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Pesquisa confirma que consumidores estão mais informados do que os vendedores

É perceptível que os mecanismos tecnológicos oferecidos à sociedade permitem usar tais ferramentas para entreterimento, inovações, novidades, e agora, comparar e conhecer sobre produtos e preços. Tal ferramenta está "dando rasteira" nas empresas de varejo e impossibilitando a venda de produtos que não caem no gosto do consumidor. O mais interessante, é que boa parte dos negócios estão se adaptando a isso e criando um novo ambiente de negócios no próprio mundo virtual. Tal fato possibilita o consumidor conhecer e pesquisar sobre produtos de seu interesse. O interessante, e tal fato cheguei a testemunhar, é que grande parte das lojas físicas não possuem as mesmas promoções disponibilizadas nos próprios sites¹. 

As empresas precisam adaptar aos novos paradigmas de compras na sociedade. Tais modificação quase sempre serão conquistadas em prol do consumidor, e as empresas, até as tradicionais, que não se adaptarem a isso, correrão risco de não existir no futuro.

 (1. Empresas grandes: Ricardo Eletro, Magazine Luiza, Ponto Frio, Americanas, Casas Bahia, etc.) 

Sigam a matéria encontrada na Revista Exame que explica tal fenômeno que vem acontecendo:


Dados indicam que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter prejuízos nos negócios



Os consumidores estão mais informados do que os vendedores das lojas. Pelo menos é o que diz a última edição da pesquisa mundial sobre compras de fim de ano, realizada anualmente pela Motorola Solutions. O estudo indicou que 55% dos varejistas pesquisados acreditam que, no período de festas de 2010, os clientes tiveram acesso a mais e melhores informações que as equipes dos pontos de venda.

O resultado seria consequência da crescente disponibilidade de ferramentas de compra online e aplicativos para telefones móveis que permitem comparar preços e ter acesso a descontos e redes sociais. O levantamento indica ainda que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter seus negócios prejudicados: 28% das pessoas que visitaram alguma loja teriam deixado de gastar US$ 132, em média, por problemas relacionados ao atendimento no ponto de venda, à falta de produto e de atendentes e às longas filas para pagar.

Por outro lado, quatro de cada 10 (43%) compradores atendidos por vendedores equipados com computadores móveis portáteis afirmaram que o dispositivo melhorou sua experiência de compra. A pesquisa também indica que a maioria dos varejistas (87%) acredita que os consumidores podem encontrar facilmente uma melhor opção, por isso a importância do acesso à informação em tempo real.

Além disso, 39% dos clientes que utilizam smartphones deixaram a loja sem fazer nenhuma compra e seus dispositivos móveis foram determinantes nessa decisão: 12% consultaram online os preços em outras lojas e 8% verificaram a disponibilidade dos produtos em outros estabelecimentos. Quase 25% dos pesquisados disseram ainda que concluíriam suas compras em lojas com terminais de pagamento portátil e 9% afirmaram que utilizariam seu próprio telefone móvel para escanear itens e processar o pagamento sem a ajuda de um vendedor.

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Conrado Adolpho e o Marketing virtual - Autor de Google Marketing

Conrado Adolpho: Palestrante, escritor, consultor e estrategista de Marketing digital.
Pesquisando recentemente na internet, encontrei referências sobre esse autor. De fato, seu conhecimento no assunto de marketing é bem interessante e um pouco inovador. No próprio site de Conrado, é disponibilizado o download do primeiro capítulo de seu livro: Google Marketing - O Guia Definitivo de Marketing Digital. Creio que o livro é bastante interessante e completo pelo o que demonstra o primeiro capítulo. É um livro didático, técnico e ao mesmo tempo um livro gostoso e interessante de ler. O palestrante demonstra total conhecimento no assunto e nos permite entender os conceitos entre marketing em midia e a publicidade na internet. São vários ensinamentos e ferramentas que o autor nos propõe a conhecer e aprimorar sobre o assunto. Vendo uma palestra de 1 horas publicada em video no próprio site do Conrado (www.conrado.com.br), é perceptível a qualidade do profissional em administrar palestra e total domínio sobre suas teorias. 
Pra falar a verdade é o autor mais interessante que já vi até agora em marketing ou (até mesmo) no curso de Administração durante meus 2 anos de curso.

Para fazer download do primeiro capítulo do Google Marketing gratuitamente: 


Para Comprar o Livro: 



Conrado Adolpho é autor de um dos livros de marketing mais vendido do país - o livro Google Marketing -, tem sua formação em escolas de excelência como ITA e Unicamp. É formado em marketing e pós-graduado em economia. Colunista de importantes veículos nacionais na área de marketing digital, diretor de empresas baseadas em ambiente web, consultor de empresas das mais variadas áreas de atuação e ministra palestras por todo o país mostrando como as empresas podem utilizar a Internet para aumentar receita e lucratividade.


