Pesquisar

Competitividade por meio de aplicações logísticas: Intralogística, Manutenção preventiva total e Método 5 S's

Por Lucas Margotti

O desenvolvimento do mercado atual se baseia essencialmente pelo princípio da competitividade, que vem a ser uma capacidade capaz de promover a troca de informações no mercado para atender o cliente da forma mais satisfatória para o mesmo. Conceitualmente, Porter (1993) define a competitividade como a “habilidade ou talento resultante de conhecimentos adquiridos capazes de criar e sustentar um desempenho superior ao desenvolvido pela concorrência”. A estratégia consiste em basicamente desenvolver as atividades de uma empresa, buscando agregar valor aos seus produtos e serviços, desenvolvendo uma oferta única no âmbito de todo o mercado, oferecendo produtos e serviços com atributos distintos e valorizados pelos clientes (PORTER, 1986). 

Analisando o histórico das empresas no cenário internacional, pode-se perceber que muitas delas buscaram diversos meios para se tornarem competitivas no mercado e que muito desses meios foram desenvolvidos em uma dimensão interna da empresa. Mesmo que, conceitualmente, alguns temas têm sido incentivados recentemente, suas aplicabilidades demonstram terem origem nos primórdios da organização industrial. A intralogística representa esse fato, já que sua área de estudo é relativamente nova, obtendo grande espaço e importância devido aos ganhos obtidos nos processos de redução de custos, mas que de fato, existe desde os primórdios da civilização, quando os recursos disponíveis não estavam ao alcance do homem, fazendo que o mesmo buscasse meios de movimentar e armazenar tais recursos. Quando analisado as características essenciais para a competitividade, baseando-se na intralogística, pode-se perceber que é uma área de estudo muito importante, capaz de promover redução de custos e praticidade na organização. É uma ferramenta capaz de construir controle e organização dentro dos processos internos da organização, reduzindo custos e promovendo qualidade e sofisticação nos processos logísticos da empresa. Dentro da logística, ela é um recurso essencial e principal nos processos produtivos.

Atualmente muitas empresas têm buscado o aperfeiçoamento de suas capacidades a partir de perspectivas externas à empresa. Equivocadamente, muitas dessas empresas investiram em pesquisas com base no mercado para descobrir meios de alavancar suas operações, sem levar em consideração qualquer fator interno que não estivessem contribuindo para o desenvolvimento eficiente das operações da empresa. A partir dessa perspectiva, o entendimento de processos de melhoria contínua demonstra ser um princípio viável para qualquer medida inicial que a empresa possa tomar. A Manutenção Produtiva Total (TPM), por exemplo, é uma excelente ferramenta de análise e melhoria dos sistemas produtivos da empresa. Criada no Japão em 1970, essa ferramenta é resultado da evolução de outros três tipos de processos anteriores, tais eles a “manutenção corretiva”, utilizada até hoje, desenvolvida a partir de falhas já existentes, a “manutenção preventiva”, baseada na manutenção de máquinas e equipamentos com o intuito de evitar falhas inesperadas, e a “manutenção preditiva”, a qual busca um momento adequado para interferir nos equipamentos.

Essencialmente, o objetivo da “Manutenção Produtiva Total” é a melhoria da estrutura da empresa em termos materiais e humanos, buscando o rendimento operacional global. Da mesma forma que a “Intralogística”, a “TPM” é uma ferramenta capaz de colaborar com o desenvolvimento interno da organização promovendo melhorias para equipamentos de produção e práticas de manutenção eficientes, aperfeiçoando os processos logísticos da empresa. Essa abordagem possui papel fundamental dentro da estratégia política da organização, já que está diretamente envolvida aos enormes valores financeiros que são movimentados por ela. 

Finalmente, dentro do contexto de competitividade, baseado na logística interna como melhoria contínua dos processos produtivos da empresa, outra ferramenta essencial para o desenvolvimento da empresa é o método “5 S’s”. A brusca concorrência vivida ultimamente pelas organizações levou as empresas a buscarem constantemente o aperfeiçoamento da qualidade não só nos produtos e serviços, mas nos processos produtivos. Nesse contexto, o programa 5’s é uma ferramenta criada no Japão após a segunda guerra mundial que tinha como objetivo a reconstrução do país. Sendo assim, seus objetivos iniciais se baseavam na reorganização das indústrias, melhorando a produção devido à competitividade no período pós-guerra. Porém, hoje é um programa utilizado como um agente de conscientização da importância da qualidade no ambiente do trabalho. Seus principais atributos consistem na eliminação do desperdício, do custo excessivo, do desgaste, da falta de produtividade e dos problemas relativos à saúde, sendo capazes de promoverem o crescimento e desenvolvimento de uma empresa. Os conceitos dos cinco S’s estão relacionados à senso utilização e descarte, de organização, de limpeza, de saúde e higiene, e ao senso de autodisciplina.

