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Posso deixar para o amanhã?

"Muito do stress que as pessoas sentem não vem de terem coisas demais para fazer. Ele vem de não terminarem o que começaram” (David Allen).

Encaminhando esse artigo muito interessante do portal "Administradores", escrito por Roberto Recinella, o qual descreve sobre o comportamento de profissionais mediante às pressões contínuas e a incidência de stress resultante das falhas de organização. 

Posso deixar para o amanhã? 


Você sabe o que é procrastinação? Para não correr o risco de você procrastinar a leitura deste artigo, já vou lhe explicar.
Esse é um problema que todos nós enfrentamos quando adultos (e mesmo quando crianças). Devemos reservar algum tempo para simplesmente não fazer nada, mas quando há algo para fazer, que realmente deve ser feito, como podemos deixar a preguiça de lado e não "deixar para amanhã?" Quais as razões por trás da procrastinação e como lidar com elas?


A questão é como resistir à tentação de deixar tarefas para depois num mundo no qual a educação familiar e até as empresas menosprezam a pontualidade.
A procrastinação é uma disposição comportamental que leva a adiar e a evitar determinadas tarefas ou certas decisões. Este comportamento de fuga é causado pela existência de outras atividades mais agradáveis e que assumem, aparentemente, maior relevância naquele momento.