O Autor sobre o Autor

Conrado Adolpho
"Sou empresário, escritor, palestrante e consultor de Internet. Especializado em como a Internet e as novas tecnologias interativas vêm mudando o comportamento do consumidor e o relacionamento das empresas com seus públicos-alvo.

Tenho atuado planejando campanhas digitais baseadas em web 2.0, mecanismos de busca, marketing digital e mídias interativas.

Tenho atuado principalmente no sentido de planejar e executar ações com o objetivo de gerar aumento de demanda qualificada para sites de comércio eletrônico e institucionais, melhorar o relacionamento de seus clientes com seus consumidores por meio de ações digitais, posicionar marcas no mercado por meio de ferramentas de web 2.0 como YouTube, Via6, Podcasts e outras, além de trabalhar no Planejamento Estratégico de Marketing Digital em várias empresas mostrando todas as etapas para que essas organizações façam da Internet uma ferramenta lucrativa, eficiente e de impacto significativo no seu market-share.
Minha experiência acadêmica veio de faculdades de exatas e humanas. Sou formado em marketing, porém, cursei engenharia aeronáutica no ITA, química na Unicamp além de ter ministrado aulas por mais de dez anos.

Sou um dos poucos profissionais do país a ser certificado pelo Google. Não sei quantos há no total, mas sei que são poucos.

Sou autor do maior livro de marketing digital do país - o livro “Google Marketing”. O livro “Google Marketing” está sendo apontado como uma referência em marketing digital e um divisor de águas na literatura nacional sobre marketing na Internet.

Sou diretor da Publiweb – uma das maiores agências do Brasil especializada em marketing de busca. Também sou diretor do banco de imagens Fototic - primeiro banco de imagens por micropagamento do Brasil.

Sou investidor de projetos de internet baseados em colaboratividade, consultor para novos negócios baseados em ambientes web para empresários e empreendedores analisando riscos e fornecendo informações de mercado cruciais para o sucesso de projetos inovadores.

Presto consultoria ensinando a empresas como transformar a internet em uma ferramenta poderosa de marketing, vendas e relacionamento com o mercado.

Ou seja, tenho dormido bem pouco nos últimos anos :-) "


Campus Party: O espetáculo tecnológico


A Campus Party é uma celebração única. Alimenta-se do novo, do digital e das vantagens de uma rede mundial consolidada por máquinas, mas idealizada e mantida graças a pessoas de carne e osso, como qualquer um de nós.
Nasceu no velho continente, em 1997. Hoje é considerado o maior evento de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo. Para comprovar o status adquirido, a Campus reuniu, nos últimos anos, milhares de cidadãos e suas extensões tecnológicas dos quatro cantos do planeta ao redor de uma verdadeira  saudação à partilha de conhecimento, à troca de experiências e à realização de todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.



Sabedores do que os aguarda, os participantes da Campus Party seguem rumo ao evento munidos dos mais  diferentes aparatos eletrônicos, malas, barracas e aquela que é sua principal ferramenta: a mente criativa. Lá, deparam-se com uma completa infra-estrutura de serviços, lazer, higiene, segurança, alimentação e, principalmente, tecnologia. Durante uma semana, todos transformam aquele espaço em seu cômodo lar-doce-lar.



Nesta gigantesca família, encontram-se desde estudantes a professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores,  artistas, empresários e outros tantos curiosos. Estratégica, a Campus Party consegue ser um dos poucos pontos de encontro físico entre tribos digitais e grandes empresas, além de contar com a participação decisiva das administrações públicas.
Graças a estes ingredientes, a formação de opiniões e a criação de tendências surgem como resultados naturais desta mistura, e o comportamento dos participantes confirma suas posições como vanguardistas, trendsetters, criadores de uma nova economia e responsáveis pelos futuros rumos da tecnologia da informação.
Pelos corredores da Campus Party já passaram convidados de enorme destaque como Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, em 1969, Eveline Herfkens, coordenadora geral da Campanha dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, e Stephen Hawking, o mais importante físico britânico do mundo contemporâneo.

Quatro vezes Brasil


Em 2008, inaugurou-se no país aquela que seria a primeira edição de uma Campus Party fora de sua terra natal, a Espanha. De lá para cá, o Brasil já foi sede de três edições do evento e, a cada uma delas, mais novidades foram incluídas na programação.


Em sua primeira edição local, a Campus Party reuniu pouco mais de 3 mil participantes. Na última edição, em janeiro de 2010,alcançou o número de mais de 6 mil pessoas desfrutando daquela que é a maior festa mundial da tecnologia. Uma evolução grandiosa para um evento grandioso.
Aberto 24 horas
A Campus Party propõe aos participantes momentos de intensa troca de conhecimentos. E já que estamos falando de um evento de tecnologia, trata-se de um ambiente colaborativo, participativo e 100% conectado à rede durante cada milésimo de segundo. Em 2010, foram mais de 700 horas entre palestras, oficinas, ações especiais e competições de games. Difícil mesmo é conseguir organizar a agenda.
São duas as principais áreas do evento:
Área 1: Arena, Lazer e Serviços
 O coração do evento

