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E-commerce: O futuro do varejo (RETAIL REVOLUTION)

"Cada vez mais os consumidores estão aderindo a comprar pela internet. A desconfiança e praticidade inicial gerada por esse tipo de compra parece estar produzindo um efeito inverso contra as lojas físicas. Devido ao preço, qualidade e praticidade, tais lojas físicas não estão conseguindo competir de forma equilibrada com as empresas online. As maiores lojas do país já possuem uma dupla atividade - online e física - sendo ambas totalmente distintas. Recentemente recebi um email (assinatura feed do Trendwatching) com essa matéria sobre e-commerce e realmente achei sensacional. Portanto, estou compartilhando no Tutor Executivo... confiram!" (Lucas Margotti - TutorExecutivo.com)


Por Trendwatching.com


Exatamente como previsto por e-gurus há 15 anos, o e-commerce está mais em alta do que nunca. Tanto em mercados consolidados, onde os gastos do consumidor estão mudando online, ou em mercados em crescimento onde a urbanização rápida e a crescente penetração da Internet (em celulares) estão criando novos hábitos de compras, os consumidores estão "e-commercing".


Algumas estatísticas obrigatórias:
  • As vendas por e-commerce nos EUA irão crescer 62% até 2016, para USD 327 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
  • As vendas por e-commerce na Europa irão crescer 78% até 2016, para USD 230 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
  • As vendas por e-commerce no Brasil irão crescer 21,9% em 2012, para USD 18,7 bilhões (Fonte: eMarketer, janeiro de 2012).
  • As vendas por e-commerce na China foram CNY 780 bilhões (USD 124 bilhões) em 2011, um aumento de 66% desde 2010. O e-commerce deverá crescer de 3% do consumo total para 7%, até 2015 (Fonte: IDC, março de 2012).
  • O mercado de e-commerce da Índia deve crescer para USD 70 bilhões até 2020, a partir de apenas USD 600 milhões em 2011 (Fonte: Technopak Advisors, fevereiro de 2012).
  • As vendas por e-commerce na Indonésia deverão crescer de USD 120 milhões em 2010 para USD 650 milhões em 2015 (Fonte: Frost & Sullivan, fevereiro de 2012).

Agora, as experiências atuais dos consumidores on-line são, naturalmente, diferentes fundamentalmente daquelas durante o início do boom das empresas virtuais: o e-commerce não é mais apenas uma questão de escolha, preço, conveniência, opiniões e avaliações, mas também sobre tudo o que os consumidores procuram em qualquer compra: status, o produto certo e uma experiência convincente. Assim, é o tempo para aprender e lucrar com as mais recentes inovações que estão transformando o e-commerce e, finalmente, remodelando o comportamento de compras. Tanto online quanto offline.

Quatro temas surgem:




Para os consumidores, o próprio ato de navegar em um site, localizar e, em seguida, comprar um produto específico está dando lugar a um mundo onde o(e)comércio está sempre a apenas um clique (ou um ponto, um toque, ou um swipe) de distância.


De fato, o e-commerce está sendo rapidamente acompanhado por "m-" e "t-" comércio (por meio de celular, tablet e TV). Seja qual for o meio, os consumidores vão usar toda e qualquer tecnologia disponível que os auxilie a encontrar e comprar o produto certo, pelo preço certo, de uma maneira que eles gostem.


Agora, para os (r)etailers (e-varejistas), qualquer coisa, desde paradas de ônibus até programas de TV, podem ser um ponto de comércio, pois os consumidores estão armados com seus smartphones ou tablets para abraçar aplicações inovadoras e tecnologias para fazer compras onde e quando quiserem.


Fornecer aos clientes uma experiência única, personalizada ou adaptada é algo que sites de e-commerce bem sucedidos, a partir da criação da Amazon em diante, sempre buscaram. Mas agora, os consumidores são o principal (e de fato contribuem ativamente para isso) um uma experiência pessoal personalizada mais rica e mais profunda no mundo online - significando que o e-tail é cada vez mais (M)ETAIL.

Gerenciar a tendência de (M)ETAIL é uma mudança no sentido derecomendações mais pessoais (de pessoas reais, se não outros consumidores), juntamente com produtos e serviços cada vez mais personalizados. Agora, a mega-tendência do CURATED CONSUMPTION(CONSUMO DIRECIONADO) esteve por aí por anos (sim, isso é com o que nossos Trend Briefings se pareciam em 2004 ;-) e revimos esta tendência em 2010, observando como as redes sociais e o aumento da identidade online tornaram quase todos os consumidores SOCIAL-LITES. E se você realmente quiser se aprofundar em como as redes sociais estão remodelando o comportamento de compra, então confira o nosso Trend Briefing completo em THE F-FACTOR (O FATOR F).



Pode acreditar que a tendência de todas as formas de direcionamento continuem, uma vez que os consumidores abraçam tudo o que lhes permite mostrar o seu estilo e bom gosto (como no site social de "pinagem", Pinterest), ou para receber seleções de alta qualidade e selecionadas de formadores de opinião confiáveis (como ocorre com o site especializado em design independente, Fab.com). 


Roupas, sapatos, móveis, mantimentos. Todas as coisas que foram previstas amplamente como sendo impossível de vender online são cada vez mais adicionadas aos milhões de cestas de compras virtuais ao redor do mundo. E isso é apenas o começo. As sub-tendências a seguir mostram por que, com a infra-estrutura correta, qualquer coisa que é comprada, vai ser comprada online também

Comprar algo que não pode ser visto, tocado ou testado será sempre uma barreira. Muitos e-tailers populares têm suportado o risco de devoluções como tentativa de superar os medos dos compradores, mas novas tecnologias significam que os clientes podem ter cada vez mais confiança de que eles estão fazendo uma compra perfeita pela primeira vez.




Certos fatores (sabor, cheiro e interação física para citar apenas alguns) ainda forçam as pessoas a continuarem comprando no "mundo real". Mas o mundo online também tem suas vantagens, especialmente quando se trata de coisas tais como colaboração, acessibilidade, alcance, transparência e compartilhamento.

Na verdade, os consumidores agora esperam que a experiência online não apenas se combine com a experiência offline, mas melhore as maneiras que são difíceis, senão impossíveis de replicar no mundo offline.

O e-commerce é um corredor sem fim, em que os consumidores podem comprar produtos de nicho de todo o mundo, bem como nos mega-malls online, tais como o eBay e Amazon. E o apelo de pequena escala, as lojas de artesanato são tão fortes online como offline. Na verdade, os consumidores online já podem descobrir facilmente (quer seja através de dicas pessoais ou através de superitendentes de confiança), mesmo a menor, mais obscura loja vendendo peculiaridades, produtos exclusivos ou lendários que se alinham perfeitamente com o seu interesse ou tribo em particular.

Também pelo lado dos negócios, está mais fácil do que nunca abrir uma loja online, uma vez que agora existem infinitas plataformas e soluções que tornam tudo praticamente sem esforço, tais como ShopifyPayvment, eBay, Xcommerce e Taobao e muito mais.



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