O que é que vem primeiro: motivação ou ação?
A maioria das pessoas responderá motivação. É a resposta típica dos procrastinadores. Mas não é a resposta correta. Os procrastinadores dizem: "Não tenho vontade agora. Faço quando tiver". E esse momento parece não chegar nunca, simplesmente porque estas tarefas são aborrecidas e desagradáveis.
A ordem dos acontecimentos é mais ou menos assim: ação gera motivação que gera mais ação, gerando uma espiral de acontecimentos. Existe a necessidade de quebrar a inércia, por isso a importância da ação, esta que gera movimento e assim a atividade começa a ser feitas. O inicio é o mais difícil. Observe quando alguém inicia um programa de exercícios. Os primeiros minutos são frustrantes, mas quando o corpo aquece parece que o tempo voa.
A procrastinação é basicamente um conflito entre o "dever" e o "querer", em que o procrastinador faz aquilo que "quer" fazer, em vez do que "deveria" fazer, mesmo sabendo que poderá ter conseqüências negativas.
"Às vezes, o indivíduo apresenta um quadro sério de estresse, sente-se ansioso, o que pode gerar dores de cabeça, aumento na pressão arterial e problemas de estômago", diz a consultora norte-americana Rita Emmett, que dá palestras sobre procrastinação.
Psicólogos podem citar inúmeras razões porque as pessoas procrastinam, mas a razão nº 1 é o medo de fracassar. Nós adiamos muitas coisas porque nós temos medo de não fazê-las corretamente.
Perfeição é outra palavra dos procrastinadores, lembre-se antes do ótimo vem o bom. Não estou estimulando ninguém a fazer nada mal feito, o que estou tentando lhe dizer é que almejando o perfeito, você acaba não fazendo nada. Conheço escritores que estão há mais de vinte anos escrevendo um livro e nunca terminam, pois sempre acham que podem melhorar.
Douglas Adams fez tudo que podia para evitar o trabalho penoso de se afundar em sua escrivaninha e redigir o romance "The Salmon of Doubt" ("O Salmão da Dúvida"). O peculiar autor britânico colocou-se de molho, por horas, em uma banheira. Vagabundeou. E imaginou desculpas fantásticas para seu irritado editor. Quando morreu, em 2001, Adams tinha dedicado uma década ao livro sem nem sequer ter completado um rascunho. Com clássicos como "O Guia do Mochileiro das Galáxias" no currículo, o escritor tornou-se um símbolo dos procrastinadores (ou enroladores, preguiçosos). "Amo prazos", disse certa vez. "Gosto do som que eles fazem quando saem voando".
Por volta de 1770, Philip Dormer Stanhope político e escritor inglês conhecido como 4o Conde de Chesterfield decidiu escrever para seu filho uma série de cartas transmitindo conselhos de vida que ele considerava importantes. Dentre os conselhos havia o famoso e conhecido "Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje".
Mas infelizmente nesta questão todos temos uma inclinação natural a seguir o conselho de Mark Twain famoso escritor, humorista e romancista americano "Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar para depois de amanhã".
Deixar para depois não é sinal de preguiça ou a irresponsabilidade. Aquele que procrastina prioriza coisas menos importantes ás mais importantes, enfim ele coloca diversas tarefas menores na frente fazendo a pessoa viver a ilusão de que, adiando, tudo será solucionado como num passe de mágica.
Lembre-se de quando você era pequeno. Como a maioria das crianças nessa idade você não gostava de verduras e quando era obrigado a comê-las, deixava para o final, na esperança, de que alguma coisa acontecesse que a impedisse de ter de completar a tarefa. Algo semelhante acontece com as pessoas depois de adultas.
O grande problema com a procrastinação é que ela se auto-alimenta, de uma forma geral, quanto mais adiamos algo, mais resistentes ficamos a iniciar a tarefa em questão.
Há um outro fator muito interessante a ser observado na procrastinação. A consciência da própria mortalidade é que faz as pessoas postergarem alguma atividade, seja ela interessante ou desagradável. Se elas têm a chance de adiar alguma escolha, fazem-no porque têm a sensação de estar garantindo o dia de amanhã. É uma forma de se iludir, de tentar se tornar imortal.
Seja o que você esteja fazendo agora, você estará deixando de fazer outra coisa. Por exemplo, se você está lendo este livro com certeza abdicou de assistir um filme, jogar bola ou mesmo terminar aquele relatório que já está atrasado. Então, a questão não é como evitar a procrastinação, mas como procrastinar bem.
Para isso existe o planejamento de prioridades, separando as atividades que "precisa" ser realizadas daquilo que você "gosta" de fazer. O ideal seria que as listas fossem iguais, mas isso não acontece na vida real. Não conheço ninguém que goste de ir ao banco enfrentar filas e ser mal tratado ou de fazer dieta. Mas são atividades que não podem ser delegadas e têm que ser feitas somente por você. A não ser que desenvolvam uma tecnologia onde as pessoas possam fazer dieta, ir ao dentista ou participar daquela avaliação de desempenho anual por você. Se por acaso desenvolverem, por favor, me avisem.
Mas enquanto isso não acontece, você tem que assumir suas responsabilidades e cumprir as atividades da sua lista.
Há três variáveis de procrastinação, dependendo do que você faz ao invés de trabalhar em algo: você pode não fazer nada e ficar enrolando; pode fazer algo de menor importância ou realmente fazer algo importante. Eu acredito que este último seja o tipo de boa procrastinação.
A exemplo daquele "analista de sistemas" que se esquece de pagar as contas, de se barbear, de comer direito, de sair de casa enquanto desenvolve um novo software. Sua mente se desliga deste mundo porque está trabalhando duro em outro.
"As pessoas têm uma competição interna entre satisfazer o seu 'eu' do presente e o seu 'eu' do futuro", diz John Kammeyer-Mueller, especialista em gerenciamento do tempo da Universidade da Flórida (EUA).
Estamos vivenciando uma das maiores transformações na história da humanidade. Expostos a mudanças cada vez mais rápidas, profundas e determinantes de um novo modelo de gestão. Concluímos que viver hoje é um desafio de flexibilidade e capacidade de adaptação.
Se já é difícil fazendo a coisa certa imagine postergando a sua evolução.
Pare de fazer gol contra, organize-se para aproveitar melhor suas competências, descarte o que não é necessário e se concentre naquilo que realmente faz a diferença.