A Arena é, sem dúvidas, o coração da Campus Party. Ali acontecem os grandes encontros, compartilham-se ideias e, acima de tudo, surgem boas amizades. Nos pontos de rede espalhados por todos os cantos, milhares de participantes instalam seus computadores e assumem seus postos para acompanharem a longa maratona de atividades.
 Para parar e descansar

Se a rotina da Arena for muito acelerada, não tem problema. Sempre há um canto para relaxar o corpo cansado, aliviar a cabeça e, quem sabe, tirar um bom cochilo. Mas se preferir ficar acordado, é justamente na área de lazer onde as grandes marcas mundiais colocam à disposição do público suas últimas inovações em produtos voltados ao entretenimento digital.
O conforto acima de tudo
Camping, refeitório, lanchonete, enfermaria, manutenção técnica e sanitários. Definitivamente, a Campus Party oferece tudo para que todos sintam-se em casa. Para os previamente inscritos, há uma área reservada para a montagem de barracas com segurança 24 horas, onde poderão ser guardados objetos pessoais, roupas e equipamentos.
Área 2: Expo, Campus Futuro e Praça de Alimentação
As grandes empresas próximas de todos

A Área Expo da Campus Party, oferecida pela primeira vez na edição de estreia do Brasil, em 2008, traz ao evento um espaço especial, e totalmente gratuito, onde algumas das maiores marcas do mundo colocam o público em contato direto com suas inovações tecnológicas, antecipando tendências de mercado e permitindo que cada participante conheça de perto a evolução de seus produtos.
Anos adiante
O Campus Futuro, como o nome pressupõe, nada mais é do que uma viagem sem escalas rumo a alguns meses a frente dos tempos atuais. Aqui é possível ter contato com as principais novidades tecnológicas, tanto nacionais, quanto internacionais. É o espaço ideal para conhecer e experimentar os mais vanguardistas gadgets e projetos que prometem revolucionar o mundo em que vivemos.
Para não passar fome
Já que saco vazio não para em pé, uma completa e diversificada Praça de Alimentação é montada para atender a todos. O local, montado em parceria com as melhores marcas de alimentação, reserva uma grande variedade e qualidade de lanches e refeições. 


Participem dos comentários disponibilizados no final de cada matéria do blog. Ele é o responsável pela conexão entre o blog e interessados.




Texto: O ambiente externo das Organizações

Por Lucas Margotti

Uma das suposições básicas da teoria dos sistemas é que as organizações não são auto-suficientes nem independentes. De fato, elas trocam recursos com o ambiente externo e dependem dele. No ambiente externo são encontrados todos os elementos que, atuando fora de uma organização, são relevantes para as suas operações. As organizações captam insumos no ambiente externo, transformam em produtos ou serviços e devolvem ao ambiente em forma de produto. 




No ambiente externo das organizações existem os elementos do meio ambiente que influenciam diretamente as atividades de uma organização conhecidos como “elementos de ação direta” e os elementos do ambiente externo que afetam o clima em que ocorrem as atividades da organização, mas que não afetam diretamente a organização, denominados “elementos de ação indireta”. No ambiente de ação direta são encontrados os Stakeholders, grupos ou indivíduos afetados pela busca de uma organização por seus objetivos, onde são categorizados em stakeholders externos onde inclui sindicatos, fornecedores, competidores, consumidores, grupos com interesses especiais e órgãos governamentais e os internos que incluem empregados, acionistas e os boards. O componente de ação indireta do ambiente externo afeta a organização de duas maneiras, primeiro: algumas forças podem ditar a formação de um grupo que eventualmente se torne stakeholder, segundo: os elementos de ação indireta criam um clima, uma tecnologia que muda rapidamente, crescimento ou declínio econômico, mudanças nas atitudes com relação ao trabalho, no qual a organização existe e ao qual precisa, em última circunstância, reagir. 

Fahey e Narayanan agruparam essas interações complexas em quatro fatores amplos que influenciam a organização e que devem ser considerados por seus administradores. O primeiro são as variáveis sociais, onde a demografia, o estilo de vida e os valores sociais podem influenciar uma organização a partir de seu ambiente externo. O segundo são as variáveis econômicas, as tendências e as condições econômicas gerais que podem influenciar as atividades econômicas. Outra são as variáveis políticas, ou seja, fatores que podem influenciar as atividades de uma organização em decorrência do processo ou do clima político. E a ultima são as variáveis tecnológicas, novos desenvolvimentos em produtos e em processos, bem como avanços na ciência, que podem afetar as atividades de uma organização.

