências, que dava direito a uma degustação à escolha de cada presenteado. “No passado, promovemos shows e coquetéis, mas a agenda do medico é muito corrida, era difícil de juntar todos. Queríamos dar um presente que ele pudesse curtir com a família”, conta Cida. A ação foi um sucesso. “O entusiasmo foi geral, todos ficaram comentando pelos corredores em qual degustação iriam”.

3. Diálogo

Quando os funcionários estão por dentro das estratégias da empresa, se sentem mais motivados a abraçar as decisões e fazê-las acontecer. A cada 15 dias, todos os funcionários do Peixe Urbano se reúnem com um dos sócios para um “Papo de Peixe”, um bate papo informal para discutir as últimas novidades e estratégias da empresa. Julio Vasconcelos, o CEO da empresa, está presente sempre que possível e conduz pessoalmente a conversa com os funcionários, que também envolve convidados externos. As reuniões são programadas para terminar sempre com um happy hour. “A diversão é um dos princípios da empresa”, explica Maria Fernanda.

4. Liberdade

Outro elemento que faz parte da cultura do Peixe Urbano é dar liberdade aos funcionários para fazer seus horários e se vestir como quiserem. Segundo Maria Fernanda, a política ajuda a manter o ambiente informal, criativo e produtivo. “Queremos construir um ambiente de trabalho divertido, agradável e com foco em resultados e não em regras”, explica.

Em áreas que independem do horário comercial, os funcionários tem total liberdade para fazer seus horários. “Internet não para nunca, as pessoas estão sempre ligadas”, justifica a gestora. Mesmo para as áreas que requerem um horário mais rígido, há margem para escolha. “O pessoal de atendimento ao cliente, por exemplo, pode entrar entre 8h e 11h”, diz Maria Fernanda. “As pessoas podem fazer seu horário. Trabalhamos com a entrega e a responsabilidade”, acrescenta. Já no quesito guarda-roupa, a flexibilidade é total. “As pessoas podem se vestir como quiserem. Tem gente que vem de bermuda e chinelo. Somos ‘casual everyday’”, brinca.

5. Envolvimento

Envolver os colaboradores nos processos de inovação da companhia é uma maneira de permitir que eles desenvolvam o próprio potencial criativo e, ao mesmo, tempo, colaborem para o sucesso do negócio. Todas as sextas feiras, os funcionários do portal Minha Vida param o que estiverem fazendo para se dedicar a pensar em ideias inovadoras.

“Eles têm um dia inteiro livre para trabalhar em interesses pessoais, de maneira que isso se reverta em resultados à empresa”, explica Gomér Gonzaga, gerente de gente e gestão. Os 60 funcionários da companhia se reúnem em times de trabalho, de acordo com os interesses e afinidades de cada um. Juntos, eles fazem “brainstorms” e trabalham em ideias que, posteriormente, são apresentadas aos sócios da empresa.

O projeto, conhecido como Ideia Day, rende frutos que podem ir de um novo recurso para o portal até mudanças em processos internos da companhia. “Nosso funcionário tem liberdade para fazer acontecer. Tudo é feito com rapidez e transparência”, diz a gestora.

A startup Bougue está inaugurando um programa similar de incentivo à inovação, com um ingrediente extra: a competição. Trimestralmente, os funcionários da empresa (que ainda conta com um time reduzido, de apenas sete pessoas) são divididos em duas equipes, que trabalham uma vez por semana em uma proposta de melhoria no modelo de negócios da empresa. As equipes contam com mentoring dos co-fundadores da startup para desenvolver a ideia.

Após três meses, o time “vencedor” é escolhido. Além de ter a ideia implementada, os ganhadores recebem pequenos incentivos, como bônus em dinheiro ou viagens. “O premio não é o foco, é só um extra“, diz Fernando Canuto, fundador do negócio. Outra política adotada pela jovem empresa é reservar uma hora por dia para os funcionários dedicarem a projetos pessoais. “É diferente do ambiente corporativo. Queremos trabalhar as competências do nosso time”, justifica o empreendedor.

Adaptado por Lucas Margotti & TutorExecutivo.com e extraído do Portal Exame

Portal Exame: www.exame.com

Posso deixar para o amanhã?

"Muito do stress que as pessoas sentem não vem de terem coisas demais para fazer. Ele vem de não terminarem o que começaram” (David Allen).

Encaminhando esse artigo muito interessante do portal "Administradores", escrito por Roberto Recinella, o qual descreve sobre o comportamento de profissionais mediante às pressões contínuas e a incidência de stress resultante das falhas de organização. 