A gestão de custos para as micro e pequenas empresas

Por Lucas Margotti

A competitividade no mundo empresarial é uma tendência continuamente crescente. O comportamente de cada empresa na competitividade é resultado de sua capacidade administrativa. Entretanto, a gestão eficiente de custos e despesas é a maior responsável pelo grau de competitividade de uma organização. Desde que não haja redução da qualidade, uma empresa que consiga promover redução de seus custos e atribuir isso ao preço final, torna-se uma empresa competitiva capaz de mudar diretrizes não só de si mesma, mas de todas as outras concorrentes, promovendo a satisfação de consumidores. 

Beatles: Empreendedorismo indireto

Encontrei esse trabalho em um site sensasional (superempreendedores.com) e estou encaminhando aqui no Tutor Executivo. Tal site propõe mesclar ficções e outras realidades com o mundo empresarial. Muito interessante esse site e indico para vocês. Mas antes, confiram este artigo abaixo extraído do site.


Lições de Negócios de John Lennon





Por "SuperEmpreendedores.com"




“Um sonho que você sonha sozinho é apenas um sonho. Um sonho que você sonha com alguém é realidade.”John Lennon

Como todo grande artista a frente do seu tempo, John Lennon e os Beatles tiveram que camelar muito até encontrar alguém que os aceitassem como eles eram.
No início ninguém deu muita bola para John Lennon e os Beatles. Mas eles tinham carisma. Certa vez um gerente de uma grande gravadora foi com a cara deles e resolveu lhes dar uma sugestão, “Meus amigos, eu gostei de vocês, por isso vou lhe dar um conselho. Abandonem esse negócio de rock. Hoje em dia (1960) existem muitas bandas de rock no mercado. Se eu fosse vocês, eu trocaria as guitarras por pianos e escolheria a música clássica”.
John Lennon é o meu ídolo máximo na área da cultura, contra-cultura, artes, contra-artes e afins. Eu cresci ouvindo os Beatles, aprendi inglês ouvindo os Beatles, dei o meu primeiro beijo ouvindo os Beatles, o primeiro sexo ouvindo os Beatles, a primeira briga ouvindo os Beatles e sei lá mais o quê.
O Revolution do nome BizRevolution vem da música Revolution dos Beatles gravada em 1968 e onde John Lennon invoca uma revolução sem violência, onde todos os indivíduos assumem a responsabilidade direta por seus atos, e pela falta deles.
A introdução do livro QUEBRA TUDO trás a letra de Imagine misturada com a letra de Revolution.
A influência dos Beatles em tudo que eu faço vai e volta, mas está sempre presente.
Hoje, dia 9 de dezembro, faz 29 anos que um FDP matou John Lennon pelas costas e interrompeu uma Vida de inspiração para milhões.
Imagine o que John Lennon teria produzido para o mundo nos últimos 29 anos se não fosse pelo maluco que lhe tirou a Vida?
Todos os anos, desde 1980, eu procuro prestar algum tipo de homenagem a John Lennon; e vou continuar a fazer isso até me juntar a ele esteja onde estiver para arrepiar os céus.
Hoje, eu quero falar de algumas passagens empreendedoras que rolaram durante a carreira de John Lennon.

1. Ninguém faz nada sozinho, nem John Lennon

John Lennon fundou o grupo que deu origem aos Beatles, o Quarry Men. Ele era o líder, o vocalista principal, O cara. Mas quando conheceu Paul McCartney, ele mudou completamente a maneira de ver as coisas e a sua própria liderança. Ao invés de liderar a banda, ele dividiu a frente do grupo com Paul McCartney. O resto é história.
John Lennon e Paul McCartnery formaram a melhor dupla de compositores da história da música popular.
Durante toda a carreira dos Beatles, independente de quem fosse o autor de uma determinada música, os dois simplesmente diziam que a autoria era de ambos. Foram quase dez anos de centenas de criações e dezenas de sucessos.
Hoje é muito comum você ver os membros de uma banda apontarem todos os membros como compositores de uma música, mas quem começou essa história foi John Lennon.
O quanto o mundo poderia ser bem melhor se as pessoas que o fazem não se importassem com quem irá levar o crédito por uma boa idéia?
Deixe o seu ego de lado, John Lennon deixou, junte-se a revolution.
Todas as empresas chamam os seus funcionários de colaboradores mas os tratam como funcionários quando o assunto é receber o dimdim. TODOS que trabalham em uma empresa com fins comerciais TEM algum envolvimento. Entretanto, APENAS os vendedores ganham comissão.
Quando isso vai mudar? Quando os colaboradores que colaboram com as vendas serão recompensados pela sua colaboração nas vendas?