Uma das mudanças mais importantes no ambiente externo é a globalização dos negócios, com efeitos diretos e indiretos sobre o ambiente. Os administradores devem estar conscientes de que suas empresas podem ter stakeholders internos e externos em outros países. A globalização dos negócios também afeta o ambiente de ação indireta, assim, os administradores devem, também, estar cônscios das variáveis sociais, econômicas, políticas e tecnológicas em cada país em que desejam negociar ou esperar competir. O ambiente como um todo pode ser visto como fonte de informação e estoque de recursos. Dependendo da abordagem em que faça ao seu ambiente, uma organização enfrenta um desses dois problemas teóricos: a incerteza causada pela falta de informação e a dependência de outros para obtenção de recursos vitais. Para M.T. Hannan e J.H. Freeman, existem seis fatores ambientais que podem afetar o nível de incerteza e dependência em uma organização. Para eles, o ambiente é mais incerto e mais difícil de ser compreendido quando: é mais diferenciado; está mudando; há numerosas interconexões entre seus vários elementos; os recursos necessários não são amplamente disponíveis; esses recursos não são distribuídos de modo uniforme; e o aumento da conectividade perturba elementos do ambiente e as ligações entre eles. Outros teóricos ainda desenvolveram modelos estratégicos do meio ambiente para tentar explicar as relações entre as organizações e o meio ambiente através da Seleção Natural, onde é baseado em teorias biológicas de ecologia populacional, e adota a ênfase que elas dão a competição pelos recursos e através da Dependência de Recursos, onde presume que as organizações dependem do ambiente para a obtenção de recursos e sua estratégia de organização irá variar de acordo com a importância relativa de cada uma de suas dependências.

O ambiente externo é mais ou menos importante para os administradores, dependendo do tipo e dos objetivos de sua organização, das posições que eles ocupam e de suas funções, e de seu posicionamento na hierarquia organizacional. Devido ao seu maior poder e às suas perspectivas mais amplas, os administradores de alto nível podem ter mais responsabilidade ao administrar as relações com o ambiente externo do que os administradores de nível mais baixo. Os administradores de topo representam papéis cruciais no equilíbrio dos interesses dos vários stakeholders da organização, e na previsão e no ajuste das tendências no ambiente de ação indireta. O ambiente de ação direta é um elemento conhecido com o qual a organização tem padrões de interação regulares e estabelecidos. Em geral, os administradores usam técnicas padronizadas e confiáveis como propaganda, lobbies e negociação coletiva para influenciar os stakeholders da organização. O principal objetivo dos administradores é determinar a importância relativa de cada stakeholders e equilibrar a partir disso as decisões gerenciais. Os administradores monitoram o ambiente de ação indireta para perceber os primeiros sinais de mudanças que irão afetar mais tarde as atividades de sua organização. As informações sobre o ambiente de ação indireta vêm de muitas fontes, como a rede informal de informações do banco de negócios, administradores de outras organizações, dados gerados pelas próprias atividades da organização, etc., tudo isso pode alertar o administrador para uma tendência que deva ser monitorada. Usando técnicas estastísticas de previsão, os administradores podem antecipar mudanças nas variações sociais, econômicas, políticas e tecnológicas, e preparar planos alternativos para o futuro. Em geral, os administradores se ajustam ao ambiente externo através do processo de planejamento, onde eles desenvolvem e implementam planos estratégicos para guiar as tentativas da organização de influenciar o comportamento dos stakeholders e seus ajustamentos ao ambiente de ação indireta. Outro tipo de ajustamento ao ambiente implica mudanças na estrutura formal da organização. Esse tipo de “projeto organizacional” consiste numa estruturação consciente da organização, de modo que ela enfrente melhor as demandas do meio ambiente num dado momento.

O meio ambiente determina tanto a quantidade de incerteza que uma organização enfrenta como quão dependente ela é de outros para a obtenção de recursos vitais. Em ambientes turbulentos, as organizações devem destinar mais recursos à monitoração do meio ambiente. Os modelos de seleção natural e de dependência de recursos proporcionam visões alternativas do relacionamento entre as organizações e o meio ambiente. Os administradores, principalmente nos níveis mais altos, devem monitorar o ambiente externo e tentar prever mudanças que irão afetar a organização. Podem usar o planejamento estratégico e projeto organizacional para se ajustar ao ambiente.

(Texto Base: O ambiente externo das organizações, cap. 3, Introdução à Administração)

Como conseguir uma bolsa para pagar o MBA?

Um sonho de muitos estudantes de Administração é conseguir um MBA em uma universidade internacional com reconhecimento indiscutível. Um sonho muito caro e bem próximo à realidade dos que hoje se tornaram milionários. Encontrei essa matéria no Portal da Revista Exame e achei interessante compartilhar aqui. De fato uma pós graduação internacional é uma oportunidade para poucos, pois conforme consta, pode ultrapassar um investimento de 100 mil Dólares. Porém, existe algumas agências financiadoras que estão dispostas a colaborar com a formação do profissional.

Confiram a reportagem abaixo:

Como conseguir uma bolsa para pagar o MBA?