Posso deixar para o amanhã? 


Você sabe o que é procrastinação? Para não correr o risco de você procrastinar a leitura deste artigo, já vou lhe explicar.
Esse é um problema que todos nós enfrentamos quando adultos (e mesmo quando crianças). Devemos reservar algum tempo para simplesmente não fazer nada, mas quando há algo para fazer, que realmente deve ser feito, como podemos deixar a preguiça de lado e não "deixar para amanhã?" Quais as razões por trás da procrastinação e como lidar com elas?


A questão é como resistir à tentação de deixar tarefas para depois num mundo no qual a educação familiar e até as empresas menosprezam a pontualidade.
A procrastinação é uma disposição comportamental que leva a adiar e a evitar determinadas tarefas ou certas decisões. Este comportamento de fuga é causado pela existência de outras atividades mais agradáveis e que assumem, aparentemente, maior relevância naquele momento.

O que é que vem primeiro: motivação ou ação?
A maioria das pessoas responderá motivação. É a resposta típica dos procrastinadores. Mas não é a resposta correta. Os procrastinadores dizem: "Não tenho vontade agora. Faço quando tiver". E esse momento parece não chegar nunca, simplesmente porque estas tarefas são aborrecidas e desagradáveis.
A ordem dos acontecimentos é mais ou menos assim: ação gera motivação que gera mais ação, gerando uma espiral de acontecimentos. Existe a necessidade de quebrar a inércia, por isso a importância da ação, esta que gera movimento e assim a atividade começa a ser feitas. O inicio é o mais difícil. Observe quando alguém inicia um programa de exercícios. Os primeiros minutos são frustrantes, mas quando o corpo aquece parece que o tempo voa.
A procrastinação é basicamente um conflito entre o "dever" e o "querer", em que o procrastinador faz aquilo que "quer" fazer, em vez do que "deveria" fazer, mesmo sabendo que poderá ter conseqüências negativas.
"Às vezes, o indivíduo apresenta um quadro sério de estresse, sente-se ansioso, o que pode gerar dores de cabeça, aumento na pressão arterial e problemas de estômago", diz a consultora norte-americana Rita Emmett, que dá palestras sobre procrastinação.
Psicólogos podem citar inúmeras razões porque as pessoas procrastinam, mas a razão nº 1 é o medo de fracassar. Nós adiamos muitas coisas porque nós temos medo de não fazê-las corretamente.
Perfeição é outra palavra dos procrastinadores, lembre-se antes do ótimo vem o bom. Não estou estimulando ninguém a fazer nada mal feito, o que estou tentando lhe dizer é que almejando o perfeito, você acaba não fazendo nada. Conheço escritores que estão há mais de vinte anos escrevendo um livro e nunca terminam, pois sempre acham que podem melhorar.
Douglas Adams fez tudo que podia para evitar o trabalho penoso de se afundar em sua escrivaninha e redigir o romance "The Salmon of Doubt" ("O Salmão da Dúvida"). O peculiar autor britânico colocou-se de molho, por horas, em uma banheira. Vagabundeou. E imaginou desculpas fantásticas para seu irritado editor. Quando morreu, em 2001, Adams tinha dedicado uma década ao livro sem nem sequer ter completado um rascunho. Com clássicos como "O Guia do Mochileiro das Galáxias" no currículo, o escritor tornou-se um símbolo dos procrastinadores (ou enroladores, preguiçosos). "Amo prazos", disse certa vez. "Gosto do som que eles fazem quando saem voando".
Por volta de 1770, Philip Dormer Stanhope político e escritor inglês conhecido como 4o Conde de Chesterfield decidiu escrever para seu filho uma série de cartas transmitindo conselhos de vida que ele considerava importantes. Dentre os conselhos havia o famoso e conhecido "Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje".
