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Marketing Apelativo 3: Segurança

3M Company (antiga Minnesota Mining and Manufacturing Company até 2002) é um grupo econômico multinacional americano de tecnologia diversificada, organizado em unidades de negócios reunidas em 6 grandes mercados: Indústria & Transporte; Saúde; Consumo & Escritório; Segurança; Produtos Elétricos & Comunicação; Controle de Tráfego & Comunicação Visual. Seu portfólio contabiliza mais de 55.000 produtos, incluindo adesivos,abrasivos, fitas adesivas, equipamentos de proteção, blocos Post-it, esponjas Scotch-Brite, produtos médicos e dentários, produtos automotivos, entre outros. São cerca de 45 plataformas tecnológicas que a tornam uma das empresas mais diversificadas do mundo. A 3M possui mais de 45.000 patentes (registradas ou em processo)em sua história. São mais de 7.000 cientistas no mundo todo, alocados em laboratórios corporativos, divisionais e em alguns países determinados, representando um investimento médio anual de 6% das vendas.

Assim, recentemente foi publicado essa foto na internet. Não exige explicações, mas demonstra como uma simples idéia proporciona maior confiabilidade para os clientes. Essa imagem obteve bastante sucesso na internet e provavelmente, sucesso com os clientes da empresa.

Marketing apelativo 2: Negócios em casamentos americanos

Versão traduzida

Pai: Filho! Eu quero que você se case. Porém, com a moça que eu escolher.
Filho: Nãoo!
Pai: Filho, a moça é filha do Bill Gates!
Filho: Hmmm... então ok!
O pai vai ao encontro de Bill Gates...
Pai: Eu quero que sua filha case com meu filho.
Bill Gates: Nunca!
Pai: Tem certeza? Pois meu filho é CEO do World Bank.
Bill Gates: Hmmm... Então Ok!
O pai vai ao encontro do Presidente do World Bank...
Pai: Indique meu filho como o CEO do World Bank.
Presidente do WB: Nãoooo!!
Pai: Mas meu filho é genro do Bill Gates...
Presidente do WB: Hmmm... então ok!

Esse é o verdadeiro espírito do negócio! Será?




Encontrado na internet e adaptado por TutorExecutivo.com

"Pode ser?": A transição de posicionamento da Pepsi no Brasil

Por Lucas Margotti


Na tentativa de aumentar o consumo de seu refrigerante no Brasil, a Pepsi tem trabalhado bastante para aumentar sua participação no mercado brasileiro, que é liderado pela Coca-Cola. A última postura adotada pela empresa está criando uma visão bilateral devido ao duplo sentido adotado pela campanha da empresa, em que tenta por meio da alternativa, oferecer algo melhor ao consumidor quando não há a primeira opção desejada pelo mesmo.




Acredito que é raro um estabelecimento não possuir Coca-Cola, mas caso não haja, a próxima opção seria oferecer a Pepsi. E consciente disso, a Pepsi vem tentando demonstrar que a alternativa pode ser melhor que a primeira opção. Assim, a marca convida as pessoas a experimentar algo que possa ser melhor e surpreendente para os consumidores. Mas no mercado brasileiro, essa promoção pode estar sendo considerada um fracasso pelos próprios consumidores. Essa campanha representou quatro anos de planejamento e pesquisa, segundo a AlmapBBDO e a Pepsi, na qual a empresa se reposiciona no mercado na tentativa de aumentar sua participação, que não é significativa quando comparada com a Coca-Cola.

Marketing apelativo 1

Comercial Dafiti: Exemplo de comercial bem feito

Comercial da empresa de vendas online de moda feminina e masculina DAFITI. Simples e muito bem bolado, onde a idéia da empresa é eficientemente passada de forma cômica.Video que fará você assisti diversas vezes de tão bacana que é. Confiram abaixo:

Estoque de Sentimentos: Futebol e ações estratégicas de clubes e organizações como forma de dispêndio de emoções

Por Lucas Margotti

Nos últimos anos tivemos nossos sentimentos ligados a diversas ações de empresas e demais organizações, as quais descarregam inúmeras informações do mundo e nos ditam como as coisas devem ser seguidas. Desde ações de marketing de novelas até clubes de futebol, somos incentivados a gastar nossas emoções em coisas que são supérfluas, incapazes de agregarem valores úteis para nós consumidores, apenas simbólicos.


Marketing: o verdadeiro vencedor do campeonato brasileiro

Com cifras milionárias e recordes em patrocínios, o esporte se tornou o "queridinho" de marcas e empresas para veicular sua imagem

Por Portal Administradores

Dois times entram em campo com chances reais de conquistar o Brasileirão 2011. A promessa é de jogos cheios de emoção. A final, para levar o título, Corinthians e Vasco da Gama enfrentam seus principais rivais.

E não foi diferente, as torcidas se agitaram ao longo da semana, as provocações entre torcedores não pararam e, durante os 90 minutos das partidas, a emoção frequentou de forma intensa as arquibancadas, bares e a casa de milhares de pessoas. Com o apito final, o Corinthians consagrou-se o campeão brasileiro 2011, após somar 71 pontos em 38 partidas.

No entanto, tem muita gente além da torcida do Corinthians comemorando o Brasileirão. Esse ano, o vencedor antecipado para todos os envolvidos com o esporte foi o Marketing. Nunca houve tanto investimento e arrecadação por empresas e marcas nesse segmento e a tendência é melhorar ainda mais. 

A receita com patrocínio no futebol brasileiro deve atingir o patamar de 790 milhões de reais em 2014, segundo projeções da Crowe Horwath RCS, consultoria em gestão esportiva. Em um cenário mais otimista, a consultoria afirma que o faturamento pode ultrapassar a margem de um bilhão de reais dentro de quatro anos.

Inclusive, o tamanho de um clube de futebol não é necessariamente avaliado apenas pelo número de títulos conquistados, mas também pelo prestígio e alcance de sua marca. E nesse quesito, o Corinthians também ganha o título de clube com a marca mais valiosa do Brasil em 2011, de acordo com estudo da BDO RCS. Confira abaixo o valor da marca dos clubes brasileiros em 2011:

Outros esportes
Mas engana-se quem considera o futebol como a única plataforma de bons negócios no esporte. Várias modalidades estão chamando cada vez mais a atenção de torcedores e, consequentemente, das empresas que querem associar seu nome a elas. Além dos tradicionais esportes como voleibol, basquete e natação, as lutas de MMA, por exemplo, tem registrados picos consideráveis de audiência, principalmente, com a boa participação dos lutadores brasileiros. E isso, tem gerado patrocínios milionários e retornos consideráveis para empresas.

Há, ainda, a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016, ambas com sede no Brasil, que também prometem esquentar ainda mais o mercado. Além da construção civil e do turismo - que injetarão recursos de US$ 200 bilhões – existem outras áreas com grandes oportunidades de crescimento e, com isso, o marketing voltado para o esporte deve alavancar consideravelmente.

Para José Estevão Cocco, diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy e da Academia Brasileira de Marketing Esportivo, existirá uma ampla oportunidade de negócios e milhares de oportunidades para micro, pequenas, médias e grandes empresas. "Num trabalho recente, o SEBRAE identificou mais de 800 oportunidades para as pequenas e médias empresas. A mídia terá, e já está tendo, um acréscimo brutal em suas receitas de patrocínios e veiculação de comerciais", ressalta José Estevão.

Aliás, a gestão comercial das marcas e o segmento esportivo nunca estiveram tão próximos. De um tempo para cá, criou-se um ciclo, em que uma alimenta a outra, por meio do aproveitamento das oportunidades geradas por ambas.

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