Saiba quais são as instituições que bancam cursos no exterior e aprenda a pleitear o aporte


(Universidade de Harvard: candidatos devem conseguir aprovação no MBA antes de tentar a bolsa de estudos)


A relação custo-benefício para quem faz um bom curso de MBA, quase sempre, tem saldo positivo. De acordo com pesquisas de mercado, um profissional pode ter ganho salarial médio de cerca de 20% após esse período de estudos. Até chegar a essa marca, no entanto, é preciso encarar um longo percurso de investimentos que podem ultrapassar a marca dos 100 mil dólares.
Uma opção para quem não teve tempo suficiente para poupar ou não quer cair nas graças de uma financiadora são as bolsas de estudo oferecidas por organizações sem fins lucrativos. No Brasil, duas entidades mantêm programas desse tipo: a Fundação Estudar, em São Paulo, e o Instituto Ling, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Para concorrer a essas bolsas, é preciso apresentar um histórico de excelência acadêmica e profissional. Ou seja, ganha acesso aos recursos, quem teve as melhores notas e que construiu uma carreira coerente e sólida.
Mas isso não é tudo. De acordo com Thais Junqueira, diretora-executiva da Fundação Estudar, os candidatos “devem ser comprometidos com o desenvolvimento do Brasil. Eles precisam demonstrar interesse em retornar para o país após o período de estudos”.
Isso porque a proposta da duas entidades passa bem longe da filantropia. A ideia é formar uma nova elite de executivos brasileiros – que queiram atuar no país.
Os nomes por trás das duas instituições explicam as razões para isso. A Fundação Estudar foi criada em 1991 pelos empresários Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Hermann Telles, sócios da AB InBev, Lojas Americanas, Submarino, Ingresso.com e da empresa de logística ALL. Em média, a entidade investe 1,6 milhão de reais em bolsas de estudo.
Já o Instituto Ling é mantido pelo casal Sheun e Lydia Ling, controlador do grupo químico Petropar. Desde 1995, a instituição distribuiu cerca de 125 bolsas de pós-graduação para profissionais brasileiros..

Bolsas
Nas duas instituições, o valor da bolsa é definida de acordo com o mérito e condição financeira do candidato. Na Fundação Estudar, esses recursos variam de 5% a 95% do custo do curso de MBA. No Instituto Ling, o valor concedido é, em média, de 10 mil a 30 mil reais.
“O valor da bolsa é depositado na conta do aluno na metade do curso e ele pode usá-lo da maneira que preferir – seja para pagamento do próximo período ou para despesas com moradia e alimentação”, diz Sandra Moscovich, coordenadora do Instituto Ling.

Os bolsistas não têm obrigação legal de reembolsar esse dinheiro. No entanto, movidos por uma espécie de dever moral, quase todos eles quitam o valor da bolsa quando retornam do curso seja por meio de recursos financeiros ou trabalho voluntário nas entidades. Alguns se tornam doadores após esse período. “É questão de fluxo de caixa, para que outros possam ser beneficiados pelo programa também”, diz Sandra.

Seleção
O processo de seleção para as bolsas é realizado, geralmente, no início de cada ano. Para concorrer, o candidato já deve ter sido admitido no curso de MBA em uma instituição estrangeira.
As etapas variam de acordo com a instituição. No Instituto Ling, o candidato deve encaminhar, via sedex, documentos como currículo, carta de apresentação, histórico escolar, além de carta de recomendação e notas do GMAT.
Depois, os candidatos fazem uma entrevista por telefone. Os finalistas seguem para a etapa final do processo que conta com uma dinâmica de grupo. “Nesse dia, nós testamos quais são os valores dos candidatos e a maneira com que eles os defendem”, diz Sandra.
A Fundação Estudar exige praticamente os mesmos documentos. No entanto, o candidato só deve enviá-los caso seja aprovado na fase de testes online. Depois disso, os selecionados seguem para uma dinâmica de grupo, entrevista com ex-alunos e testes. Os finalistas farão uma entrevista com o conselho da fundação
O maior erro de quem passa por esse processo? “Tentar ser alguém diferente do que você é realmente”, afirma Thais, da Fundação Estudar.
Processo de Seleção 2011
Fundação Estudar
Inscrições: até março de 2011
Requisitos: pelo site da Fundação Estudar
Instituto Ling
Inscrições: até maio de 2011
Requisitos: pelo site do Instituto Ling

A Nova Potência Virtual


Novo a respeito dos impactos do Facebook, a maior rede social do mundo, creio que não tenho requisitos necessários para mostrar o que sei sobre essa rede. Possuo cadastro, constantemente estou online mas com o olhar critico de estudante, não conhecia o impacto que a rede gerou nos maiores meios comunicativos do mundo. Não que seja culpa minha não saber anteriormente a explosão facebook. O maior problema é que no Brasil o Facebook ganhou território nos ultimos 2 anos. A febre Orkut está acabando para dar lugar ao facebook... um gigantesco meio de comunicação com o desafio de mudar alguns paradigmas sociais ja estabelecidos no Brasil. Portanto, na ultima semana, tive acesso (baixei) o filme "A Rede Social", que conta a história de Mark Zuckerberg e o Facebook. Filme incrível na concepção de negócios e oportunidades. Por isso, já estava na hora de dedicar uma página do Tutor Executivo ao FACEBOOK.