2. Despeça os seus melhores amigos se for preciso

O Paul McCartney trouxe George Harrison, Lennon trouxe Pete Best – baterista e seu melhor amigo. Entretanto, Pete Best, não era best o bastante para continuar em uma banda chamada The Beatles. Ele era bom para a fase QuarryMen, mas fraco para a fase The Beatles. John Lennon não teve dúvidas, mandou Pete Best embora, e chamou Ringo Starr.
Novos patamares, novos funcionários com novas habilidades. Uma lição fácil de aprender e difícil de implementar.
O que fazer com os profissionais que ajudaram a empresa a chegar até aqui mas não servem para levá-la mais adiante?
Escola neles! Livros neles! Estudo neles! Caso contrário, rua.
John Lennon era humano, e nem sempre foi tão severo com a mediocridade. Ele tinha um segundo amigo na banda, Stuart Sutcliffe – poeta, pintor e música medíocre – que ele teimava em manter na banda.
Se não fosse pelo Sutcliffe pedir para sair, Lennon teria mantido o cara nos Beatles e talvez comprometido toda a sua carreira.
Aqui, mas uma vez, fica a mensagem: cara, procure fazer o que você gosta de fazer e sabe fazer. CUIDADO para não se comprometer em negócios que não conhece.

3. Gênios produzem, copiam, inventam, mixam

Os primeiros discos dos Beatles tinham músicas de outros caras. As primeiras músicas dos Beatles tinham uma batida similar a batida que já existia no rock. Mas nem por isso eles ficaram parados esperando pela surgimento de uma grande idéia. Eles produziam, produziam, produziam, e durante os quase 10 anos que ficaram juntos, a qualidade das composições foram ficando cada vez melhores.
A evolução é nítida quando você ouve “Love Me Do” – primeiro sucesso dos Beatles -, e quando você ouve “Let it Be” – um dos últimos sucessos.
Eles começaram com cabelo curtinho e terminaram com cabelo cumprido e barba. Eles começaram tomando Coca-Cola, e experimentaram de LSD a cocaína. Eles começaram se apresentando com roupas iguais e terminaram usando calça boca de sino e roupas da Índia. Eles tocaram rock, pop, heavy metal, fizeram música para criança, música para dormir, música clássica, música para desenho animado, músicas de 2 a 13 minutos de duração. Eles fizeram de tudo, experimentando todos os tipos de sons, e deram origem a dezenas de estilos de música popular. A única coisa que eles NÃO FIZERAM foi ficar parado e nadar no sucesso do passado.

4. Os Reis do ié-ié-ié são os Reis do Marketing Viral

John Lennon era o engraçadinho da turma. Ele era cheio de tirar um sarro de todas as situações possíveis e imagináveis. Os reportéres iam para as entrevistas na esperança de captar alguma nova frase de efeito de John Lennon para publicar estampadas em seus tablóides. John Lennon inventou os paparazzis!
A mais viral de todas as frases de Lennon foi dita no dia 4 de Março de 1966, John Lennon disse, “O cristianismo vai sucumbir. Hoje nós somos mais populares que Jesus Cristo”. A frase gerou uma grande onda de revolta contra os Beatles. Milhares de disco foram queimados, e até a Ku Klux Klan pediu a cabeça de Lennon.
Outro grande viral da carreira dos Beatles foi a invasão da Beatlemania aos EUA em 1964. Fala-se muito que toda aquela mulherada que gritava feito loucas arrancando os cabelos no aeroporto eram mulheres contratadas pela EMI para chamar a atenção dos americanos. Se isso realmente aconteceu, os Beatles são os precursores do vídeo viral.

