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O Gerenciamento Técnico e a Gestão de Pessoas

Por Joelma Cristina Santos

Este texto tem por objetivo abordar questões sobre o mau exercício da liderança, no que se refere à gestão de pessoas. Em especial, este pequeno artigo se dirige aos executivos que acreditam que ser líder consiste apenas em dispor dos conhecimentos técnicos necessários sobre o mercado e o tipo de negócio desenvolvido pela organização, como se estes saberes fossem suficientes para que a empresa atingisse todos os resultados esperados.


O Marketing de Relacionamento como fator estratégico em organizações orientadas para o cliente

Por Lucas Margotti

Este trabalho consiste em uma revisão de literatura sobre "Marketing de Relacionamento" e sua importância estratégica para a gestão das atividades organizacionais orientadas para o atendimento das necessidades dos consumidores. Assim, o Marketing de Relacionamento é considerado uma das áreas mais importante dentro do próprio marketing e dentro das empresas, por levar em consideração o estudo e o contato das organizações com o cliente a partir da identificação de seu grau de satisfação com o produto oferecido ou o serviço prestado, suas opiniões, feedbacks e demais informações que podem ser úteis para o aprimoramento contínuo das atividades da organização e para a fidelização do mesmo.

(artigo disponível para download)


Bons relacionamentos fazem diferença na vida pessoal... e profissional!

Por Joelma Cristina Santos

Este texto tem o objetivo de falar um pouco sobre algo que faz bem a todas as pessoas e ainda facilita o andamento bem sucedido de uma carreira: o cultivo de boas relações interpessoais. No caso específico de uma inserção ou recolocação profissional no mercado de trabalho, vários fatores podem ser decisivos, como a formação acadêmica, as experiências anteriores na área de atuação, a busca constante por atualização etc. No entanto, uma boa rede de contatos pessoais e profissionais tem se constituído como um fator cada vez mais importante neste contexto. Muitas e diferentes pessoas (amigas ou apenas conhecidas) podem, de alguma forma, influenciar sua carreira, seja pela divulgação informal de ótimas oportunidades de emprego, pelo estabelecimento de parcerias profissionais ou pela interação com pessoas de áreas distintas. Na realidade do mercado de trabalho atual, portanto, interessar-se pelas pessoas e cultivar bons relacionamentos interpessoais não constituem apenas uma questão de amizade ou de boa educação. Além de fazerem bem à nossa vida pessoal, as boas relações podem, portanto, ser muito valiosas no planejamento de uma carreira e no crescimento profissional, caracterizando-se como uma atitude essencial para quem quer se manter atuante e bem colocado profissionalmente.


É preciso saber fazer a diferença!

Por Joelma Cristina Santos

A prática na área de Gestão de Pessoas é constituída por inúmeros desafios, alguns bastante complexos, mas que não devem ser ignorados por isso. Afinal, enfrentar desafios (em quaisquer circunstâncias da vida) é uma ótima oportunidade para alguém se tornar uma pessoa melhor e um profissional mais competente. Para o profissional desta área, um destes desafios consiste em fazer a diferença em organizações marcadas pela competitividade, por mudanças constantes e cobranças rígidas, em que as pessoas são o maior capital e precisam, portanto, ser valorizadas. Com certeza não é uma tarefa simples, mas para fazer a diferença, na vida e no trabalho, é necessário ser ousado... Então, por onde começar, diante de demandas tão exigentes?


Estratégia Competitiva: As 5 Forças de Porter no cotidiano estratégico empresarial

Por Lucas Margotti

Michael Porter é professor da Harvard Business School e um dos autores mais renomados do mundo em estratégias de competitividade. Suas teorias sobre estratégia empresarial é uma das mais utilizadas pelas instituições de ensino do mundo, além de empresas e demais organizações. Porter atuou como consultor em diversas empresas internacionalmente reconhecidas e tem um papel ativo na política econômica internacional. Assim, segundo o autor, o conceito de Estratégia é definido como “a combinação dos objetivos que a empresa persegue e os meios pelos quais busca atingi-los”. A essência da estratégia está em escolher como realizar atividades de forma diferente da dos rivais. E ainda, para que uma empresa obtenha vantagem competitiva, ela deve perseguir táticas específicas e escolher o escopo dentro do qual irá alcançá-la. Assim, em seu trabalho publicado em 1979, Porter desenvolveu o modelo de análise de mercado que ficou conhecido como "As 5 Forças de Porter".

Por que uma empresa deve ter identidade?

Por Joelma Cristina Santos

Mais do que um quadro para ficar exposto na recepção da empresa, a Missão, a Visão e os Valores da organização são elementos que devem se refletir no cotidiano empresarial e orientar o planejamento estratégico e o processo de tomada de decisão, em todos os níveis. Assim como as pessoas, as empresas também se perguntam (ou precisam se perguntar) para onde vão, porque vão e como vão. As respostas para estas questões constituem precisamente a sua missão, visão e valores que, se assimilados efetivamente às práticas do dia a dia, servem como guias para as decisões sempre que alguém da empresa estiver em dúvida sobre o que fazer, como agir ou sobre o que basear uma atitude. 