Facebook é uma rede social lançada em 4 de fevereiro de 2004. Foi fundado por Mark Zuckerberg, um ex-estudante de Harvard. Inicialmente, a adesão ao Facebook era restrita apenas aos estudantes da Universidade Harvard. Ela foi expandida ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), àUniversidade de Boston, ao Boston College e a todas as escolas Ivy League dentro de dois meses. Muitas universidades individuais foram adicionadas no ano seguinte. Eventualmente, pessoas com endereços de e-mail de universidades (por exemplo, .edu, .ac.uk) ao redor do mundo eram eleitas para ingressar na rede. Em 27 de fevereiro de 2006, o Facebook passou a aceitar também estudantes secundaristas e algumas empresas. Desde 11 de setembro de 2006, apenas usuários com 13 anos de idade ou mais podem ingressar.Os usuários podem se juntar em uma ou mais redes, como umcolégio, um local de trabalho ou uma região geográfica.
O website possui mais de 500 milhões de usuários ativos, a posição do Facebook no ranking de tráfego de visitantes do Alexa, subiu do 60º lugar para 7º lugar. É ainda o maior site de fotografias dos Estados Unidos, com mais de 60 milhões de novas fotos publicadas por semana, ultrapassando inclusive sites voltados à fotografia, como o Flickr.
No "Ad Planner Top 1000 Sites", que registra os sites mais acessados do mundo, através do mecanismo de busca do Google, divulgado em junho de 2010, o Facebook aparece como 1º colocado, com 540 milhões de visitas e um alcance global de 35% registrados no mês de abril.

(Mark Zuckerberg - Co-Fundador e C.E.O. do Facebook)


Origem

Mark Zuckerberg fundou, juntamente com Eduardo Saverin, o "The Facebook" em fevereiro de 2004, enquanto freqüentava a Universidade de Harvard, com o apoio de Andrew McCollum e Eduardo Saverin. Até o final do mês, mais da metade dos estudantes não-graduados em Harvard foi registrada no serviço. Naquela época, Zuckerberg se juntou a Dustin Moskovitz e Chris Hughes para a promoção do site e o Facebook foi expandido à Universidade de Stanford, à Universidade Columbia e à Universidade Yale. Esta expansão continuou em abril de 2004 com o restante das Ivy League, entre outras escolas. No final do ano letivo, Mark e Dustin se mudaram para Palo Alto, Califórnia, com Andrew que havia conseguido um estágio de verão naElectronic Arts. Eles alugaram uma casa perto da Universidade de Stanford, onde se juntaram a Adam D'Angelo e Sean Parker. Andrew McCollum decidiu deixar a EA para ajudar em tempo integral no desenvolvimento do Facebook e do site "irmão" Wirehog. Em setembro, Divya Narendra, Cameron Winklevoss e Tyler Winklevoss, proprietários do site HarvardConnection, posteriormente chamado ConnectU, entraram com uma ação judicial contra o Facebook alegando que Mark Zuckerberg teria utilizado código fonte ilegalmente do HarvardConnection, do qual ele tinha acesso. A ação não procedeu. Também nessa altura, o Facebook recebeu aproximadamente $500,000 do co-fundador do PayPal Peter Thiel, como um angel investor. Em dezembro a base de usuários ultrapassou 1 milhão.


WWW.FACEBOOK.COM


DOWNLOAD DO FILME "A REDE SOCIAL"


TRAILER DO FILME:






Link para Download: 
Megaupload





Artigo: Administração Virtual

Buscando sempre o conhecimento e pesquisando nos meios de comunicações que possuimos atualmente, encontrei uma abordagem sobre "Administração Virtual" que gostaria de compartilhar. Acredito que muitas ideias e negócios atualmente precisam de uma visão social de rede para adaptar ao novo paradigma de empresas e organizações. Não existem barreiras e ganha quem possuir ousadia para criar o exclusivo e inédito. Uma das ferramentas que vem sendo a maior responsável pela briga organizacional no mundo é a internet, e nada melhor do que mostrar como é possível uma organização por meio dessa ferramenta. A administração virtual é possível e várias organizações estão utilizando dela e gerando lucros.

Tal informação foi encontrada no site: http://www.textolivre.com.br/artigos/11724-administracao-virtual e escrito pela Phd. Anna Regina Luz Inácio.


A administração Virtual 

RESUMO: A organização virtual é entendida como uma empresa baseada nas informações em tempo real, desencadeada pela fusão da telecomunicação com a informática.
A administração virtual espelha um poder de informação positivo, ou seja, em tempo real e com confiança nos relacionamentos. Sendo assim, ela exige uma maior participação e um grande espírito de equipe, além de uma excelente interação com o mercado.

Administração virtual, gestão virtual, modelos de gestão.