5. You Beatles Tube

Os Beatles sabiam desde sempre que o vídeo teria um papel muito importante na disseminação da sua música. Foram os Bealtes que inventaram o video-clip. Foram os Beatles que filmaram pela primeira vez as suas turnês músicais para transformar em produto para venda. Foram os Beatles que tocaram pela primeira vez em um grande estádio esportivo (inclusive nem havia aparelhagem boa o suficiente na época para tanto. Tem gente que pagou e não ouviu nada). Como Elvis, os Beatles entraram para o mundo do cinema, e usaram a telona para espalhar sua música. Música, clips, televisão, turnês, camisetas, shows em estádio, os caras inventaram tudo.

6. Toda grande empresa precisa de uma Equipe de Staff Poderosa

John Lennon era um artista. Paul McCartney era outro artista. Harrison e Ringo também. Os caras chegaram onde chegaram porque conseguiram se cercar e atrair profissionais de incrível talento e percepção musical e de negócios.
Brian Epstein, o empresário dos Beatles, foi o cara que descobriu a banda no Cavern Club e se dobrou para torná-los famosos. É de Epstein a idéia de todos os quatro se apresentarem usando ternos e não jaquetas de couro. Ele enquadrou John Lennon e enquanto esteve vivo era a liga que unia os quatro.
George Martin, o produtor, gravou a grande maioria das músicas dos Beatles, e conhecia os quatro como ninguém. Ele foi o grande responsável por tornar as idéias malucas dos Beatles em realidade, como a mistura de músicas com sons do dia-a-dia que aconteceu no Sgt Peppers.
Os Beatles começaram a terminar quando Epstein morreu; a liderança que eles tanto precisavam começou a desmoronar. O cara da execução que mantinha o grupo com os pés no chão se foi. Idéia sem execução é apenas um sonho. Vale para os Beatles e para você.

7. E, o sucesso é um grande mistério, que todo empreendedor desconhece sua origem

Dez em cada dez empresas não dão certo quando começam. Sete delas quebram. Três delas dão certo porque o empreendedor é flexível o bastante para se adaptar a realidade das coisas.
O que faz um negócio prosperar?
Ninguém sabe e todos sabem.
Continue lendo o que eu escrevo, continue lendo o que os outros escrevem, continuem estudando as histórias de outras pessoas, keep walking, um dia você descobre o que é único e o que funciona melhor para você.
Certa vez, um repórter perguntou a Lennon, “A que você deve o sucesso dos Beatles?”, John Lennon respondeu, “Se eu soubesse eu me tornaria empresário e começaria outra banda”.
ALL YOU NEED IS LOVE!
NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.
QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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Confiram as sessões anteriores do Tutor Executivo

Principais publicações do Tutor Executivo

Pequenos empresários lucram com escritórios virtuais e coletivos


Um palpite politicamente político

http://www.tutorexecutivo.com/2011/06/um-palpite-politicamente-politico.html



Análise S.W.O.T.: Estratégia mercadológica aplicada em

micro e pequenas empresas




Gestão Financeira para Pequenas Causas

http://www.tutorexecutivo.com/2011/09/gestaofinanceira-para-pequenas-causas.html



ComprasNet: O portal de compras do Governo Federal

http://www.tutorexecutivo.com/2011/08/comprasnet-o-portal-de-compras-do.html



HP 12C: Características e a grande dúvida - Quando adquirir?




Capital Social: Equilíbrio e ponto de partida para empresas




As Diversas Faces da Inovação




A Importância do Trabalho Científico






Outras publicações...


