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Pesquisa confirma que consumidores estão mais informados do que os vendedores

É perceptível que os mecanismos tecnológicos oferecidos à sociedade permitem usar tais ferramentas para entreterimento, inovações, novidades, e agora, comparar e conhecer sobre produtos e preços. Tal ferramenta está "dando rasteira" nas empresas de varejo e impossibilitando a venda de produtos que não caem no gosto do consumidor. O mais interessante, é que boa parte dos negócios estão se adaptando a isso e criando um novo ambiente de negócios no próprio mundo virtual. Tal fato possibilita o consumidor conhecer e pesquisar sobre produtos de seu interesse. O interessante, e tal fato cheguei a testemunhar, é que grande parte das lojas físicas não possuem as mesmas promoções disponibilizadas nos próprios sites¹. 

As empresas precisam adaptar aos novos paradigmas de compras na sociedade. Tais modificação quase sempre serão conquistadas em prol do consumidor, e as empresas, até as tradicionais, que não se adaptarem a isso, correrão risco de não existir no futuro.

 (1. Empresas grandes: Ricardo Eletro, Magazine Luiza, Ponto Frio, Americanas, Casas Bahia, etc.) 

Sigam a matéria encontrada na Revista Exame que explica tal fenômeno que vem acontecendo:


Dados indicam que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter prejuízos nos negócios



Os consumidores estão mais informados do que os vendedores das lojas. Pelo menos é o que diz a última edição da pesquisa mundial sobre compras de fim de ano, realizada anualmente pela Motorola Solutions. O estudo indicou que 55% dos varejistas pesquisados acreditam que, no período de festas de 2010, os clientes tiveram acesso a mais e melhores informações que as equipes dos pontos de venda.

O resultado seria consequência da crescente disponibilidade de ferramentas de compra online e aplicativos para telefones móveis que permitem comparar preços e ter acesso a descontos e redes sociais. O levantamento indica ainda que os varejistas que não investem em tecnologia poderão ter seus negócios prejudicados: 28% das pessoas que visitaram alguma loja teriam deixado de gastar US$ 132, em média, por problemas relacionados ao atendimento no ponto de venda, à falta de produto e de atendentes e às longas filas para pagar.

Por outro lado, quatro de cada 10 (43%) compradores atendidos por vendedores equipados com computadores móveis portáteis afirmaram que o dispositivo melhorou sua experiência de compra. A pesquisa também indica que a maioria dos varejistas (87%) acredita que os consumidores podem encontrar facilmente uma melhor opção, por isso a importância do acesso à informação em tempo real.

Além disso, 39% dos clientes que utilizam smartphones deixaram a loja sem fazer nenhuma compra e seus dispositivos móveis foram determinantes nessa decisão: 12% consultaram online os preços em outras lojas e 8% verificaram a disponibilidade dos produtos em outros estabelecimentos. Quase 25% dos pesquisados disseram ainda que concluíriam suas compras em lojas com terminais de pagamento portátil e 9% afirmaram que utilizariam seu próprio telefone móvel para escanear itens e processar o pagamento sem a ajuda de um vendedor.

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