Mas infelizmente nesta questão todos temos uma inclinação natural a seguir o conselho de Mark Twain famoso escritor, humorista e romancista americano "Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar para depois de amanhã".
Deixar para depois não é sinal de preguiça ou a irresponsabilidade. Aquele que procrastina prioriza coisas menos importantes ás mais importantes, enfim ele coloca diversas tarefas menores na frente fazendo a pessoa viver a ilusão de que, adiando, tudo será solucionado como num passe de mágica.
Lembre-se de quando você era pequeno. Como a maioria das crianças nessa idade você não gostava de verduras e quando era obrigado a comê-las, deixava para o final, na esperança, de que alguma coisa acontecesse que a impedisse de ter de completar a tarefa. Algo semelhante acontece com as pessoas depois de adultas.
O grande problema com a procrastinação é que ela se auto-alimenta, de uma forma geral, quanto mais adiamos algo, mais resistentes ficamos a iniciar a tarefa em questão.
Há um outro fator muito interessante a ser observado na procrastinação. A consciência da própria mortalidade é que faz as pessoas postergarem alguma atividade, seja ela interessante ou desagradável. Se elas têm a chance de adiar alguma escolha, fazem-no porque têm a sensação de estar garantindo o dia de amanhã. É uma forma de se iludir, de tentar se tornar imortal.
Seja o que você esteja fazendo agora, você estará deixando de fazer outra coisa. Por exemplo, se você está lendo este livro com certeza abdicou de assistir um filme, jogar bola ou mesmo terminar aquele relatório que já está atrasado. Então, a questão não é como evitar a procrastinação, mas como procrastinar bem.
Para isso existe o planejamento de prioridades, separando as atividades que "precisa" ser realizadas daquilo que você "gosta" de fazer. O ideal seria que as listas fossem iguais, mas isso não acontece na vida real. Não conheço ninguém que goste de ir ao banco enfrentar filas e ser mal tratado ou de fazer dieta. Mas são atividades que não podem ser delegadas e têm que ser feitas somente por você. A não ser que desenvolvam uma tecnologia onde as pessoas possam fazer dieta, ir ao dentista ou participar daquela avaliação de desempenho anual por você. Se por acaso desenvolverem, por favor, me avisem.
Mas enquanto isso não acontece, você tem que assumir suas responsabilidades e cumprir as atividades da sua lista.
Há três variáveis de procrastinação, dependendo do que você faz ao invés de trabalhar em algo: você pode não fazer nada e ficar enrolando; pode fazer algo de menor importância ou realmente fazer algo importante. Eu acredito que este último seja o tipo de boa procrastinação.
A exemplo daquele "analista de sistemas" que se esquece de pagar as contas, de se barbear, de comer direito, de sair de casa enquanto desenvolve um novo software. Sua mente se desliga deste mundo porque está trabalhando duro em outro.
"As pessoas têm uma competição interna entre satisfazer o seu 'eu' do presente e o seu 'eu' do futuro", diz John Kammeyer-Mueller, especialista em gerenciamento do tempo da Universidade da Flórida (EUA).
Estamos vivenciando uma das maiores transformações na história da humanidade. Expostos a mudanças cada vez mais rápidas, profundas e determinantes de um novo modelo de gestão. Concluímos que viver hoje é um desafio de flexibilidade e capacidade de adaptação.
Se já é difícil fazendo a coisa certa imagine postergando a sua evolução.
Pare de fazer gol contra, organize-se para aproveitar melhor suas competências, descarte o que não é necessário e se concentre naquilo que realmente faz a diferença.