Ranking das Empresas mais "Verdes" do mundo


Foi publicado pela Newsweek o ranking das empresas mais verdes do mundo, onde são apontado as empresas que estão liderando em questões de desempenho ambiental. Muito interessante esse ranking e leva em consideração as 10 empresas mais responsáveis do mundo. E entre elas, está o banco brasileiro Bradesco. Confiram a lista:
Empresas Mais verdes do Mundo:
1º Munich Re (Alemanha)
2º IBM (EUA)
3º National Australia Bank (Austrália)
4º Bradesco (Brasil)
5º ANZ Banking Group (Austrália)
6º BT Group (Reino Unido)
7º Tata Consultancy Services (Índia)
8º Infosys (Índia)
9º Phillips (Holanda)
10º Swisscom (Suiça)
"O Banco Bradesco é o quarto colocado no ranking das empresas mais ambientalmente responsáveis do mundo, segundo levantamento da revista “Newsweek”, em conjunto com as consultorias Trucost e Sustainanalytics. A lista é encabeçada pela seguradora alemã Munich Re, seguida pela norte-americana IBM e pelo National Australia Bank, também do setor financeiro. Entre as dez empresas mais “verdes”, quatro são do setor de finanças. O ranking, segundo a revista, apresenta as empresas que estão liderando em desempenho ambiental. O levantamento considera a “pegada” ambiental das empresas, incluindo emissão de gases e uso da água; gerenciamento de políticas ambientais e transparência" (g1 - Negócios)

Entre as demais empresas brasileiras, o Banco Santander, segundo mais ambientalmente responsável ficou na 17ª posição, que também tem o Banco do Brasil na 50ª posição e o Itaú na 54ª. Além dessas, a Eletrobrás ficou em 214ª, Grupo Pão de Açucar 248ª, Vale 312ª, Petrobras 364ª, Ambev 417ª e Gerdau 463ª.


“O desempenho econômico não é a única responsabilidade de uma empresa. Uma organização tem plena responsabilidade pelo seu impacto sobre a comunidade e a sociedade” (Peter DRUCKER)

Não basta ser da geração Y, é preciso ter atitude Y

Por Roberto Miranda

Nos últimos anos tenho notado que a sociedade insiste em responsabilizar as novas gerações pelo sucesso ou fracasso. Jovens criativos e bem articulados são quase que obrigados a rediscutir e redesenhar o comportamento corporativo, altamente tecnológico e ágil. Esta nova geração, considerada a geração Y, possui em sua personalidade força suficiente para mudar antigos paradigmas e transformar o que "nós", os percussores de uma história base para o desenvolvimento empresarial, criamos.


Carreiras em alta: os setores em evidência


Por Foco Talentos


Já falamos sobre os setores em evidência no mercado de trabalho, que favorecem a contratação de diversos profissionais e tornam diversas carreiras promissoras. Ainda assim, é importante estar informado sobre as funções em alta para cada setor. Por isso,  de acordo com a reportagem da Você S/A, iremos mantê-los informados sobre as funções que prometem altos salários para os próximos anos.