1. INTRODUÇÃO
Para DAVIDOW (1993), o controle da empresa é dado por redes internas denominadas intranets, que controlam as entradas e saídas de informações da organização e gerencia suas respectivas funções, fazendo com que fornecedores e clientes que estão se utilizando de seus serviços se sintam satisfeitos; tal controle é conhecido como controle on-line.

Existem quatro tipos de administradores virtuais, sendo:
1º: Os Pioneiros: desenvolvem novos produtos e criam mercados completamente novos, tais como comércio eletrônico, softwares específicos.
2º: Os Reformadores: desenvolvem Hardware e Software para dirigir de maneira inovadora mercados preexistentes. Exemplos: Casas de leilão, comércio de automóveis, mediação de empregos.
3º: Os Multiplicadores: caracterizam-se por usar as novas técnicas em relação a novos serviços, como provedores de serviços de Internet.
4º: Os Guerrilheiros do Mercado: através do uso da Internet fazem concorrência para outras empresas já estabelecidas no mercado, no mesmo ramo de atividade destas. Exemplificando-se: Livrarias, Lojas de Vinhos, Lojas de CD´s.

Cada um dos itens acima mencionados utilizou-se da mesma técnica, a Internet, podendo usar diversas tecnologias de comunicação, tais como microcomputadores avançados. O que interessa nestes casos, é o fato de todos estarem utilizando formas de comércio virtual, ou seja, estarem negociando algo que se sabe que existe, mas que no momento da transação comercial não pode ser sentido por qualquer dos sentidos. Este mesmo conceito de virtualidade pode ser usado quando relacionado com outras atividades dentro de uma organização. As videoconferências nada mais são do que reuniões virtuais, a execução de tarefas pré-programadas em um computador também é virtual, o simples uso do cartão de crédito é virtual, ou não se estaria usando dinheiro que existe apenas dentro do espaço virtual da conta bancária de cada um, e o acesso de dados remoto 24 horas por dia é apenas mais uma das facilidades oferecidas pela virtualidade mundial.

2. A GERÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO VIRTUAL

O espírito de equipe significa ter pessoas capazes, dinâmicas, podendo trabalhar a qualquer distância e saber lidar com suas funções, obtendo resultados positivos.
O conceito de gestão virtual é a abordagem de pessoas que evoluam para autogestão mediante estruturas simples, adaptáveis, tornando-as sensíveis ao mercado O fato mais importante da administração virtual é que ela envolve todas as inovações de modelos de administração que desenvolveu-se ao longo dos anos nos países onde a industrialização se acentuou com maior força tais como EUA, Alemanha, Japão, etc. A gestão virtual se apresenta como uma mistura de tais inovações, envolvidas no processamento de informações em tempo real.
Uma das características que também merece maior destaque na empresa virtual é que ela visa as necessidades do cliente, assumindo assim um fluxo rápido de informações, permeabilizando, modificando e, consequentemente, movimentando fronteiras, tendo como intenção fazer com que ela pareça menos um empreendimento distinto e mais um nó numa vasta rede de interações e atividades.

Um grande fator interessante e caracterizante da gestão virtual é que o procedimento é executado com ambiente de imprevisibilidade e com transformações contínuas, entretanto, na gestão de produção do item a ser vendido, os procedimentos presenciam todas as dificuldades inerentes a tal produção, vez que os produtos e serviços continuam existindo de fato. Portanto, um significativo diferenciador é a rapidez e a proximidade que a administração virtual proporciona.
No que tange à gerência, não se encontra muitas diferenças entre a gerência normal e a virtual, vez que o primordial objetivo de ambas é obter resultados. Porém, na gerência virtual os métodos são diferentes, pois aqui, cabe à gerência, garantir o desencadeamento correto dos processos. Assim sendo, a função da gerência virtual é a de facilitar o trabalho e a de induzir uma maior autogestão e também, proporcionar um espírito de equipe.

Neste caso o gerente incorpora um poderio maior de controle. A qualificação profissional e a tecnologia simplificam a estrutura organizacional, ao passo que possibilita, com tomadas de decisões descentralizadas, o controle centralizado. Sendo tal controle o ponto chave da gestão pois está intimamente relacionado com os resultados.
Um "laço on-line" se conecta com as organizações empresariais e os grupos interessados no negócio. O fator principal para a corporação virtual é o controle dos resultados e não necessariamente a propriedade dos processos, sendo assim a empresa virtual pode assumir alianças entre duas ou mais empresas, reforçando a terceirização.
No que aborda a corporação virtual, dois aspectos são dignos de serem destaque, um por parte do cliente que vê a instituição virtual como uma entidade que está sempre pronta em atendê-lo, independente do momento, do lugar e de qualquer outros motivos; e um por parte da empresa que visualiza o negócio baseado nas informações em tempo real, e suas relações com o cliente no mercado.