Marketing nas Organizações: Um exemplo de estratégia e produtividade

Por Lucas Margotti

Este artigo foi desenvolvido a partir de extrações e adaptações de um trabalho que desenvolvi em meados de 2013, durante a graduação. É uma articulação sobre a importância da gestão de marketing em uma empresa de grande porte, promovendo a interface entre gestão de marketing, suas articulações e produtividade na gestão do negócio, bem como seu impacto na promoção da empresa no mercado. Teve como base de estudo uma montadora automobilística multinacional, cuja identidade foi preservada. É um trabalho descritivo e analítico das diretrizes da gestão de marketing, especialmente no que diz respeito às metodologias de pesquisa de mercado utilizadas, suas aplicações e resultados obtidos. Buscou-se com esse trabalho identificar e descrever os processos de marketing dessa empresa e mostrar a importância de uma empresa multinacional de grande porte possuir uma administração de marketing complexa e estruturada, focada em diferentes diretrizes de atuação. A partir dessa perspectiva, aprofundou-se no entendimento sobre como a empresa atua dentro do marketing para conhecer o seu mercado-alvo.


Criatividade e Inovação superando antigas necessidades em Gestão e Processos Decisórios

Por Lucas Margotti

No atual cenário e contexto econômico, as organizações necessitam cada vez mais de dinamismo e novas abordagens de gestão para atuar de forma competitiva. A partir dessa premissa, a criatividade se torna crescentemente um diferencial competitivo e essencial para o sucesso. Partindo desse pressuposto, o objetivo desse artigo foi descrever a importância da criatividade no processo decisório das organizações, possibilitando o entendimento de suas funcionalidades quando aplicadas na organização.

Recursos Humanos na Gestão do Negócio

Por Lucas Margotti

Extraído e adaptado do meu trabalho de conclusão de curso "Estrutura e relevância da área Recursos Humanos na gestão do negócio de uma multinacional de grande porte", defendido para obtenção do título de bacharel em Administração pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) em 2013. Esse trabalho é uma síntese da articulação sobre a importância da gestão de recursos humanos na condução do negócio, com o objetivo descrever e analisar as diretrizes da gestão de recursos humanos em uma organização de grande porte, especialmente no que diz respeito à estrutura e relevância dessa área na gestão do negócio e seu funcionamento para atingir objetivos organizacionais. Além disso, teve como objeto de estudo uma organização de grande porte, cuja identidade foi preservada.


No contexto atual do mercado, a dinamicidade das transformações tem sido cada vez maior, causando impactos em diversas estruturas sociais. As organizações são uma das estruturas sociais mais afetadas pelas mudanças, exigindo das mesmas capacidade igual ou superior de transformação. Como as mudanças são influenciadas em grande parte pelas pessoas, torna-se necessário uma adequação das organizações para se estabelecerem às novas perspectivas. Sendo assim, a gestão de recursos humanos tem sido uma função fundamental e incentivada nas organizações. De fato, porém, não foi uma função que rapidamente se tornou importante ou se manteve estável nas prioridades das organizações. Mesmo existindo indícios de sua existência e funcionalidade no passado, foi uma iniciativa pouco difundida anteriormente e diversas revoluções sociais e organizacionais, além de outros acontecimentos marcantes, tiveram que ocorrer para proporcionar uma atenção maior ao fator humano e propor mudanças na forma de atuação e gestão dos mesmos.

Competência: palavra-chave no mercado de trabalho atual

Por Joelma Cristina Santos

De acordo com as inúmeras definições presentes nos dicionários, a palavra “competência” pode ser entendida como o sinônimo de “capacidade” ou “aptidão”. No entanto, quem atua na área de Gestão de Pessoas, sabe que o seu significado vai além e pode ser desmembrado em alguns conceitos expressos pela seguinte fórmula: Competência = Conhecimento + Habilidade + Atitude. Alguns autores ainda incluem, nesta somatória, mais dois conceitos: Valores e Efetividade, formando a palavra “chave”, com as letras iniciais de cada um destes conceitos. Neste sentido, uma pessoa competente possui as informações necessárias (conhecimento) sobre certas atividades, sabe como aplicar esta teoria na prática (habilidade), é motivada e pró-ativa (atitude) na realização de tais atividades e age de acordo com princípios éticos (valores) a fim de resolver questões problemáticas, de forma eficiente (efetividade).



A seleção de talentos e a questão da (in)experiência

Por Joelma Cristina Santos*

Escolhi falar de um tema comum no cotidiano de todas as empresas e que por ser justamente isso, comum e rotineiro, acaba, por diversas vezes, sendo banalizado por muitas: a seleção de possíveis e futuros colaboradores. Ainda que não tenha sido um processo seletivo elaborado, composto por inúmeras e, às vezes, desgastantes, etapas e métodos de avaliação, a grande maioria dos trabalhadores já passou por uma seleção, mesmo que tenha sido apenas uma entrevista, feita por um gerente com mais tempo de casa ou pelo próprio dono da empresa, no caso de pequenos empreendimentos. Mas aonde quero chegar com isso?


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