Óleo e gás
Para esse setor, há oportunidades para quem está iniciando a carreira, mas falar inglês é fundamental, pois muitos estrangeiros trabalham na área. As funções com maior destaque são: diretor comercial, gerente de desenvolvimento de negócios, engenheiro de vendas e gerente da qualidade (óleo & gás e infraestrutura).
Tecnologia da Informação
Esse ano, houve uma grande sofisticação nos ataques hackers. Por isso, profissionais de segurança da informação estão valorizados. Os salários tiveram aumento médio de 20%. A maior valorização é dos profissionais de TI que trabalham com sistemas de área financeira e de logística. As funções em alta são: gerente de sistemas e desenvolvimento, analista de negócios e processos, analista de ERP, coordenador de infraestrutura e telecomunicações, gerente de projetos, analista de business intelligence e coordenador de segurança e redes.
Finanças
Os salários também aumentaram 20%, em média. Nos cargos de gestão, as empresas têm dificuldades de contratar gerente com visão estratégica e facilidade de comunicação. Para a área de finanças, diretor de financeiro CFO, gerente de planejamento financeiro, analista contábil e fiscal e analista de planejamento, há ótimos salários no mercado de trabalho.
Vendas e Marketing
Para não aumentar os salários, as empresas preferem contratar jovens e treiná-los a “roubar” profissionais mais experientes. Para o setor de marketing e vendas, as funções de gerente geral, diretor comercial, gerente de desenvolvimento de negócios, gerente de trade marketing, analista de marketing, comunicação e inteligência, coordenador de comunicação e inteligência e gerente de inteligência de mercado e planejamento estratégico estão tendo grandes oportunidades no mercado.
Engenharia
A demanda por engenheiros deve crescer 5% e 13% ao ano de 2011 a 2020, segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA). O setor de construção civil está precisando de novos profissionais, por isso são diversas as funções em alta, como: diretor de supply chain, engenheiro de manufatura e processos, engenheiro de projetos, coordenador de logística, gerente de produção, gerente de qualidade QSMS, supervisor de manutenção de utilidades, gerente de compras, gerente geral de obras  e diretor de operações industrial.
Seguros
Gestores brasileiros estão tendo oportunidades de trabalhar na América Latina, mas é raro encontrar quem fale espanhol. As áreas mais aquecidas são crédito e de grandes riscos, acompanhando o consumo e o investimento em infraestrutura. Por isso, investir na formação para trabalhar nessas funções irá valer a pena: diretor comercial, gerente de subscrição, gerente técnico de seguros, gerente atuarial, gerente de sinistros, gerente comercial de seguros, analista de subscrição e analista atuarial.
Fonte: Focos Talentos

Pequenos empresários lucram com escritórios virtuais e coletivos

Cada vez mais as oportunidades de negócio tem sido aprimoradas e desenvolvidas com base em todos os tipos de necessidades. Constantemente fico surpreendido com a capacidade do indivíduo de criar oportunidades desde a forma mais simples à mais complexa. 

Com a dificuldade em abrir uma empresa ou o próprio escritório, muitos profissionais optam pelo compartilhamento de redes, dividindo o custo e tendo a oportunidade de trabalhar com todas as ferramentas e recursos disponíveis, como comunicação, internet, telefone, secretárias, etc. Confira abaixo sobre essa nova tendência nos negócios. 

Escritórios Virtuais e Coletivos

O mercado corporativo cria novos espaços para trabalhar mais e gastar menos. Pequenos empresários podem agora escolher entre um escritório coletivo – também chamado de coworking – ou um escritório virtual.








"Sala alugada já vem com infraestrutura completa.  Empresários montaram escritório coletivo com R$ 80 mil".