A gestão de custos para as micro e pequenas empresas

Por Lucas Margotti

A competitividade no mundo empresarial é uma tendência continuamente crescente. O comportamente de cada empresa na competitividade é resultado de sua capacidade administrativa. Entretanto, a gestão eficiente de custos e despesas é a maior responsável pelo grau de competitividade de uma organização. Desde que não haja redução da qualidade, uma empresa que consiga promover redução de seus custos e atribuir isso ao preço final, torna-se uma empresa competitiva capaz de mudar diretrizes não só de si mesma, mas de todas as outras concorrentes, promovendo a satisfação de consumidores. 

Beatles: Empreendedorismo indireto

Encontrei esse trabalho em um site sensasional (superempreendedores.com) e estou encaminhando aqui no Tutor Executivo. Tal site propõe mesclar ficções e outras realidades com o mundo empresarial. Muito interessante esse site e indico para vocês. Mas antes, confiram este artigo abaixo extraído do site.


Lições de Negócios de John Lennon





Por "SuperEmpreendedores.com"




“Um sonho que você sonha sozinho é apenas um sonho. Um sonho que você sonha com alguém é realidade.”John Lennon

Como todo grande artista a frente do seu tempo, John Lennon e os Beatles tiveram que camelar muito até encontrar alguém que os aceitassem como eles eram.
No início ninguém deu muita bola para John Lennon e os Beatles. Mas eles tinham carisma. Certa vez um gerente de uma grande gravadora foi com a cara deles e resolveu lhes dar uma sugestão, “Meus amigos, eu gostei de vocês, por isso vou lhe dar um conselho. Abandonem esse negócio de rock. Hoje em dia (1960) existem muitas bandas de rock no mercado. Se eu fosse vocês, eu trocaria as guitarras por pianos e escolheria a música clássica”.
John Lennon é o meu ídolo máximo na área da cultura, contra-cultura, artes, contra-artes e afins. Eu cresci ouvindo os Beatles, aprendi inglês ouvindo os Beatles, dei o meu primeiro beijo ouvindo os Beatles, o primeiro sexo ouvindo os Beatles, a primeira briga ouvindo os Beatles e sei lá mais o quê.
O Revolution do nome BizRevolution vem da música Revolution dos Beatles gravada em 1968 e onde John Lennon invoca uma revolução sem violência, onde todos os indivíduos assumem a responsabilidade direta por seus atos, e pela falta deles.
A introdução do livro QUEBRA TUDO trás a letra de Imagine misturada com a letra de Revolution.
A influência dos Beatles em tudo que eu faço vai e volta, mas está sempre presente.
Hoje, dia 9 de dezembro, faz 29 anos que um FDP matou John Lennon pelas costas e interrompeu uma Vida de inspiração para milhões.
Imagine o que John Lennon teria produzido para o mundo nos últimos 29 anos se não fosse pelo maluco que lhe tirou a Vida?
Todos os anos, desde 1980, eu procuro prestar algum tipo de homenagem a John Lennon; e vou continuar a fazer isso até me juntar a ele esteja onde estiver para arrepiar os céus.
Hoje, eu quero falar de algumas passagens empreendedoras que rolaram durante a carreira de John Lennon.

1. Ninguém faz nada sozinho, nem John Lennon

John Lennon fundou o grupo que deu origem aos Beatles, o Quarry Men. Ele era o líder, o vocalista principal, O cara. Mas quando conheceu Paul McCartney, ele mudou completamente a maneira de ver as coisas e a sua própria liderança. Ao invés de liderar a banda, ele dividiu a frente do grupo com Paul McCartney. O resto é história.
John Lennon e Paul McCartnery formaram a melhor dupla de compositores da história da música popular.
Durante toda a carreira dos Beatles, independente de quem fosse o autor de uma determinada música, os dois simplesmente diziam que a autoria era de ambos. Foram quase dez anos de centenas de criações e dezenas de sucessos.
Hoje é muito comum você ver os membros de uma banda apontarem todos os membros como compositores de uma música, mas quem começou essa história foi John Lennon.
O quanto o mundo poderia ser bem melhor se as pessoas que o fazem não se importassem com quem irá levar o crédito por uma boa idéia?
Deixe o seu ego de lado, John Lennon deixou, junte-se a revolution.
Todas as empresas chamam os seus funcionários de colaboradores mas os tratam como funcionários quando o assunto é receber o dimdim. TODOS que trabalham em uma empresa com fins comerciais TEM algum envolvimento. Entretanto, APENAS os vendedores ganham comissão.
Quando isso vai mudar? Quando os colaboradores que colaboram com as vendas serão recompensados pela sua colaboração nas vendas?

2. Despeça os seus melhores amigos se for preciso

O Paul McCartney trouxe George Harrison, Lennon trouxe Pete Best – baterista e seu melhor amigo. Entretanto, Pete Best, não era best o bastante para continuar em uma banda chamada The Beatles. Ele era bom para a fase QuarryMen, mas fraco para a fase The Beatles. John Lennon não teve dúvidas, mandou Pete Best embora, e chamou Ringo Starr.
Novos patamares, novos funcionários com novas habilidades. Uma lição fácil de aprender e difícil de implementar.
O que fazer com os profissionais que ajudaram a empresa a chegar até aqui mas não servem para levá-la mais adiante?
Escola neles! Livros neles! Estudo neles! Caso contrário, rua.
John Lennon era humano, e nem sempre foi tão severo com a mediocridade. Ele tinha um segundo amigo na banda, Stuart Sutcliffe – poeta, pintor e música medíocre – que ele teimava em manter na banda.
Se não fosse pelo Sutcliffe pedir para sair, Lennon teria mantido o cara nos Beatles e talvez comprometido toda a sua carreira.
Aqui, mas uma vez, fica a mensagem: cara, procure fazer o que você gosta de fazer e sabe fazer. CUIDADO para não se comprometer em negócios que não conhece.