O sistema virtual não extermina o modo econômico antigo, pelo contrário, modifica-o, galgando maior produtividade. O setor primário, como a agricultura, continua e continuará fornecendo seus produtos, assim como a indústria mantém e manterá sua fidelidade à transformação e, cabe à realidade virtual, ofertar produtos e serviços, tradicionais e inovadores, inerentes aos sistemas acima citados. Contudo, alguns negócios serão extintos, outros modificados e outros tantos ainda serão criados, sendo eles todos baseados na nova era tecnológica.

3. O QUE É UM PRODUTO VIRTUAL?

Produto virtual é aquele que pode estar disponível a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer variedade, sendo produzido graças ao processamento das informações, à dinâmica organizacional e os sistemas de fabricação.
O Desenvolvimento de produtos virtuais exige uma rede de informações sobre mercados e necessidades de clientes, sua combinação com novos métodos de projeto e processos de produção integrados por computador, unindo funcionários, fornecedores, distribuidores, varejistas e clientes.
Vitrine Virtual
São empresas que dispõem de homes pages na Internet com catálogos de produtos, suas fotos e preços.

4. OS MANDAMENTOS DA CORPORAÇÃO VIRTUAL

Margaret Duffy (2003), baseada em anos de experiências acadêmica e profissional, identificou alguns aspectos fundamentais, na filosofia administrativa da corporação virtual:
1. Liderar mudanças, ao invés de ser refratário a elas.
2. Promover a necessidade de comunicação e a liderança simbólica, com um zelo religioso.
3. Tornar-se perito em comunicação e ser generalista, ouvindo as opiniões de todos.
4. Eliminar as paredes entre o departamento.
5. Atualizar continuamente os aspectos dos quais a empresa depende para seu sucesso estratégico.

5. QUAIS EMPRESAS SE TORNARÃO VIRTUAIS?

De acordo com IANNI (1996), qualquer empresa, de qualquer setor, de qualquer porte, potencialmente poderá transformar-se numa corporação virtual, entendida como um negócio baseado em informações confiáveis on line.
Acreditamos que os impactos mais visíveis se farão sentir inicialmente nos sistemas educacionais e nos níveis de emprego. No primeiro caso, porque a corporação virtual exige pessoas mais qualificadas. No segundo caso, porque permite a expansão da automação e aumenta a produtividade dos vários processos, tendendo, portanto, caso não haja ampliação proporcional nas vendas da empresa, a gerar desemprego.
Do ponto de vista das organizações consideradas individualmente, as empresas estão fazendo o que é necessário para a sua sobrevivência no mercado globalizado. As empresas dependem das melhorias na qualidade e produtividade, proporcionadas pelas novas tecnologias, mantendo assim sua competitividade (DUFFY, .

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Talvez a grande mudança desta era e a que mais surpreende a percepção das pessoas seja o desafio que a tecnologia representa ao tempo e ao espaço. Se a pouco mais de cem anos uma pessoa poderia levar um mês se deslocando de Paris a Viena para assistir a um concerto, hoje basta um teclado, e instantaneamente você estará em contato com qualquer pessoa no planeta.
Se por um lado, a tendência de humanização generalizada do trabalho já é uma realidade, por outro lado se investe no desenvolvimento da inteligência artificial, tecnologia integrante do quarto ciclo econômico. Dentro de poucos anos, talvez ela possa substituir plenamente os gestores humanos, indo portanto muito além da simples substituição da mão-de-obra em atividades que podem ser automatizadas, conciliando humanização do trabalho com o aumento da produtividade.
As necessidades organizacionais, por uma dinamização do fluxo de informações, têm causado o desenvolvimento de tecnologias diversas, não apenas alterando os tempos de resposta aos estímulos internos e externos, mas mudando todo o nosso método de trabalhar e a estrutura organizacional das mais diversas entidades. Chegamos hoje a um estado tal, que se pode afirmar que o simples ato de viver já faz ficar ultrapassado, caso não se atualizem a uma freqüência periódica as organizações que não forem adotar esta política; justamente devido à dinamização e rapidez crescente do fluxo informativo.

A diferença agora é, que não é o mais forte fisicamente que irá sobreviver, e sim, aquele que puder melhor assimilar as mudanças do tempo; mudando junto com elas. No campo individual, surgiram novos empreendedores, que viram neste desenrolar da história novas oportunidades de negócio, colocando a disposição novos produtos para novos mercados. As empresas já existentes nos mais diversos ramos e que estão sobrevivendo, adaptaram as suas estruturas a nova realidade organizacional, fazendo assim nascer à organização virtual e a sua forma de gestão: a administração virtual.
Para uma empresa ser empreendedora, ela deve possuir características especiais, além de ser nova e pequena, criam algo novo, diferente e mudam ou transformam valores.
O empreendedor sempre está buscando a mudança, reage a ela e explora como sendo uma oportunidade, virtual ou não.

BIBLIOGRAFIA

DAVIDOW, W. H.; MALONE, M.S. A Corporação Virtual. São Paulo: Pioneira, 1993.
DUFFY, Margaret. Ten Prescription for surviving and Thriving in the Virtual Organization. In Public Relations Quarterly. EUA: Summer, 2003.
IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.


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