O mercado corporativo cria novos espaços para trabalhar mais e gastar menos. Pequenos empresários podem agora escolher entre um escritório coletivo – também chamado de coworking – ou um escritório virtual.
No escritório virtual, o inquilino aluga o endereço comercial, telefone, internet, secretária e correio – e não precisa nem ir ao local. Ele recebe os recados todos os dias, onde estiver, por e-mail ou telefone.
O modelo caiu como uma luva para o consultor Gustavo Quezada: “99% do meu contato com o meu cliente se dá no local onde ele vai operar, então eu preciso ir até ele (o escritório), pouquíssimas vezes”, diz ele.
O escritório virtual foi aberto em 1995 pelos empresários André e Rodrigo Kielblock. Eles investiram R$ 50 mil para reformar o espaço e montar a infraestrutura, que é compartilhada por todos os clientes.
“Existe um rateio, na verdade, de todas as despesas, e com isso a empresa consegue ter por um custo muito baixo toda a infraestrutura de um escritório convencional”, explica André.
O valor do aluguel do escritório virtual é a partir de R$ 190 por mês. A tecnologia favorece a redução de custos com ganhos de eficiência: graças a um software de gerenciamento, uma secretária presta serviço para 50 inquilinos. Cada um deles tem um número de telefone exclusivo. Ao receber uma ligação, o sistema mostra na tela o que a atendente deve dizer.
Mas quem precisa de um espaço também pode alugar uma sala por mês a partir de R$ 980, e ainda contar com a mesma infraestrutura.
Foi o que fez Wanderson Oliveira, que trabalha com tecnologia de informática. Ele queria transferir a empresa de Belo Horizonte para São Paulo, e se surpreendeu com a agilidade da operação.
“O que chamou a atenção da gente é a praticidade desse tipo de contratação. No mesmo dia que nós assinamos o contrato, nós já tínhamos todo o escritório já mobiliado, já uma infraestrutura com internet, com telefone, com sala de reunião, com atendimento profissional, e trouxe um grande benefício para a gente”, diz Oliveira.
Para alugar uma sala, o escritório virtual não exige fiador ou qualquer outra garantia. Evandro Vinha começou com uma pequena sala. Depois, contratou funcionários e alugou outra sala ao lado. Mas a empresa dele continuou crescendo, precisou de mais espaço, e ele não gastou muita sola de sapato em procurar. Ao lado, alugou, na hora, uma terceira sala.
“Eu não paro de trabalhar, estou sempre focado na minha atividade real do meu negócio, e não estou me preocupando com a administração do escritório em si”, diz Vinha.
As vantagens conquistam mercado, e o escritório virtual já tem 400 clientes.
“Eu acredito nesse mercado porque ele alia a necessidade das empresas na redução de custos e também ele pode focar na sua atividade principal, não se preocupando mais com os custos de infraestrutura, e tudo o mais”, diz Rodrigo Kielblock.
Em outro escritório, todos os inquilinos ficam numa mesma sala, de 200 metros quadrados. No local, as pessoas pagam pelo tempo que usam, e usam quando querem. O modelo, conhecido nos Estados Unidos como coworking, é também chamado de escritório coletivo ou compartilhado. O negócio pertence aos empresários Fernanda Trugilho e André Martins.
“O coworking tem como premissa a flexibilidade. Então as pessoas pagam por hora. Você escolhe quantas horas vai utilizar, e paga por essas horas. Você não tem problema de pagar por uma estrutura que fique ociosa. Se você for viajar, tirar férias, ou mesmo viajar a trabalho, ou ficar fora do escritório por um período, você não paga”, explica Fernanda.
O escritório coletivo surgiu em 2008, com um investimento de R$ 80 mil. Depois, o espaço foi ampliado, e hoje tem 70 inquilinos, que compartilham cadeiras, mesas, internet, telefone, armários, cafezinho e ainda tem uma área externa para reuniões.
No escritório coletivo, os inquilinos são pequenos empresários, que só pagam pelo tempo que usam e, com isso, acabam economizando. O plano mínimo de R$ 100 é para dez horas de uso por mês. Há pacotes de até 500 horas por mês, por R$ 1,5 mil.
“Se eu fosse locar um escritório próprio eu ia ter um custo de no mínimo R$ 2 mil. Aqui eu pago menos da metade, varia um pouquinho, mas ficou menos da metade”, diz a inquilina Alessandra Bueno.
A possibilidade de relacionamento também atrai gente, e o movimento no escritório compartilhado cresce a taxas de 200% ao ano. Os empresários já pensam em abrir franquia do negócio.
“Agora eu digo que de uma tendência já passou a ser uma realidade. Tem diversos espaços como esse, compartilhados, pelo Brasil. Pelo mundo são mais de 700, então é um negócio de futuro, nós mesmos estamos montando um processo de franquia. Então, até o final de 2011 teremos algumas franquias pelo Brasil, é um negócio que já deu certo”, diz Fernanda.

Fonte: PEGN/G1 PME


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