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Escolhas e Oportunidades: O psicológico decorrente das indecisões



Por Lucas Margotti

Poxa vida! Hoje prefiro usar a linguagem na primeira pessoa e escrever de forma mais informal, com o desejo de compartilhar algumas idéias e opiniões sobre mercado e carreira. Atualmente, o mercado de trabalho tem se mostrado tão dinâmico e exigente que torna-se inviável a entrada no mercado sem uma capacidade especializada, ou seja, não é possível mais em grandes empresa o profissional carregar no currículo capacidade em todas as disciplina, de forma a contribuir eficientemente em todas as áreas da profissão. Ou não!?

Como graduando em Administração, em uma Universidade Federal, percebo a disponibilidade de áreas que minha graduação proporciona para o profissional. Desde a área que trabalha com 'pessoas' à área que trabalha com o 'dinheiro', encontram-se um univeso de oportunidades e competências. Um profissional bom em matemática não quer dizer que este será um excelente "Administrador Financeiro", ou no caso de um profissional que atribui muito valor às amizades será um excelente "Diretor de RH". Ou não?!

Tais conceitos são insuficientes para atribuir competência pessoais às capacidades profissionais. Existem universitários que não dão tanto valor ao ensino superior como outros. E tais pessoas poderiam contribuir muito para o desenvolvimento de uma organização com seu conhecimento. Acontece muito de pessoas que não levam a universidade à sério, destacar bastante em uma entrevista ou em uma dinâmica de grupo e logo ser contratado para uma empresa. Fato que intriga bastante, pois um profissional de destaque, deveria compartilhar o saber adquirido em sala nas organizações que atuar.

Para ser um gestor financeiro é necessário gostar de matemática ou números? Acredito que não, mas é extremamente necessário entendê-los e saber gerir onde tais recursos podem ser aplicados. "Os números são o velocimetro de um motor movido por dinheiro, e você não precisa ser um mecânico para entendê-los, o importante é não ignorá-los". A mesma coisa serve para outro extremo. Se você é excelente em números, não quer dizer que você precisa entender as pessoas. Nesse caso, você é obrigado a entendê-las, todos somos. São elas que trabalham para que a empresa sigam os caminhos trilhados.




Agora, outro ponto importante: Como dizia meu querido professor Bezamat*em uma de suas explicações sobre os profissionais e empreendedores, 'Oncotô?', 'Proncovô?' e 'Comeuvô?'. São indagações que a maioria dos profissionais possuem e que gastam tempo para encontrar as respostas. Esse assunto repercute bastante no mercado de trabalho e principalmente nas universidades. O ideal seria um profissional entrar no mercado de trabalho com o pensamento sobre o que ele pretende seguir, ou então entrar na universidade e com o tempo "lapidar" suas técnicas e interesses para sair com uma capacidade formada e pronta para agir. Porém, a universidade pode despertar muitos interesses como tambem muita rejeição em determinados casos. Pessoas criativas desistem da graduação antes da metade por encontrar dificuldade em disciplinas que não são de seu interesse. Fato que compromete muito o profissional e a demanda por competências no mercado em geral. Ou não!?

Outro ponto importante é a quantidade de oportunidades que um profissional tem para seguir. Qual carreira seguir? Um profissional formado em Administração, meu caso, tem várias oportunidades à seguir, que vão desde a Administração Financeira, ao o trabalho com equipes e pessoas no Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas. Além dessas, existem Marketing, Projetos, Estratégia, Logística, Operações, Empreendedorismo, Mercado Financeiro e Ações, Contabeís, Gestão Ambiental entre várias outras. Então, qual seguir? Acredito que uma base teórica de poucos meses sobre cada um desses temas, divididos em partes, não são suficientes para tornar os profissionais capacitados para qualquer compromisso. Por isso, acredito que atualmente a Pós-Graduação é um pré-requisito para uma boa entrada do profissional no mercado. O que não pode ocorrer é o profissional encontrar as respostas de direção a seguir apenas no meio de uma Especialização ou um Mestrado. Serão de anos de capacitações perdidos. Ou não?!

Quais outros temas podemos citar? Muitos, não?! Participem.



*Bezamat de Sousa Neto - Professor Adjunto do DECAC/UFSJ.

Um comentário:

  1. INTRALÓGICA
    Inovação e Desenvolvimento Sócio-Sustentável

    Empreendedorismo Ecológico
    Inovação Tecnológica Sustentável
    Tecnologia Verde
    Gestão de Idéias

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