Com o intuito de promover benefícios para a empresa e torná-la uma referência em questões de organização, esse programa é capaz de proporcionar maior eficiência no trabalho e na produtividade, melhoria no clima organizacional da mesma e maior lucratividade, já que, com maior satisfação dos clientes fiéis à empresa, novos clientes poderão surgir e aumentar seus resultados futuros, proporcionando uma vantagem competitiva para a empresa, além de ser uma referência para o aperfeiçoamento dos processos logísticos. Nesse aspecto, o programa “5 S’s” têm sido incentivado como uma ferramenta de orientação às práticas eficientes eminentemente de caráter participativo. 

Dentro dos conceitos de Porter sobre as características essenciais de competitividade das organizações, é possível perceber que os processos produtivos internos são os maiores responsáveis pela competitividade da empresa. Incentivando a melhoria interna continuamente por meio da Intralogística, Manutenção Produtiva Total e do Programa 5 S’s, pode-se dizer que o sucesso da empresa será viável, já que a mesma consegue eficientemente melhorar seus processos internos, reduzindo custos e, principalmente, promovendo elementos diferenciais na competição do mercado.

Perfil do Profissional de Marketing no Brasil

A àrea de marketing é uma das mais importantes dentro de uma organização. Muitos proprietários dão pouca importância para essa disciplina sem levar em consideração sua aplicabilidade como elemento estratégico no mercado. Muitos se limitam ao entendimento e execução de suas bases mais simples, sem levar em consideração o universo de informações e ferramentas que o Marketing pode oferecer. Da mesma perspectiva, o profissional de marketing é um elemento chave para o desenvolvimento mercadológico da organização, sendo sua responsabilidade o entendimento e análise mercadológica com o intuito de agir de acordo com as necessidades do mercado onde a empresa atua.

As maiores marcas globais de 2011

Encaminhando um link interessante do site "InterBrand.com" com o valor de mercado das maiores marcas do mundo. A Coca-Cola lidera o ranking mostrando que sua marca, só o ativo intangível, vale quase U$ 72 milhões. Confira o ranking geral no link abaixo:

2011 Ranking of the Top 100 Brands




Esse ranking mostra as 100 maiores marcas do mundo de acordo com seu valor de mercado, sendo classificadas em ordem decrescente. Tal ranking é desenvolvido anualmente pela interbrand.com.

Curta a página do Tutor Executivo no Facebook

VIA FACEBOOK

Curta a página do Tutor Executivo no facebook. São diversas informações e novidades compartilhadas diariamente dos próprio site ou de outros com informações sugeridas e encaminhadas na página do Tutor Executivo.

Entre e acesse!

Atitudes e comprotamentos baseados na conquista individual

(Mini-artigo motivacional)

Por Lucas Margotti

Constantemente estamos lidando com pressões e obstáculos que nos desmotivam ou nos fortalecem. Nem sempre os maiores obstáculos são os mais difíceis de serem derrubados, e da mesma forma, os que são pequenos podem exigir muito mais de nós do que qualquer outro. 


Motivando seus funcionários: Cinco maneiras de fazê-los mais felizes

Matéria extraída do Portal Exame mas muito importante para que micro e pequenos empresários, onde estão inseridos a maioria dos trabalhadores brasileiros, tenho acesso às informações apresentadas aqui e pratique essas atitude para melhorar tanto aspectos da empresa quanto do trabalhador. É até um pouco óbvio a apresentação das cinco maneiras de motivar os funcionários mas acredito que essas são apenas algumas e que as necessidades de um bom profissional, vão além dos atributos que um chefe ou patrão pode oferecer. 

Acredito que além dessas maneiras de "alegrar" o funcionário, podemos considerar que oferecendo um ambiente digno de trabalho, conforto, remuneração adequada ou superior, confiança, respeito e ética, todo funcionário estará "satisfeito" com a empresa. Suponho ainda que esse texto propõe esses meios como uma forma de "alegrar" o funcionário, o que considero um pouco equivocado, já que, em minha opinião, essa forma de lidar com os funcionários é essencial e o mínimo que se pode oferecer à um trabalhador. 

Confiram a seguir:

Cinco maneiras de fazer seus funcionários mais felizes







Em um ambiente de forte competição por talentos, pequenas empresas muitas vezes enfrentam dificuldades para fazer frente aos salários e benefícios oferecidos pelos gigantes do mercado. Mas é possível incentivar os funcionários com medidas simples, que além de deixar o dia a dia da empresa mais agradável, podem aumentar a produtividade e a capacidade de inovação do seu negócio.

Conheça, a seguir, práticas adotadas por empresas de pequeno e médio porte para fazer seus funcionários mais felizes:

1. Reconhecimento

Trimestralmente, o Peixe Urbano faz uma pesquisa de clima para medir a satisfação dos funcionários. “Estamos crescendo em ritmo acelerado e consideramos importante avaliar como isso afeta os nossos funcionários”, explica Maria Fernanda, diretora de gente e gestão.

Como parte do processo de avaliação, a empresa decidiu identificar, na última edição, aqueles funcionários que melhor refletiam os valores da companhia, de acordo com seus próprios pares. Os cinco nomes mais votados foram reconhecidos por meio de um vídeo em que os gestores da companhia ressaltavam suas qualidades.