3. Gênios produzem, copiam, inventam, mixam

Os primeiros discos dos Beatles tinham músicas de outros caras. As primeiras músicas dos Beatles tinham uma batida similar a batida que já existia no rock. Mas nem por isso eles ficaram parados esperando pela surgimento de uma grande idéia. Eles produziam, produziam, produziam, e durante os quase 10 anos que ficaram juntos, a qualidade das composições foram ficando cada vez melhores.
A evolução é nítida quando você ouve “Love Me Do” – primeiro sucesso dos Beatles -, e quando você ouve “Let it Be” – um dos últimos sucessos.
Eles começaram com cabelo curtinho e terminaram com cabelo cumprido e barba. Eles começaram tomando Coca-Cola, e experimentaram de LSD a cocaína. Eles começaram se apresentando com roupas iguais e terminaram usando calça boca de sino e roupas da Índia. Eles tocaram rock, pop, heavy metal, fizeram música para criança, música para dormir, música clássica, música para desenho animado, músicas de 2 a 13 minutos de duração. Eles fizeram de tudo, experimentando todos os tipos de sons, e deram origem a dezenas de estilos de música popular. A única coisa que eles NÃO FIZERAM foi ficar parado e nadar no sucesso do passado.

4. Os Reis do ié-ié-ié são os Reis do Marketing Viral

John Lennon era o engraçadinho da turma. Ele era cheio de tirar um sarro de todas as situações possíveis e imagináveis. Os reportéres iam para as entrevistas na esperança de captar alguma nova frase de efeito de John Lennon para publicar estampadas em seus tablóides. John Lennon inventou os paparazzis!
A mais viral de todas as frases de Lennon foi dita no dia 4 de Março de 1966, John Lennon disse, “O cristianismo vai sucumbir. Hoje nós somos mais populares que Jesus Cristo”. A frase gerou uma grande onda de revolta contra os Beatles. Milhares de disco foram queimados, e até a Ku Klux Klan pediu a cabeça de Lennon.
Outro grande viral da carreira dos Beatles foi a invasão da Beatlemania aos EUA em 1964. Fala-se muito que toda aquela mulherada que gritava feito loucas arrancando os cabelos no aeroporto eram mulheres contratadas pela EMI para chamar a atenção dos americanos. Se isso realmente aconteceu, os Beatles são os precursores do vídeo viral.

5. You Beatles Tube

Os Beatles sabiam desde sempre que o vídeo teria um papel muito importante na disseminação da sua música. Foram os Bealtes que inventaram o video-clip. Foram os Beatles que filmaram pela primeira vez as suas turnês músicais para transformar em produto para venda. Foram os Beatles que tocaram pela primeira vez em um grande estádio esportivo (inclusive nem havia aparelhagem boa o suficiente na época para tanto. Tem gente que pagou e não ouviu nada). Como Elvis, os Beatles entraram para o mundo do cinema, e usaram a telona para espalhar sua música. Música, clips, televisão, turnês, camisetas, shows em estádio, os caras inventaram tudo.

6. Toda grande empresa precisa de uma Equipe de Staff Poderosa

John Lennon era um artista. Paul McCartney era outro artista. Harrison e Ringo também. Os caras chegaram onde chegaram porque conseguiram se cercar e atrair profissionais de incrível talento e percepção musical e de negócios.
Brian Epstein, o empresário dos Beatles, foi o cara que descobriu a banda no Cavern Club e se dobrou para torná-los famosos. É de Epstein a idéia de todos os quatro se apresentarem usando ternos e não jaquetas de couro. Ele enquadrou John Lennon e enquanto esteve vivo era a liga que unia os quatro.
George Martin, o produtor, gravou a grande maioria das músicas dos Beatles, e conhecia os quatro como ninguém. Ele foi o grande responsável por tornar as idéias malucas dos Beatles em realidade, como a mistura de músicas com sons do dia-a-dia que aconteceu no Sgt Peppers.
Os Beatles começaram a terminar quando Epstein morreu; a liderança que eles tanto precisavam começou a desmoronar. O cara da execução que mantinha o grupo com os pés no chão se foi. Idéia sem execução é apenas um sonho. Vale para os Beatles e para você.

7. E, o sucesso é um grande mistério, que todo empreendedor desconhece sua origem

Dez em cada dez empresas não dão certo quando começam. Sete delas quebram. Três delas dão certo porque o empreendedor é flexível o bastante para se adaptar a realidade das coisas.
O que faz um negócio prosperar?
Ninguém sabe e todos sabem.
Continue lendo o que eu escrevo, continue lendo o que os outros escrevem, continuem estudando as histórias de outras pessoas, keep walking, um dia você descobre o que é único e o que funciona melhor para você.
Certa vez, um repórter perguntou a Lennon, “A que você deve o sucesso dos Beatles?”, John Lennon respondeu, “Se eu soubesse eu me tornaria empresário e começaria outra banda”.
ALL YOU NEED IS LOVE!
NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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