Segundo Maria Fernanda, prêmios “simbólicos”, como ingressos para cinema e shows e créditos para serem usados em compras no Peixe Urbano, fazem parte de política de recompensa da empresa, mas o fator mais importante é o reconhecimento. “O principal e colocar o profissional em evidencia e a mostrar que ele faz a diferença”, diz.

2. Incentivo

Reconhecimento é bom, mas, acompanhando de um bônus, é ainda melhor. Todos os anos, a Beneficência Portuguesa, de São Paulo, presenteia os 1,3 mil médicos e assistentes que fazem parte da equipe do hospital no Dia do Médico. “É uma maneira de dizer que estamos gratos e que estamos aqui para cuidar deles”, diz Cida Papai, gerente comercial do hospital.

Neste ano, a instituição presenteou seus funcionários com uma caixa da Viva! Experiências, que dava direito a uma degustação à escolha de cada presenteado. “No passado, promovemos shows e coquetéis, mas a agenda do medico é muito corrida, era difícil de juntar todos. Queríamos dar um presente que ele pudesse curtir com a família”, conta Cida. A ação foi um sucesso. “O entusiasmo foi geral, todos ficaram comentando pelos corredores em qual degustação iriam”.

3. Diálogo

Quando os funcionários estão por dentro das estratégias da empresa, se sentem mais motivados a abraçar as decisões e fazê-las acontecer. A cada 15 dias, todos os funcionários do Peixe Urbano se reúnem com um dos sócios para um “Papo de Peixe”, um bate papo informal para discutir as últimas novidades e estratégias da empresa. Julio Vasconcelos, o CEO da empresa, está presente sempre que possível e conduz pessoalmente a conversa com os funcionários, que também envolve convidados externos. As reuniões são programadas para terminar sempre com um happy hour. “A diversão é um dos princípios da empresa”, explica Maria Fernanda.

4. Liberdade

Outro elemento que faz parte da cultura do Peixe Urbano é dar liberdade aos funcionários para fazer seus horários e se vestir como quiserem. Segundo Maria Fernanda, a política ajuda a manter o ambiente informal, criativo e produtivo. “Queremos construir um ambiente de trabalho divertido, agradável e com foco em resultados e não em regras”, explica.

Em áreas que independem do horário comercial, os funcionários tem total liberdade para fazer seus horários. “Internet não para nunca, as pessoas estão sempre ligadas”, justifica a gestora. Mesmo para as áreas que requerem um horário mais rígido, há margem para escolha. “O pessoal de atendimento ao cliente, por exemplo, pode entrar entre 8h e 11h”, diz Maria Fernanda. “As pessoas podem fazer seu horário. Trabalhamos com a entrega e a responsabilidade”, acrescenta. Já no quesito guarda-roupa, a flexibilidade é total. “As pessoas podem se vestir como quiserem. Tem gente que vem de bermuda e chinelo. Somos ‘casual everyday’”, brinca.

5. Envolvimento

Envolver os colaboradores nos processos de inovação da companhia é uma maneira de permitir que eles desenvolvam o próprio potencial criativo e, ao mesmo, tempo, colaborem para o sucesso do negócio. Todas as sextas feiras, os funcionários do portal Minha Vida param o que estiverem fazendo para se dedicar a pensar em ideias inovadoras.

“Eles têm um dia inteiro livre para trabalhar em interesses pessoais, de maneira que isso se reverta em resultados à empresa”, explica Gomér Gonzaga, gerente de gente e gestão. Os 60 funcionários da companhia se reúnem em times de trabalho, de acordo com os interesses e afinidades de cada um. Juntos, eles fazem “brainstorms” e trabalham em ideias que, posteriormente, são apresentadas aos sócios da empresa.

O projeto, conhecido como Ideia Day, rende frutos que podem ir de um novo recurso para o portal até mudanças em processos internos da companhia. “Nosso funcionário tem liberdade para fazer acontecer. Tudo é feito com rapidez e transparência”, diz a gestora.

A startup Bougue está inaugurando um programa similar de incentivo à inovação, com um ingrediente extra: a competição. Trimestralmente, os funcionários da empresa (que ainda conta com um time reduzido, de apenas sete pessoas) são divididos em duas equipes, que trabalham uma vez por semana em uma proposta de melhoria no modelo de negócios da empresa. As equipes contam com mentoring dos co-fundadores da startup para desenvolver a ideia.

Após três meses, o time “vencedor” é escolhido. Além de ter a ideia implementada, os ganhadores recebem pequenos incentivos, como bônus em dinheiro ou viagens. “O premio não é o foco, é só um extra“, diz Fernando Canuto, fundador do negócio. Outra política adotada pela jovem empresa é reservar uma hora por dia para os funcionários dedicarem a projetos pessoais. “É diferente do ambiente corporativo. Queremos trabalhar as competências do nosso time”, justifica o empreendedor.

Adaptado por Lucas Margotti & TutorExecutivo.com e extraído do Portal Exame

Portal Exame: www.exame.com

Leia mais